Palavra do leitor
09 de junho de 2026- Visualizações: 27
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Cuidado: frágil!
Talvez cada bebê devesse chegar à vida com um pequeno aviso preso ao peito:
Cuidado: frágil!
E, quem sabe, nunca mais o tirássemos.
Porque a verdade é simples demais para ser negada:
somos delicados como sopro,
finos como névoa ao amanhecer.
Ainda assim, gostamos de vestir a fantasia de que somos fortes.
Erguemos discursos, músculos, diplomas, conquistas.
Mas bastou um vírus — minúsculo, invisível, silencioso —
para expor nossa nudez.
Bastou a doença que assusta, o diagnóstico que chega sem pedir licença,
para lembrarmos daquilo que sempre foi real:
𝐒𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐟𝐫á𝐠𝐞𝐢𝐬
Tiago, o amigo íntimo de Jesus, também experimentou essa verdade.
Atos 12 sussurra seu fim abrupto,
engolido pela política de um rei sedento por aplausos.
Herodes Agripa acenava aos poderosos,
buscando o brilho que sustenta reinos passageiros,
e Tiago se tornou moeda nessa negociação.
Tão preparado.
Tão importante.
Tão humano — e, portanto, tão vulnerável.
Afinal, quem pode dizer que o destaque dá imunidade?
Quem pode garantir que o preparo nos blinda?
A morte não pede permissão ao currículo,
e a fraqueza não distingue notoriedade.
Até Agripa, que parecia tocar o céu com as próprias mãos,
caiu antes do capítulo terminar.
Foi tragado por uma doença que nem seu trono conseguiu deter.
Assim é a vida: todos caminham pela mesma estrada poeirenta
onde o fim visita sem cerimônia (Ec 9:2; Rm 5:12).
Mas — ah, bendito seja — não terminamos na fragilidade.
Ela não é nossa sentença final.
Há um que é forte o bastante
para tomar a morte pelas mãos
e fazê-la perder o controle.
É por causa dele que ousamos cantar:
"Onde está, ó morte, a tua vitória?
Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1Co 15:55).
E Ele nos olha nos olhos e diz:
"Eu sou a ressurreição e a vida.
Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.
E quem vive e crê em mim jamais morrerá." (Jo 11:25–26)
E então, diante de nossa fragilidade tão evidente,
resta a pergunta mais profunda de todas:
𝐕𝐨𝐜ê 𝐜𝐫ê 𝐧𝐢𝐬𝐬𝐨?
Cuidado: frágil!
E, quem sabe, nunca mais o tirássemos.
Porque a verdade é simples demais para ser negada:
somos delicados como sopro,
finos como névoa ao amanhecer.
Ainda assim, gostamos de vestir a fantasia de que somos fortes.
Erguemos discursos, músculos, diplomas, conquistas.
Mas bastou um vírus — minúsculo, invisível, silencioso —
para expor nossa nudez.
Bastou a doença que assusta, o diagnóstico que chega sem pedir licença,
para lembrarmos daquilo que sempre foi real:
𝐒𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐟𝐫á𝐠𝐞𝐢𝐬
Tiago, o amigo íntimo de Jesus, também experimentou essa verdade.
Atos 12 sussurra seu fim abrupto,
engolido pela política de um rei sedento por aplausos.
Herodes Agripa acenava aos poderosos,
buscando o brilho que sustenta reinos passageiros,
e Tiago se tornou moeda nessa negociação.
Tão preparado.
Tão importante.
Tão humano — e, portanto, tão vulnerável.
Afinal, quem pode dizer que o destaque dá imunidade?
Quem pode garantir que o preparo nos blinda?
A morte não pede permissão ao currículo,
e a fraqueza não distingue notoriedade.
Até Agripa, que parecia tocar o céu com as próprias mãos,
caiu antes do capítulo terminar.
Foi tragado por uma doença que nem seu trono conseguiu deter.
Assim é a vida: todos caminham pela mesma estrada poeirenta
onde o fim visita sem cerimônia (Ec 9:2; Rm 5:12).
Mas — ah, bendito seja — não terminamos na fragilidade.
Ela não é nossa sentença final.
Há um que é forte o bastante
para tomar a morte pelas mãos
e fazê-la perder o controle.
É por causa dele que ousamos cantar:
"Onde está, ó morte, a tua vitória?
Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1Co 15:55).
E Ele nos olha nos olhos e diz:
"Eu sou a ressurreição e a vida.
Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.
E quem vive e crê em mim jamais morrerá." (Jo 11:25–26)
E então, diante de nossa fragilidade tão evidente,
resta a pergunta mais profunda de todas:
𝐕𝐨𝐜ê 𝐜𝐫ê 𝐧𝐢𝐬𝐬𝐨?
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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