(Portas Abertas) A decisão do Reino Unido de instaurar a separação entre Igreja e Estado, anunciada esta semana, pode significar que a Igreja Anglicana perderá seus privilégios num prazo de 50 anos.
O anúncio, feito pelo secretário de Estado de Imigração, Phil Woolas, no site “Religión Digital” do dia 18 de dezembro, apresenta a consistente razão de que o país tornou-se “multiconfessional”. Embora os motivos estejam sustentados por razões de Estado, essa ruptura pode significar um avanço a muito aguardado.
A decisão anunciada certamente provocará reações antagônicas, apesar de aguardada, podendo criar espaços de liberdade para a vida religiosa e a política, incluída a resultante das relações Estado-Igreja, avaliam especialistas. Entre as primeiras conseqüências, previsíveis, estarão a dessacralização dos assuntos de Estado e a desestatização dos assuntos eclesiais, a um só tempo. Leia mais em
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Religião e Política, Sim; Igreja e Estado, Não, Paul Freston