Palavra do leitor
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O bilhete de entrada, quero devolver?
"Não sou responsável por suas escolhas e muito menos a causa de tais’’.
Texto de Jó 1.21
A emblemática e antológica obra redigida pelo célebre escritor russo – Fiodor Dostoiévski, quando, no capitulo intitulado de a Revolta, apresenta a conversa estabelecida entre Aliocha e Ivan Karamazov, com a intenção de devolver o bilhete de entrada. Deve ser anotado, o bilhete de entrada, como uma resposta de aversão a vida, diante das aflições e dos sofrimentos e, negar seria uma temeridade, o quanto isso, ainda hoje, nos incomoda, embora até possamos lograr um alívio, ao folhear o texto de Jó 1. 21. Vamos adiante, toda a devolução de um presente pode ser visto como uma afronta de quem se dispôs a conceder.
Nessa linha de raciocínio, o bilhete de entrada para vida não pode ser devolvido, não pode ser descartado, não pode ser diminuído, não pode ser rebaixado, não pode ser desdenhado. Afinal, a vida não se estabelece, tão somente, num presente, por ser, também, uma tarefa, uma missão, com uma finalidade e como uma oportunidade. Se não compreendermos de que a eternidade é Deus, como aquela que está agora, que está e quer está conosco, que estava e que estará eternamente presente em cada momento da nossa vida, como aquilo que é, que era e que será verdadeiro, justo, bondoso, digno e pleno. Decerto, ao olhar para esse mundo, somos confrontados por uma sucessão de dissabores e o quanto nos apetece ou nos apraz escondermos-nos em reinos paralelos, em vislumbrar e acalentar uma compensação no além, porque, daqui, nada de bom se pode esperar ou se pode? Mesmo assim, o nosso caminho para a eternidade, não enfraquece, nem anula e muito menos negar o sim a vida, a partir do aqui e do agora, do nosso presente, da nossa realidade. É bem verdade, ao permitirmos sermos alcançados por Jesus Cristo, há uma entrançar entre a divindade e a humanidade, malgrado não se percam em suas singularidades, não se confundem, não se distorcem, não se deformam, como se o que se manifestasse no céu (a fé, a esperança e o amor), por via concomitante, também, tivesse validade entre nós. Anota – se, essas virtudes desaguam como um presente gratuito e copioso para que nessa entrada ou com que esse bilhete de entrada, expressamente, possamos viver sobre a ótica dessa Maravilhosa Graça e são de ordem humanas, com a intenção de que o ser humano, cada um de nós, pudessem exercer o livre ato de escolha para vivê-la ou não. De observar, a liberdade de o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo não dilacera ou nega ou anula a liberdade humana. O quanto isso vai além de êxtases místicos, de ímpetos emocionais e isto implica, em contrapartida, sermos inebriados com a alegria do Espírito Santo para prosseguir, porque o melhor está no porvir, mormente já posamos viver lampejos, réstias, fragmentos, partículas disso, a partir deste oikos. Quiçá ou talvez, não necessitamos ser envolvido por esse Deus Jesus Cristo que nos impele a se mover por esse amor ou por esse se importar, para viver a manifestação do céu e da terra, da Trindade que quer se encontrar conosco, do divino e do humano, do sacro e do secular, sermos embevecidos por essa Trindade das virtudes para a eternidade, para o eterno. Acredito, piamente, por mais que sejamos levados a devolver o bilhete de entrada, com destaque, quando as fraquezas, os pecados ou as alienações, os vícios ou as torpezas, as injustiças e as iniquidades, os abusos e as arbitrariedades, as perdas e os dissabores, os vazios e as vaguezas, as frustrações e as traições compõem a nossa vida e são partes das páginas da nossa vida.
Destarte, o ato sacrificial de Jesus Cristo visou e continua a visa a nos ajudar a efetuar uma leitura de nossas qualidades e de que podemos cultivados por essas virtudes para sermos nós mesmos, para sermos mais humanos, para sermos reflexos da dignidade e do respeito à vida e a vida humana, para sermos demasiadamente e radicalmente imagem e semelhança de Deus, com a constatação de que o bilhete não precisa ser devolvido.
Texto de Jó 1.21
A emblemática e antológica obra redigida pelo célebre escritor russo – Fiodor Dostoiévski, quando, no capitulo intitulado de a Revolta, apresenta a conversa estabelecida entre Aliocha e Ivan Karamazov, com a intenção de devolver o bilhete de entrada. Deve ser anotado, o bilhete de entrada, como uma resposta de aversão a vida, diante das aflições e dos sofrimentos e, negar seria uma temeridade, o quanto isso, ainda hoje, nos incomoda, embora até possamos lograr um alívio, ao folhear o texto de Jó 1. 21. Vamos adiante, toda a devolução de um presente pode ser visto como uma afronta de quem se dispôs a conceder.
Nessa linha de raciocínio, o bilhete de entrada para vida não pode ser devolvido, não pode ser descartado, não pode ser diminuído, não pode ser rebaixado, não pode ser desdenhado. Afinal, a vida não se estabelece, tão somente, num presente, por ser, também, uma tarefa, uma missão, com uma finalidade e como uma oportunidade. Se não compreendermos de que a eternidade é Deus, como aquela que está agora, que está e quer está conosco, que estava e que estará eternamente presente em cada momento da nossa vida, como aquilo que é, que era e que será verdadeiro, justo, bondoso, digno e pleno. Decerto, ao olhar para esse mundo, somos confrontados por uma sucessão de dissabores e o quanto nos apetece ou nos apraz escondermos-nos em reinos paralelos, em vislumbrar e acalentar uma compensação no além, porque, daqui, nada de bom se pode esperar ou se pode? Mesmo assim, o nosso caminho para a eternidade, não enfraquece, nem anula e muito menos negar o sim a vida, a partir do aqui e do agora, do nosso presente, da nossa realidade. É bem verdade, ao permitirmos sermos alcançados por Jesus Cristo, há uma entrançar entre a divindade e a humanidade, malgrado não se percam em suas singularidades, não se confundem, não se distorcem, não se deformam, como se o que se manifestasse no céu (a fé, a esperança e o amor), por via concomitante, também, tivesse validade entre nós. Anota – se, essas virtudes desaguam como um presente gratuito e copioso para que nessa entrada ou com que esse bilhete de entrada, expressamente, possamos viver sobre a ótica dessa Maravilhosa Graça e são de ordem humanas, com a intenção de que o ser humano, cada um de nós, pudessem exercer o livre ato de escolha para vivê-la ou não. De observar, a liberdade de o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo não dilacera ou nega ou anula a liberdade humana. O quanto isso vai além de êxtases místicos, de ímpetos emocionais e isto implica, em contrapartida, sermos inebriados com a alegria do Espírito Santo para prosseguir, porque o melhor está no porvir, mormente já posamos viver lampejos, réstias, fragmentos, partículas disso, a partir deste oikos. Quiçá ou talvez, não necessitamos ser envolvido por esse Deus Jesus Cristo que nos impele a se mover por esse amor ou por esse se importar, para viver a manifestação do céu e da terra, da Trindade que quer se encontrar conosco, do divino e do humano, do sacro e do secular, sermos embevecidos por essa Trindade das virtudes para a eternidade, para o eterno. Acredito, piamente, por mais que sejamos levados a devolver o bilhete de entrada, com destaque, quando as fraquezas, os pecados ou as alienações, os vícios ou as torpezas, as injustiças e as iniquidades, os abusos e as arbitrariedades, as perdas e os dissabores, os vazios e as vaguezas, as frustrações e as traições compõem a nossa vida e são partes das páginas da nossa vida.
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