Palavra do leitor
08 de junho de 2026- Visualizações: 30
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Os dois lados da moeda!
"Se creio em Deus, não migro a minha responsabilidade e o meu respeito que devo despender ao ser humano para Deus’’.
Texto de Lucas 15.11-32
O ponto central, o problema chave e a tônica a ser enfrentada do período ao qual estamos, do tempo no qual nos encontramos, não se constata em provar, em demonstrar e em afirmar nossa fé em Deus, em ser o evangelho de Cristo Jesus (o destino, o sentido e o motivo para o ser humano) para convencer as pessoas sobre a fé cristã. Não e não, mas sim por sermos confrontados a apresentar a fé vinculada, ligada, entremeada e cooptada ao amor em e por Cristo Jesus. Decerto, sem fé é impossível agradar a Deus e sem o amor é impossível tornar essa fé como um meio para libertar e transformar a realidade, sem resgatar a confiança em Deus e na vida humana.
Sem essa confiança, como pré-requisito ou condição fundamental para promover uma confiança interpessoal, todos as esferas da vida prosseguirão a ser um vácuo. A confiança, aqui, discorrida não nega os poderes do mal, das potestades, dos protetorados e do mais aterrador, ou seja, do coração enredado de farsas, de enganos e de mentiras do ser humano. Não há nenhuma leitura ingênua sobre o mal, as injustiças, as iniquidades, as manipulações sórdidas, os interesses escusos e tudo configurado pelas engrenagens do mal, pelo qual a vida humana se reduz a ser um objeto e descartável.
Deveras, essa confiança sempre vai requerer a coragem, a honestidade, a integridade e a verdade para o amor a si mesmo, a Deus e ao próximo, numa tríade indissolúvel, indissociável, inextricável, incólume, em e por Jesus Cristo. A ausência dessa confiança, desse amor a nós mesmos, por tal modo, pode me levar a ser um preconizador de um amor acrítico ou como se concebesse numa deidade para julgar, condenar e execrar ou abominar.
Nessa linha de raciocínio, a parábola do filho pródigo e do irmão deste serve como uma leitura honesta e inquietadora, quando tratamos aqueles que estão no mundo ou se afastaram como inferiores, como amaldiçoados, como endemoninhados, como escória, como resto, como regurgitáveis, como desprezíveis, como perdidos e como desgraçados. Entrementes ou enquanto isso, muitas vezes, não agimos como o irmão mais velho, na célebre parábola descrita por Jesus, como propagadores de excessos de apontamentos? Sem sombra de dúvida, não está mais do que na hora de começar a encarar os fatos, a ler a verdade, sem rodeios, de viver a mudança e a modificação para viver a realidade, a partir da perspectiva, com relação tanto a nós mesmos quanto ao nosso próximo, da maneira como o pai lidou com uma generosidade, com uma gratidão, com uma vivacidade radical e curadora?
Não posso obliterar ou deixar desaparecer, enquanto não nos atentarmos para o segredo do pai, a parábola permanecerá como uma história incompleta. Grosso modo, o segredo desvelado se encontra no amor ao próximo, no amor incondicional, no amor que nos ama de qualquer maneira, no amor libertador e transformador, no amor sem compensações e trocas, em favor dos dois filhos e não apenas de um.
Salienta-se, a parábola do filho pródigo, do filho perdido, como também a parábola dos dois filhos perdidos, dos dois irmãos e de seu pai grato por ambos, generoso por ambos os filhos, agradecido pelos filhos. A suposta moralidade do irmão mais velho, a pretensa virtude de que fazia o que é certo, a necessidade de alardear de que seguia o roteiro para ser aceito nos mostra e nos demonstra de que isso retrata um estado de prepotência, de cinismo, de indiferença, de orgulho e pode nos fazer reféns e confinados em prisões de conformismo e hipocrisia.
O perigo de não ser ver como irmão, distanciou o irmão mais velho de viver a presença do amor misericordioso, perdoador, generoso, grato, agradecido, de entrega, de reconsideração e incondicional do pai ou do Deus Ser Humano Jesus Cristo. É bem verdade, aquele filho perdido pode nos ensinar sobre os efeitos de uma vida de alienação, de quem se perdeu nos labirintos do mundo, quem foi para longe, quem foi para baixo, quem foi e se baniu para aquele que nunca saiu de casa, da comunhão dos santos.
A parábola do filho perdido, as duas faces da mesma moeda, porque, de um lado, o amor da aceitação ao receber o filho perdido e, do outro lado, o amor para remover o filho mais velho da postura de ignorar e de menosprezar esse amor incondicional, diga-se de passagem, inclusive, anota-se, para os de casa e ambos tirarem experiências primorosas.
Texto de Lucas 15.11-32
O ponto central, o problema chave e a tônica a ser enfrentada do período ao qual estamos, do tempo no qual nos encontramos, não se constata em provar, em demonstrar e em afirmar nossa fé em Deus, em ser o evangelho de Cristo Jesus (o destino, o sentido e o motivo para o ser humano) para convencer as pessoas sobre a fé cristã. Não e não, mas sim por sermos confrontados a apresentar a fé vinculada, ligada, entremeada e cooptada ao amor em e por Cristo Jesus. Decerto, sem fé é impossível agradar a Deus e sem o amor é impossível tornar essa fé como um meio para libertar e transformar a realidade, sem resgatar a confiança em Deus e na vida humana.
Sem essa confiança, como pré-requisito ou condição fundamental para promover uma confiança interpessoal, todos as esferas da vida prosseguirão a ser um vácuo. A confiança, aqui, discorrida não nega os poderes do mal, das potestades, dos protetorados e do mais aterrador, ou seja, do coração enredado de farsas, de enganos e de mentiras do ser humano. Não há nenhuma leitura ingênua sobre o mal, as injustiças, as iniquidades, as manipulações sórdidas, os interesses escusos e tudo configurado pelas engrenagens do mal, pelo qual a vida humana se reduz a ser um objeto e descartável.
Deveras, essa confiança sempre vai requerer a coragem, a honestidade, a integridade e a verdade para o amor a si mesmo, a Deus e ao próximo, numa tríade indissolúvel, indissociável, inextricável, incólume, em e por Jesus Cristo. A ausência dessa confiança, desse amor a nós mesmos, por tal modo, pode me levar a ser um preconizador de um amor acrítico ou como se concebesse numa deidade para julgar, condenar e execrar ou abominar.
Nessa linha de raciocínio, a parábola do filho pródigo e do irmão deste serve como uma leitura honesta e inquietadora, quando tratamos aqueles que estão no mundo ou se afastaram como inferiores, como amaldiçoados, como endemoninhados, como escória, como resto, como regurgitáveis, como desprezíveis, como perdidos e como desgraçados. Entrementes ou enquanto isso, muitas vezes, não agimos como o irmão mais velho, na célebre parábola descrita por Jesus, como propagadores de excessos de apontamentos? Sem sombra de dúvida, não está mais do que na hora de começar a encarar os fatos, a ler a verdade, sem rodeios, de viver a mudança e a modificação para viver a realidade, a partir da perspectiva, com relação tanto a nós mesmos quanto ao nosso próximo, da maneira como o pai lidou com uma generosidade, com uma gratidão, com uma vivacidade radical e curadora?
Não posso obliterar ou deixar desaparecer, enquanto não nos atentarmos para o segredo do pai, a parábola permanecerá como uma história incompleta. Grosso modo, o segredo desvelado se encontra no amor ao próximo, no amor incondicional, no amor que nos ama de qualquer maneira, no amor libertador e transformador, no amor sem compensações e trocas, em favor dos dois filhos e não apenas de um.
Salienta-se, a parábola do filho pródigo, do filho perdido, como também a parábola dos dois filhos perdidos, dos dois irmãos e de seu pai grato por ambos, generoso por ambos os filhos, agradecido pelos filhos. A suposta moralidade do irmão mais velho, a pretensa virtude de que fazia o que é certo, a necessidade de alardear de que seguia o roteiro para ser aceito nos mostra e nos demonstra de que isso retrata um estado de prepotência, de cinismo, de indiferença, de orgulho e pode nos fazer reféns e confinados em prisões de conformismo e hipocrisia.
O perigo de não ser ver como irmão, distanciou o irmão mais velho de viver a presença do amor misericordioso, perdoador, generoso, grato, agradecido, de entrega, de reconsideração e incondicional do pai ou do Deus Ser Humano Jesus Cristo. É bem verdade, aquele filho perdido pode nos ensinar sobre os efeitos de uma vida de alienação, de quem se perdeu nos labirintos do mundo, quem foi para longe, quem foi para baixo, quem foi e se baniu para aquele que nunca saiu de casa, da comunhão dos santos.
A parábola do filho perdido, as duas faces da mesma moeda, porque, de um lado, o amor da aceitação ao receber o filho perdido e, do outro lado, o amor para remover o filho mais velho da postura de ignorar e de menosprezar esse amor incondicional, diga-se de passagem, inclusive, anota-se, para os de casa e ambos tirarem experiências primorosas.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
08 de junho de 2026- Visualizações: 30
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.
Ultimato quer falar com você.
A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.
PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.

Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Revista Ultimato
- +lidos
- +comentados
- Desnudar-se publicamente
- Diversidade de letrinhas
- O novo paradigma do ministério pastoral na era da Inteligência Artificial
- O sol parou mesmo? Onde está o milagre?
- O cristão e a vida intelectual
- Pai, dê presença e não presente
- O olhar de Jesus melhora o meu (e não o contrário)
- O Deus Profeta é o Deus Sacerdote e o Deus Sacerdote é o Deus Profeta?
- Reflexão. Cuidado com a ajuda
- A beleza dos caminhos improváveis
(31)3611 8500
(31)99437 0043






