Prateleira
03 de abril de 2009- Visualizações: 5865
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Ariovaldo Ramos, Bráulia Ribeiro e Elienai Cabral
Fiquei devendo alguns nomes de autores nacionais no prelo. Antes, quero lembrar um detalhe que não disse sobre os estrangeiros em nosso boletim eletrônico. A nacionalidade. Embora com alguma razão os apressados chamem de “americano” qualquer autor cujo nome nos faz enrolar a língua, nem sempre é o que parece. Vamos a eles: N. T. Wright é inglês; John Stott, também inglês; Francis Schaeffer, norte-americano, que por várias razões pensamos ser europeu; e René Padilla, talvez o pensador protestante latino-americano mais conhecido, é nascido no Equador e, por razões óbvias, pensamos ser argentino.Agora, os nacionais. O primeiro é, digamos, mais maduro; a segunda, uma mulher, o que não deixa de ser novidade no meio editorial; e o terceiro é um “lançamento”, um jovem autor. Ariovaldo Ramos, mais conhecido e um pouco mais experiente, está na edição mais recente da revista Ultimato. Seu livro vai colocar à disposição do leitor algo raro, o pensamento de um dos principais nomes da igreja evangélica nacional, de fácil leitura, sobre a missão integral da igreja vista com olhos bem brasileiros. Bráulia Ribeiro é colunista da revista Ultimato nos últimos sete anos e é conhecida pela língua e pela pena afiada ao falar das implicações das verdades bíblicas sobre aquilo que nos cerca todos os dias. E agora, de modo especial, ela fala para os jovens, começando com um achado: “O meu nome está na geladeira de Deus”. Enfim, um jovem autor, também uma liderança nacional, Elienai Cabral Júnior faz o que nem sempre é comum: nos coloca dentro do texto bíblico e experimentamos não apenas o encantamento pela Palavra, mas também o modo quase banal como Deus vai ao nosso encontro.
Porque estamos no “Ano das Juventudes” na editora, colocamos na “Prateleira” um trecho do nosso mais jovem autor:
“Grande parte das nossas encrencas começa com o enfado que sentimos pela vida que temos. Enfadados, desistimos de olhar com cuidado, de encontrar valores a serem garimpados com sensibilidade na vida comum. Entediados com a vida, tornamo-nos presas fáceis dos mercadores de ilusões. É o jovem que aceita experimentar droga. É a menina pobre que torna-se prostituta na Europa. É o homem que se encanta pela mulher que não é a sua. É o religioso que se sujeita às falsas promessas do primeiro “guru” que aparece. É a igreja que implanta pacotes de administração de igrejas estrangeiras na busca cega por crescimento numérico. Tudo para encontrar em uma ‘outra vida’ um entusiasmo que essa ‘mesma vida’ parece ter esgotado.”
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