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27 de maio de 2026- Visualizações: 77
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A graça que me encontrou em terras mineiras
Ouvir meu colega falar de Jesus Cristo impactou meu coração. A semente estava sendo plantada
Por Lorena Lisbetd Botina Jojoa
Sou uma colombiana em terras mineiras. Venho de um berço católico e, desde a infância, gostava de estar envolvida nas atividades da igreja. Fui coroinha, frequentava o grupo de oração por influência da minha avó e sempre encontrei nas músicas de louvor um encanto especial para enaltecer o Senhor.
Hoje posso dizer que, de certa forma, eu nasci para ser protestante, pois nunca me encontrei plenamente na Igreja Católica. Ainda assim, eu amava o Senhor e gostava muito de ouvir as histórias sobre ele.
Nasci em Pasto, Nariño, na Colômbia. Cursei engenharia agronômica, e no estágio final para concluir o curso, o Senhor colocou no meu coração o desejo de sair do país. Tentei ir para a Costa Rica e para a República Dominicana, mas as portas não se abriram. Então, meu orientador da graduação me propôs fazer o estágio na Universidade Federal de Viçosa (UFV), no Departamento de Entomologia. Como toda a parte burocrática já estava encaminhada, aceitei tentar, e tudo deu certo. Em quase um mês, desde a busca por um orientador até a viagem, tudo se organizou. Assim, em novembro de 2014, embarquei no desafio de viver seis meses em Viçosa, Minas Gerais, Brasil.
Durante esse período, aprendi o idioma, conheci a cultura brasileira, fiz amizades e visitei muitos lugares. No laboratório em que fui recebida, conheci um doutorando evangélico que frequentava a Igreja Presbiteriana de Viçosa (IPV). Ele era diferente das pessoas que eu havia conhecido até então. Naquela época, eu gostava muito das atividades consideradas “normais” para uma estudante universitária secular e meus amigos tinham uma perspectiva semelhante à minha. Por isso, o comportamento diferente dele chamou minha atenção. Ouvi-lo falar de Jesus Cristo foi impactando meu coração. A semente estava sendo plantada.

Em 2015, voltei para a Colômbia. Em 2016, fui aprovada no mestrado em Entomologia na UFV e retornei ao Brasil. Foi aqui que o Senhor me chamou com cordas de amor. Aquele doutorando que eu havia conhecido durante o estágio passou a ser meu coorientador, e, com isso, surgiram mais oportunidades de conversar sobre Jesus. Ele me apresentou ao grupo de convivência da pós-graduação, e foi ali, com colegas que se tornaram amigos, que comecei a me apaixonar por Cristo.
Lembro-me de que o estudo bíblico que o grupo estava fazendo naquela época era sobre 1 Coríntios 13, sobre o amor. Foi a melhor boas-vindas que meu Criador poderia ter preparado para mim. Depois, passamos a estudar as cartas aos Gálatas, Efésios e outros livros da Bíblia. Entre estudos bíblicos, companheirismo, amizade e risadas, fui conhecendo os atributos de Deus – dos quais eu já tinha ouvido falar, mas que agora eu via de forma viva, aquecendo meu coração.
Com o tempo, comecei a frequentar os cultos de domingo à noite na IPV. Depois, ainda com um pouco de resistência, passei a ir à Escola Dominical e, finalmente, em 2018, comecei a classe de catecúmenos. Em um belo 1º de dezembro de 2019, fui batizada. Desde então, minha sede pela Palavra da vida tem crescido.
Hoje eu sei por que Deus me trouxe para Viçosa. Não foi apenas para fazer mestrado e doutorado; foi para conhecê-lo e para que, pela graça, Ele me concedesse a salvação. No Brasil, recebi uma vida eterna, algo muito além do que eu poderia um dia sonhar.
Depois de mim, minha irmã também conheceu Jesus e entregou sua vida a ele. Meu anseio é que, assim como diz o versículo: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”, o restante da minha família também venha a entregar sua vida a Cristo, pois este é o único bem eterno e gracioso.
Meu amado Pai celestial é quem guia a minha vida, e eu peço que a sua graça seja sempre suficiente para nós em todos os momentos.
REVISTA ULTIMATO – A ARTE PRECISA DE JUSTIFICATIVA?
Os artigos da edição 419 de Ultimato ressaltam a “beleza de Deus” e o fato de termos sido feitos à sua imagem e semelhança, o que torna a arte (sua apreciação ou o fazer artístico) disponível para todos – “Sejam encanadores, coletores de lixo, taxistas ou CEOs, somos chamados pelo Grande Artista a cocriar. O Artista nos chama, a nós, artistas com ‘a’ minúsculo, para cocriar, para compartilhar a ‘irrupção celestial’ na terra quebrada” (Makoto Fujimura).
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Saiba mais:
» Verdadeiros Cientistas, Fé Verdadeira, Robert James Berry
» A Pessoa Mais Importante do Mundo, Elben César
» Pessoas: Humanas e Divinas – Ensaios sobre a natureza e o valor das pessoas, Peter van Inwagen
Por Lorena Lisbetd Botina Jojoa
Sou uma colombiana em terras mineiras. Venho de um berço católico e, desde a infância, gostava de estar envolvida nas atividades da igreja. Fui coroinha, frequentava o grupo de oração por influência da minha avó e sempre encontrei nas músicas de louvor um encanto especial para enaltecer o Senhor.Hoje posso dizer que, de certa forma, eu nasci para ser protestante, pois nunca me encontrei plenamente na Igreja Católica. Ainda assim, eu amava o Senhor e gostava muito de ouvir as histórias sobre ele.
Nasci em Pasto, Nariño, na Colômbia. Cursei engenharia agronômica, e no estágio final para concluir o curso, o Senhor colocou no meu coração o desejo de sair do país. Tentei ir para a Costa Rica e para a República Dominicana, mas as portas não se abriram. Então, meu orientador da graduação me propôs fazer o estágio na Universidade Federal de Viçosa (UFV), no Departamento de Entomologia. Como toda a parte burocrática já estava encaminhada, aceitei tentar, e tudo deu certo. Em quase um mês, desde a busca por um orientador até a viagem, tudo se organizou. Assim, em novembro de 2014, embarquei no desafio de viver seis meses em Viçosa, Minas Gerais, Brasil.
Durante esse período, aprendi o idioma, conheci a cultura brasileira, fiz amizades e visitei muitos lugares. No laboratório em que fui recebida, conheci um doutorando evangélico que frequentava a Igreja Presbiteriana de Viçosa (IPV). Ele era diferente das pessoas que eu havia conhecido até então. Naquela época, eu gostava muito das atividades consideradas “normais” para uma estudante universitária secular e meus amigos tinham uma perspectiva semelhante à minha. Por isso, o comportamento diferente dele chamou minha atenção. Ouvi-lo falar de Jesus Cristo foi impactando meu coração. A semente estava sendo plantada.

Em 2015, voltei para a Colômbia. Em 2016, fui aprovada no mestrado em Entomologia na UFV e retornei ao Brasil. Foi aqui que o Senhor me chamou com cordas de amor. Aquele doutorando que eu havia conhecido durante o estágio passou a ser meu coorientador, e, com isso, surgiram mais oportunidades de conversar sobre Jesus. Ele me apresentou ao grupo de convivência da pós-graduação, e foi ali, com colegas que se tornaram amigos, que comecei a me apaixonar por Cristo.
Lembro-me de que o estudo bíblico que o grupo estava fazendo naquela época era sobre 1 Coríntios 13, sobre o amor. Foi a melhor boas-vindas que meu Criador poderia ter preparado para mim. Depois, passamos a estudar as cartas aos Gálatas, Efésios e outros livros da Bíblia. Entre estudos bíblicos, companheirismo, amizade e risadas, fui conhecendo os atributos de Deus – dos quais eu já tinha ouvido falar, mas que agora eu via de forma viva, aquecendo meu coração.
Com o tempo, comecei a frequentar os cultos de domingo à noite na IPV. Depois, ainda com um pouco de resistência, passei a ir à Escola Dominical e, finalmente, em 2018, comecei a classe de catecúmenos. Em um belo 1º de dezembro de 2019, fui batizada. Desde então, minha sede pela Palavra da vida tem crescido.
Hoje eu sei por que Deus me trouxe para Viçosa. Não foi apenas para fazer mestrado e doutorado; foi para conhecê-lo e para que, pela graça, Ele me concedesse a salvação. No Brasil, recebi uma vida eterna, algo muito além do que eu poderia um dia sonhar.
Depois de mim, minha irmã também conheceu Jesus e entregou sua vida a ele. Meu anseio é que, assim como diz o versículo: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”, o restante da minha família também venha a entregar sua vida a Cristo, pois este é o único bem eterno e gracioso.
Meu amado Pai celestial é quem guia a minha vida, e eu peço que a sua graça seja sempre suficiente para nós em todos os momentos.- Lorena Lisbetd Botina Jojoa, 33 anos, é filha de Gloria e de José e tem três irmãos: Wilmer, Edison e Jennifer Botina. É engenheira agrônoma (Universidad de Nariño, na Colômbia), mestre e doutora em entomologia (Universidade Federal de Viçosa) e pós-doutora no laboratório de biologia molecular de insetos (Universidade Federal de Viçosa).
REVISTA ULTIMATO – A ARTE PRECISA DE JUSTIFICATIVA?Os artigos da edição 419 de Ultimato ressaltam a “beleza de Deus” e o fato de termos sido feitos à sua imagem e semelhança, o que torna a arte (sua apreciação ou o fazer artístico) disponível para todos – “Sejam encanadores, coletores de lixo, taxistas ou CEOs, somos chamados pelo Grande Artista a cocriar. O Artista nos chama, a nós, artistas com ‘a’ minúsculo, para cocriar, para compartilhar a ‘irrupção celestial’ na terra quebrada” (Makoto Fujimura).
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» Verdadeiros Cientistas, Fé Verdadeira, Robert James Berry
» A Pessoa Mais Importante do Mundo, Elben César
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