Palavra do leitor
16 de junho de 2026- Visualizações: 23
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Não abandone o caído
Passamos por momentos de "narrativas", tudo é narrativa, quer sejam histórias (realidade), quer sejam estórias (ficção); aprecio uma estória que me contaram há anos, a qual narro a seguir pois entendo que deve ser aplicada em nossas vidas, em nossos procedimentos.
O oceano estava bravo, revolto e suas fortes ondas expeliam milhares, quiçá milhões de peixes caídos na areia; eles ficavam se debatendo até morrer fora d’água, que não era o seu "habitat" natural.
Um marinheiro aposentado, bem idoso, na beirada da calçada, observava sem se assustar com aquele desastre da natureza, enorme e irreversível, com o qual já estava acostumado, pois sabia que não poderia reverter a trágica mortandade desses peixes caídos na areia.
Correndo pela praia apareceu um menino simples, de uns oito anos de idade, catando peixinhos, um a um, e devolvendo-os ao oceano bravio; o marujo, então, lhe disse: "isso que você está fazendo não vai adiantar nada", pois a cada peixinho apanhado por você, outros milhares estão sendo expelidos e ficarão caídos nessa areia quente.
Aquela criança inocente, então, deu uma paradinha, olhou de frente para aquele sábio senhor, abaixou-se novamente, pegou outro peixe e o jogou na água dizendo: "para este adiantou!"
Na seara de Deus, o trabalho, que parece insano, também é alvo de chacotas, questionamentos: "por que você faz isso?" - "por que você vive falando a respeito de Deus para uma multidão caída que não quer ouvir?" – "isso não vai adiantar nada!"
No meu entendimento não devemos nos preocupar com as estatísticas/ números, mas com vidas; "o mundo, segundo a Palavra de Deus, jaz no maligno" (1Jo 5.19), mas ela nos afirma que Deus "não quer que nenhum pereça, senão que todos alcancem o arrependimento" (2Pe 3.9).
Mister, então, se faz que "catemos peixinhos", um a um, nesse mundo pecaminoso/caído e os devolvamos ao seu habitat natural, as águas, pois "há maior regozijo, no céu, por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento" (Lc 15.7).
Também não podemos nos olvidar com o fato de que "a seara é grande, mas poucos são os trabalhadores" (Lc 10.2); temos que rogar ao Senhor que envie trabalhadores para a sua seara, pois os "campos já estão brancos" (Jo 4.35).
Temos que proceder como aquele menino sempre crendo e afirmando "para este adiantou" e não são poucos os que caídos dizem ter "mudado de vida" depois dessas pregações solitárias.
Todos nós fomos comissionados pelo "Ide" citado por Jesus, confirma-nos a Palavra de Deus: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (1Pe 2.9).
Essa convicção remete-nos à Palavra de Deus, pois ela nos garante: "Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!" (Rm 10.13-15).
Coisa boa é a Palavra de Deus, o mundo dela anseia, dela está sedento; os pés daquela criança, catando peixinhos e devolvendo-os à vida são formosos; o amor cristão por vidas é que leva os obedientes ao comissionamento do "ide" à cata de almas, almas que nunca ouviram falar do Senhor Jesus, em torno de 6 bilhões de pessoas, para que sejam salvas pela pregação da Palavra de Deus.
• "Quando eu disser ao perverso: Certamente morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o perverso, e ele não se converter da sua maldade e do seu caminho perverso, ele morrerá na sua iniquidade, mas tu salvaste a tua alma" (Ez 3.18-19).
• "Como poderemos dizer que amamos a Deus, a quem não vemos, se não amamos o próximo a quem vemos?" (1Jo 4.20).
"Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (1Jo 3.16).
O oceano estava bravo, revolto e suas fortes ondas expeliam milhares, quiçá milhões de peixes caídos na areia; eles ficavam se debatendo até morrer fora d’água, que não era o seu "habitat" natural.
Um marinheiro aposentado, bem idoso, na beirada da calçada, observava sem se assustar com aquele desastre da natureza, enorme e irreversível, com o qual já estava acostumado, pois sabia que não poderia reverter a trágica mortandade desses peixes caídos na areia.
Correndo pela praia apareceu um menino simples, de uns oito anos de idade, catando peixinhos, um a um, e devolvendo-os ao oceano bravio; o marujo, então, lhe disse: "isso que você está fazendo não vai adiantar nada", pois a cada peixinho apanhado por você, outros milhares estão sendo expelidos e ficarão caídos nessa areia quente.
Aquela criança inocente, então, deu uma paradinha, olhou de frente para aquele sábio senhor, abaixou-se novamente, pegou outro peixe e o jogou na água dizendo: "para este adiantou!"
Na seara de Deus, o trabalho, que parece insano, também é alvo de chacotas, questionamentos: "por que você faz isso?" - "por que você vive falando a respeito de Deus para uma multidão caída que não quer ouvir?" – "isso não vai adiantar nada!"
No meu entendimento não devemos nos preocupar com as estatísticas/ números, mas com vidas; "o mundo, segundo a Palavra de Deus, jaz no maligno" (1Jo 5.19), mas ela nos afirma que Deus "não quer que nenhum pereça, senão que todos alcancem o arrependimento" (2Pe 3.9).
Mister, então, se faz que "catemos peixinhos", um a um, nesse mundo pecaminoso/caído e os devolvamos ao seu habitat natural, as águas, pois "há maior regozijo, no céu, por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento" (Lc 15.7).
Também não podemos nos olvidar com o fato de que "a seara é grande, mas poucos são os trabalhadores" (Lc 10.2); temos que rogar ao Senhor que envie trabalhadores para a sua seara, pois os "campos já estão brancos" (Jo 4.35).
Temos que proceder como aquele menino sempre crendo e afirmando "para este adiantou" e não são poucos os que caídos dizem ter "mudado de vida" depois dessas pregações solitárias.
Todos nós fomos comissionados pelo "Ide" citado por Jesus, confirma-nos a Palavra de Deus: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (1Pe 2.9).
Essa convicção remete-nos à Palavra de Deus, pois ela nos garante: "Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!" (Rm 10.13-15).
Coisa boa é a Palavra de Deus, o mundo dela anseia, dela está sedento; os pés daquela criança, catando peixinhos e devolvendo-os à vida são formosos; o amor cristão por vidas é que leva os obedientes ao comissionamento do "ide" à cata de almas, almas que nunca ouviram falar do Senhor Jesus, em torno de 6 bilhões de pessoas, para que sejam salvas pela pregação da Palavra de Deus.
• "Quando eu disser ao perverso: Certamente morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o perverso, e ele não se converter da sua maldade e do seu caminho perverso, ele morrerá na sua iniquidade, mas tu salvaste a tua alma" (Ez 3.18-19).
• "Como poderemos dizer que amamos a Deus, a quem não vemos, se não amamos o próximo a quem vemos?" (1Jo 4.20).
"Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (1Jo 3.16).
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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