Palavra do leitor
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Diversidade de letrinhas
O Dicionário Aurélio assim define o termo diversidade: "S. f, é diferença, dessemelhança, dissimilitude, divergência, contradição, oposição"; nos dias em que vivemos, todavia, procura-se limitar o termo à multiplicidade, variedade e pluralidade de características que compõem os indivíduos e os grupos sociais.
Há mais de uma década surgiu, na diversidade de índices, siglas, fórmulas de aferição da situação econômica do nosso país o denominado "índice de infelicidade", quando a sensação de bem-estar da população, medida por esse índice, que é a soma das taxas de desemprego e inflação, atingiu seu pior patamar.
Nessa diversidade de índices da nossa economia cito alguns, entre muitos nessa sopa de letrinhas, que, diariamente, temos que digerir para entender um pouco a situação reinante:
IGP – Índice geral de preços; IGPM – Índice geral de preços do mercado; IPA – Índice geral de preços no atacado; INCC – Índice nacional do custo de construções; INPC – Índice nacional de preços no consumidor; CDI – Taxa de Certificado dos Depósitos Interbancários; TR – Taxa de referência, e haja tabelas a serem lidas e decoradas.
Quanto à infelicidade, tristeza, doença ou seus respectivos antônimos felicidade, alegria, saúde não se pode, a meu ver, medi-los pela Estatística, pela Matemática ou por qualquer outra Ciência; sentimentos independem de pobreza ou riqueza; há pobres felizes assim como há ricos tristonhos.
A paz que o mundo nos dá, e paz compreende, também, felicidade, alegria, satisfação, é uma paz incompleta, é uma paz não verdadeira, é uma paz passageira; o próprio Senhor Jesus nos disse: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (Jo 14.27).
Paz não é apenas ausência de fome, não é apenas ausência de sede, não é apenas ausência de guerras; a paz só é completa, só é verdadeira, só é eterna quando o doador é o Senhor Jesus Cristo.
Quanto à paz a que Jesus se referiu e para nos proporcioná-la, disse Ele: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (Jo 14.1-3).
Há os que não creem no arrebatamento dos convertidos a Jesus para o encontro com Ele, nos ares, entre nuvens (1Ts 4.13-18), quando seremos retirados da terra antes da Grande Tribulação; essa promessa de Jesus é a garantia que Ele nos deu de que isso ocorrerá - Ele não mente, Ele não dissimula e a sua promessa vai se cumprir.
Por que então a tristeza, a murmuração, a infelicidade? Se eventualmente passamos por dissabores, dores, aflições não fomos enganados; sabemos que é normal que as dificuldades ocorram; o próprio Senhor Jesus não escondeu isso de nós quando disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16.33).
O fato de termos paz, alegria e felicidade não está firmado em valores humanos, em valores materiais, em índices estatísticos, em índices de aferição de valores terrenos.
Esses índices são secundários para quem recebeu Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador; a nossa segurança [e felicidade] está em nossa paz de que "se estamos em Cristo somos novas criaturas, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (1Co 15.7).
A questão de sermos felizes está na convicção de que temos a vida eterna em Cristo Jesus, que se deu por nós, cabendo a qualquer ser humano aceitá-Lo como único e suficiente Salvador e Senhor para ser recebido na família de Deus, como filho de Deus em caráter eterno (Jo 1.12).
Aqueles que não sofrem por desemprego e nem por inflação [índice de infelicidade] não necessariamente têm a paz verdadeira, nem sempre têm a genuína felicidade; há casos de pessoas consideradas prósperas que deram fim às suas vidas com uma overdose de drogas e até com o suicídio.
Devemos viver na expectativa, na esperança, na convicção, na fé de que Jesus está em nós e conosco tendo o controle de nossas vidas; por isso não nos entregamos, não desanimamos, não reclamamos, não murmuramos (1Co 10.10); nossos procedimentos devem ser pautados na Palavra de Deus; para esse mister um texto preciosíssimo diz:
"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Fp 4.4-7).
Nosso índice de satisfação deve ter três dígitos: F, E, A: "Agora, pois, permanecem a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR, estes três; porém o maior destes é o AMOR" (1Co 13.3).
Há mais de uma década surgiu, na diversidade de índices, siglas, fórmulas de aferição da situação econômica do nosso país o denominado "índice de infelicidade", quando a sensação de bem-estar da população, medida por esse índice, que é a soma das taxas de desemprego e inflação, atingiu seu pior patamar.
Nessa diversidade de índices da nossa economia cito alguns, entre muitos nessa sopa de letrinhas, que, diariamente, temos que digerir para entender um pouco a situação reinante:
IGP – Índice geral de preços; IGPM – Índice geral de preços do mercado; IPA – Índice geral de preços no atacado; INCC – Índice nacional do custo de construções; INPC – Índice nacional de preços no consumidor; CDI – Taxa de Certificado dos Depósitos Interbancários; TR – Taxa de referência, e haja tabelas a serem lidas e decoradas.
Quanto à infelicidade, tristeza, doença ou seus respectivos antônimos felicidade, alegria, saúde não se pode, a meu ver, medi-los pela Estatística, pela Matemática ou por qualquer outra Ciência; sentimentos independem de pobreza ou riqueza; há pobres felizes assim como há ricos tristonhos.
A paz que o mundo nos dá, e paz compreende, também, felicidade, alegria, satisfação, é uma paz incompleta, é uma paz não verdadeira, é uma paz passageira; o próprio Senhor Jesus nos disse: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (Jo 14.27).
Paz não é apenas ausência de fome, não é apenas ausência de sede, não é apenas ausência de guerras; a paz só é completa, só é verdadeira, só é eterna quando o doador é o Senhor Jesus Cristo.
Quanto à paz a que Jesus se referiu e para nos proporcioná-la, disse Ele: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (Jo 14.1-3).
Há os que não creem no arrebatamento dos convertidos a Jesus para o encontro com Ele, nos ares, entre nuvens (1Ts 4.13-18), quando seremos retirados da terra antes da Grande Tribulação; essa promessa de Jesus é a garantia que Ele nos deu de que isso ocorrerá - Ele não mente, Ele não dissimula e a sua promessa vai se cumprir.
Por que então a tristeza, a murmuração, a infelicidade? Se eventualmente passamos por dissabores, dores, aflições não fomos enganados; sabemos que é normal que as dificuldades ocorram; o próprio Senhor Jesus não escondeu isso de nós quando disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16.33).
O fato de termos paz, alegria e felicidade não está firmado em valores humanos, em valores materiais, em índices estatísticos, em índices de aferição de valores terrenos.
Esses índices são secundários para quem recebeu Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador; a nossa segurança [e felicidade] está em nossa paz de que "se estamos em Cristo somos novas criaturas, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (1Co 15.7).
A questão de sermos felizes está na convicção de que temos a vida eterna em Cristo Jesus, que se deu por nós, cabendo a qualquer ser humano aceitá-Lo como único e suficiente Salvador e Senhor para ser recebido na família de Deus, como filho de Deus em caráter eterno (Jo 1.12).
Aqueles que não sofrem por desemprego e nem por inflação [índice de infelicidade] não necessariamente têm a paz verdadeira, nem sempre têm a genuína felicidade; há casos de pessoas consideradas prósperas que deram fim às suas vidas com uma overdose de drogas e até com o suicídio.
Devemos viver na expectativa, na esperança, na convicção, na fé de que Jesus está em nós e conosco tendo o controle de nossas vidas; por isso não nos entregamos, não desanimamos, não reclamamos, não murmuramos (1Co 10.10); nossos procedimentos devem ser pautados na Palavra de Deus; para esse mister um texto preciosíssimo diz:
"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Fp 4.4-7).
Nosso índice de satisfação deve ter três dígitos: F, E, A: "Agora, pois, permanecem a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR, estes três; porém o maior destes é o AMOR" (1Co 13.3).
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