Palavra do leitor
09 de julho de 2026- Visualizações: 29
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Ainda que sejamos inoportunos
Há uns oito anos eu gravava, diariamente, vídeos a respeito da Palavra de Deus, postando-os, por mais de seis meses em uma das redes sociais; fiz, inclusive, gravações externas.
Em um deles esclarecei não se tratar de vanglória, nem ufanismo contar histórias que envolviam a minha pessoa ou os meus familiares; fiz, então, a leitura do texto a seguir como base do que eu iria falar:
"Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério" (2Tm 4.1-5).
A ressaltar que, hoje e à época, "cercarem-se de mestres segundo as suas próprias cobiças" é uma realidade; grassam, junto à população, algumas vãs e sutis filosofias com a finalidade de desacreditar as Sagradas Escrituras e o próprio Deus.
Em um dos vídeos narrei a história a seguir à qual já me referi anteriormente, todavia, reitero que não o faço por vaidade pessoal, nem por ufanismo, mas porque Jesus recomendou o nosso testemunho (Atos 1.8) e fatos envolvendo familiares não deixam de ser testemunhos pessoais.
Há décadas, quando do culto vespertino, entrou um homem já de idade, mais de 60 anos, sentou-se no último banco atento aos louvores, às orações e à pregação; sua fisionomia estava bastante carregada, bem triste como se estivesse passando por graves problemas pessoais.
Ao término do culto, como é costume, os adultos foram para o salão social para tomar um café, conversar, confraternizarem-se; os jovens foram jogar pebolim e pingue-pongue; o Edmar Júnior, meu filho mais velho, à época com vinte anos, foi conversar com aquele senhor e lhe expos o plano de salvação.
O idoso, glória tão somente a Deus, recebeu Jesus naquele momento, converteu-se e, ajoelhando junto com o jovem, publicamente declarou Jesus como seu único e suficiente salvador e senhor pessoal.
O idoso residia ao lado de uma das famílias da Igreja e surpresos por ela soubemos que, na terça-feira, que ele tivera um infarto fulminante, vindo a falecer; foram momentos de tristeza pela sua separação da família dos amigos e dos vizinhos; todavia, foi momento de glorificar a Deus porque, dois dias antes, o referido cidadão havia entregue o coração ao Senhor.
Não fôra aquela conversa com o jovem e sua decisão pessoal de receber o Senhor Jesus ele teria ido para a eternidade distante de Deus, mas, repito, glória a Deus porque aquele homem, agora irmão, conquistara a vida eterna ao lado do Senhor Jesus, e aos pés do nosso Deus.
Concluindo, mesmo que possamos ser considerados inoportunos e/ou incompreendidos pela postura de estar cotidianamente pregando a Palavra de Deus a toda criatura [Marcos 16.15], fazendo discípulos de todas as nações/ensinando-os [Mateus 28.19] e testemunhando (...) até aos confins da terra [Atos 1.8], as recomendações acima transcritas, da carta de Paulo a Timóteo, devem ser obedecidas por todos nós, enquanto cristãos, pois é vontade de Deus que nenhum pereça, mas que todos alcancem o arrependimento.
"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (2Pe 3.9).
Em um deles esclarecei não se tratar de vanglória, nem ufanismo contar histórias que envolviam a minha pessoa ou os meus familiares; fiz, então, a leitura do texto a seguir como base do que eu iria falar:
"Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério" (2Tm 4.1-5).
A ressaltar que, hoje e à época, "cercarem-se de mestres segundo as suas próprias cobiças" é uma realidade; grassam, junto à população, algumas vãs e sutis filosofias com a finalidade de desacreditar as Sagradas Escrituras e o próprio Deus.
Em um dos vídeos narrei a história a seguir à qual já me referi anteriormente, todavia, reitero que não o faço por vaidade pessoal, nem por ufanismo, mas porque Jesus recomendou o nosso testemunho (Atos 1.8) e fatos envolvendo familiares não deixam de ser testemunhos pessoais.
Há décadas, quando do culto vespertino, entrou um homem já de idade, mais de 60 anos, sentou-se no último banco atento aos louvores, às orações e à pregação; sua fisionomia estava bastante carregada, bem triste como se estivesse passando por graves problemas pessoais.
Ao término do culto, como é costume, os adultos foram para o salão social para tomar um café, conversar, confraternizarem-se; os jovens foram jogar pebolim e pingue-pongue; o Edmar Júnior, meu filho mais velho, à época com vinte anos, foi conversar com aquele senhor e lhe expos o plano de salvação.
O idoso, glória tão somente a Deus, recebeu Jesus naquele momento, converteu-se e, ajoelhando junto com o jovem, publicamente declarou Jesus como seu único e suficiente salvador e senhor pessoal.
O idoso residia ao lado de uma das famílias da Igreja e surpresos por ela soubemos que, na terça-feira, que ele tivera um infarto fulminante, vindo a falecer; foram momentos de tristeza pela sua separação da família dos amigos e dos vizinhos; todavia, foi momento de glorificar a Deus porque, dois dias antes, o referido cidadão havia entregue o coração ao Senhor.
Não fôra aquela conversa com o jovem e sua decisão pessoal de receber o Senhor Jesus ele teria ido para a eternidade distante de Deus, mas, repito, glória a Deus porque aquele homem, agora irmão, conquistara a vida eterna ao lado do Senhor Jesus, e aos pés do nosso Deus.
Concluindo, mesmo que possamos ser considerados inoportunos e/ou incompreendidos pela postura de estar cotidianamente pregando a Palavra de Deus a toda criatura [Marcos 16.15], fazendo discípulos de todas as nações/ensinando-os [Mateus 28.19] e testemunhando (...) até aos confins da terra [Atos 1.8], as recomendações acima transcritas, da carta de Paulo a Timóteo, devem ser obedecidas por todos nós, enquanto cristãos, pois é vontade de Deus que nenhum pereça, mas que todos alcancem o arrependimento.
"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (2Pe 3.9).
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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