Palavra do leitor
23 de junho de 2026- Visualizações: 34
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Não devemos descer
Calou fundo em meu coração, em uma reunião de estudo bíblico, constatar a firmeza de Neemias que se recusou a descer quando construía os muros de Jerusalém [por que cessaria a obra?] e foi provocado pelos inimigos a descer "em direção ao terreno deles" para uma eventual discussão ou para fazer-lhe mal (Neemias 6.3).
Embora, na década de 1960, houvesse uma música de um famoso jovem compositor que dizia "pare esse mundo que eu quero descer" não devemos descer do comissionamento do "Ide" ensinar, pregar e testemunhar pois o Senhor Jesus "tornou-se Autor da salvação de todos os que lhe obedecem" (Hb 5.9).
À época, a situação não era tão grave como cantava o compositor, mas havia problemas que, talvez, sejam "pequenas moedas" perante os graves problemas que o mundo vem enfrentando atualmente.
Sim, o mundo está conturbado hodiernamente:
• Tempestades – estado de calamidade pública – Portugal, em fevereiro.
• Incêndios devastadores na Flórida, em maio.
• Vulcões em erupção – o Kilauea pela 36ª. vez desde dez/2024.
Sem contar que fora dos padrões estabelecidos por Deus há acontecimentos/procedimentos anômalos:
• maridos e esposas em relações extraconjugais;
• crianças sendo doutrinadas nas escolas pela "ideologia de gênero";
• doenças outrora desaparecidas retornando com todo o vigor destruidor, além de surgirem novas como, há poucos anos, o Coronavírus.
Com a cartilha do "politicamente correto" temos que nos pronunciar como "se estivéssemos pisando em ovos: cuidado para não quebrar, cuidado para não ofender, cuidado para não satirizar; vivemos esse tempo no qual muitas coisas naturais do passado não podem mais ser pronunciadas.
Que mundo é este que nos obriga a disfarçar, a dissimular, a mentir, pois temos que ser agradáveis aos ouvidos alheios?
A título de exemplo, vou narrar um fato que não atinge terceiras pessoas: eu tenho 1.52 cm. de altura, exatamente isso, mas, se alguém me chamar de "baixinho" [e sou], será que teria eu o direito de processá-lo e requerer indenização por perdas e danos morais?
Embora "cara pálido", sou neto de afrodescendente, se alguém me apelidar de "negro" posso processá-lo por preconceito racial?
Quando fazem piadas com os mineiros, como eu sou, posso me ofender e entrar em regime litigioso para receber "indenizações"? - e o que é que dizem sobre nós? – que tudo denominamos de "trem", menos o trem verdadeiro; que dizemos "uai" seja qual for o assunto; que somos "mineirim", "dimais da conta" etc.
Sim, nós mineiros temos esse linguajar; se eu fosse um mineiro mal intencionado ficaria rico nos tribunais da Justiça brasileira; um milhãozinho aqui, um milhãozinho ali, um milhãozinho acolá e o cofre do banco não teria espaço para tantos bens materiais sem necessidade até de recursos a instâncias superiores.
Estão aí os diversos horrores dessa cartilha do politicamente correto, mas não é hora de descer, não é hora de enriquecer aproveitando-nos do politicamente incorreto; permaneçamos com a Palavra de Deus, que nos ensina: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mc 8.36).
Quanto às disputas judiciais, quanto aos litígios eles só nos levam à desunião, à perda de amigos em indiscutível dissonância com o que orienta a Palavra de Deus: "Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos" (Sl 133.1).
Não devemos descer, voltemos à "inocência infantil" de um passado não muito remoto, pois quando crianças conversávamos e brincávamos livremente e não ofendíamos uma com à outra; se brigávamos, alguns minutos depois nos abraçávamos e vivíamos até as ficções da época.
"Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus" (Mt 19.14).
Quanto a esse mundo, hodiernamente conturbado, podemos descomplicá-lo agindo com amor em todas e quaisquer situações se tudo fizermos, seja o que for, para a glória de Deus:
"Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1Co 10.31).
Se não descermos haverá amigos, haverá união, haverá paz; - se ao planejarmos algum ato que envolva riscos de ofensas ao próximo perguntarmos a nós mesmos: "chamar o meu amigo disso ou daquilo é para a glória de Deus?" – se a resposta for positiva vamos em frente; se for negativa é melhor calar, não discutir, não brigar.
"Sabei estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tg 1.19-20).
Embora, na década de 1960, houvesse uma música de um famoso jovem compositor que dizia "pare esse mundo que eu quero descer" não devemos descer do comissionamento do "Ide" ensinar, pregar e testemunhar pois o Senhor Jesus "tornou-se Autor da salvação de todos os que lhe obedecem" (Hb 5.9).
À época, a situação não era tão grave como cantava o compositor, mas havia problemas que, talvez, sejam "pequenas moedas" perante os graves problemas que o mundo vem enfrentando atualmente.
Sim, o mundo está conturbado hodiernamente:
• Tempestades – estado de calamidade pública – Portugal, em fevereiro.
• Incêndios devastadores na Flórida, em maio.
• Vulcões em erupção – o Kilauea pela 36ª. vez desde dez/2024.
Sem contar que fora dos padrões estabelecidos por Deus há acontecimentos/procedimentos anômalos:
• maridos e esposas em relações extraconjugais;
• crianças sendo doutrinadas nas escolas pela "ideologia de gênero";
• doenças outrora desaparecidas retornando com todo o vigor destruidor, além de surgirem novas como, há poucos anos, o Coronavírus.
Com a cartilha do "politicamente correto" temos que nos pronunciar como "se estivéssemos pisando em ovos: cuidado para não quebrar, cuidado para não ofender, cuidado para não satirizar; vivemos esse tempo no qual muitas coisas naturais do passado não podem mais ser pronunciadas.
Que mundo é este que nos obriga a disfarçar, a dissimular, a mentir, pois temos que ser agradáveis aos ouvidos alheios?
A título de exemplo, vou narrar um fato que não atinge terceiras pessoas: eu tenho 1.52 cm. de altura, exatamente isso, mas, se alguém me chamar de "baixinho" [e sou], será que teria eu o direito de processá-lo e requerer indenização por perdas e danos morais?
Embora "cara pálido", sou neto de afrodescendente, se alguém me apelidar de "negro" posso processá-lo por preconceito racial?
Quando fazem piadas com os mineiros, como eu sou, posso me ofender e entrar em regime litigioso para receber "indenizações"? - e o que é que dizem sobre nós? – que tudo denominamos de "trem", menos o trem verdadeiro; que dizemos "uai" seja qual for o assunto; que somos "mineirim", "dimais da conta" etc.
Sim, nós mineiros temos esse linguajar; se eu fosse um mineiro mal intencionado ficaria rico nos tribunais da Justiça brasileira; um milhãozinho aqui, um milhãozinho ali, um milhãozinho acolá e o cofre do banco não teria espaço para tantos bens materiais sem necessidade até de recursos a instâncias superiores.
Estão aí os diversos horrores dessa cartilha do politicamente correto, mas não é hora de descer, não é hora de enriquecer aproveitando-nos do politicamente incorreto; permaneçamos com a Palavra de Deus, que nos ensina: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mc 8.36).
Quanto às disputas judiciais, quanto aos litígios eles só nos levam à desunião, à perda de amigos em indiscutível dissonância com o que orienta a Palavra de Deus: "Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos" (Sl 133.1).
Não devemos descer, voltemos à "inocência infantil" de um passado não muito remoto, pois quando crianças conversávamos e brincávamos livremente e não ofendíamos uma com à outra; se brigávamos, alguns minutos depois nos abraçávamos e vivíamos até as ficções da época.
"Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus" (Mt 19.14).
Quanto a esse mundo, hodiernamente conturbado, podemos descomplicá-lo agindo com amor em todas e quaisquer situações se tudo fizermos, seja o que for, para a glória de Deus:
"Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1Co 10.31).
Se não descermos haverá amigos, haverá união, haverá paz; - se ao planejarmos algum ato que envolva riscos de ofensas ao próximo perguntarmos a nós mesmos: "chamar o meu amigo disso ou daquilo é para a glória de Deus?" – se a resposta for positiva vamos em frente; se for negativa é melhor calar, não discutir, não brigar.
"Sabei estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tg 1.19-20).
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