Palavra do leitor
22 de junho de 2026- Visualizações: 32
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Penso, logo existo ou Existo, porque pertenço?
Texto de Efésios 4.16
A frase dita pelo pensador francês René Descartes, com a célebre alcunha – Penso, logo existo –, embora possa se adequar, com veemência, diante de uma cultura marcada pelas conveniências, parece nos deixar incompletos. Decerto, trago ao palco dessa minuciosa reflexão, o termo extraído do dialeto africano ora denominado de ubuntu, com a tradução de uma pessoa ser uma pessoa, por intermédio de outras pessoas. Destarte, não basta pensar, sentir, estar, porque se faz condição fundamental pertencer, participar, partilhar e perseverar. Eis os atributos daqueles alcançados pela manifestação do evangelho das beatitudes de Jesus de Nazaré, de Jesus Cristo, da crença de Deus em prol do ser humano, porque são levados a uma fé de encontro e de encontro com outros seres humanos (não com os animais, nem com os anjos e muito menos com divindades). Além do mais, não há como prescindir desses encontros com outros seres humanos para sermos humanos. Afinal, ninguém adentrou nesse oikos ou lugar comum da humanidade pronto.
Por mais que alguns possam negar, a leitura do ser humano sem o outro, do evangelho sem o outro, da cruz de Cristo que não leva ao outro (e, a começar, por aquele bem ao meu lado) não passa de uma ilusão, de uma afronta, de uma vergonha e de uma contradição. Ora, a máscara de Deus, Jesus Cristo, desceu as ladeiras para mostrar e demonstrar que o ato de remissão ou de remoção de todo o estado de culpa e de condenação sempre com a intenção de nos levar ao pertencimento, ao ministério de que pertenço e não sou um banido. Novamente deve ser reiterado, reforçado, realçado e ressaltado, desculpe-me pela redundância, não somente Penso, logo existo, porque transcende, irrompe, não fica nessa fronteira e me direciona a responder: Existo, porque pertenço, porque partilho, porque persevero e porque acredito. Devo abrir um parêntese e declarar, devido a uma interpretação de muitos arraiais se valerem da analogia da Copa do Mundo, como se ser igreja fosse um time. Ouso, sem ser hostil e abeluca ou estúpido, endosso, valido e testifico de que ser igreja entrança ser um corpo e um corpo ajustado pela forma do Deus Criador de tudo e de todos, ou seja, por Jesus Cristo. Digo isso, porque times se desfazem, atendem a momentos pontuais e perfuntórios ou passageiros, acarretam êxtases naquele instante. Diferentemente do corpo, em função de ser um meio para promover a vida, as beatitudes do evangelho transformador, da crença de modificação, em nossas vidas, e o quanto me faz compreender de que ser igreja traz o desafio de estarmos juntos, sem perder a individualidade, a responsabilidade por nossa vida e isto implica não descartar o outro.
Atentemos, dispomos de dons, de habilidades e de vocações que não são as mesmas e como se interligam para sermos porta-vozes das bem aventuranças. Dou mais uma abordagem, pertenço ao Deus Ser Humano Jesus Cristo e o efeito me direciona para uma vida de compaixão, de dedicação, de esmero, de partilha, de fazer o outro pertencer, de entrega, de renúncia, de generosidade, de gratidão, de hospitalidade, de justiça, de fazer o que é certo, de viver a paz que conserta, que preenche e que coloca no lugar, de viver a esperança que me faz ir adiante, de não se envergonhar de se refazer e do outro, também, de ser inundado pela vivacidade da presença do Espírito do Deus Jesus Cristo. Ao pertencer ao Corpo de Cristo, pertenço ao chamado para certeza inafastável de que as pessoas são mais importantes do que os dons, do que as profecias, do que as revelações, do que os objetos, do que as honrarias, do que os aplausos, do que as preferências. É bem verdade, se permanecer na questão de ser um time, fatalmente, nem todos participariam, pertenceriam e ao pertencer ao Corpo Cristo, categoricamente, cada pessoa deve ser tratada com dignidade e respeito (sem depender dos critérios da raça, do credo, do gênero, das conquistas, de ser belo, de ser bem sucedido, de ser predestinado, de ser escolhido).
Vou adiante, quem vive em Jesus Cristo, vive o pertencer dessa Maravilhosa Graça e dessa Misericórdia Divina, vive para ser portador de uma fé compassiva, de uma fé em benefício dos fracos, de uma fé que não abomina, de uma fé que se atenta para cada um ao nosso redor com a resposta: todos são seres humanos, são imagem e semelhança de Deus, remidos, reconciliados e resgatados, através de Jesus Cristo. Deveras, pertenço a essa dimensão? Ao considerar essa verdade incontestável de que existo, porque pertenço e não somente porque penso, alcançamos a constatação de que somos e fomos feitos a imagem (como representantes) e semelhança (com os atributos), que pertenço para participar, para partilhar, para perseverar e para pertencer a esse bem maior para perceber de que pertenço para um novo tempo e para criação de novas realidades, a começar, segundo a maneira como decido caminhar por essa perspectiva.
A frase dita pelo pensador francês René Descartes, com a célebre alcunha – Penso, logo existo –, embora possa se adequar, com veemência, diante de uma cultura marcada pelas conveniências, parece nos deixar incompletos. Decerto, trago ao palco dessa minuciosa reflexão, o termo extraído do dialeto africano ora denominado de ubuntu, com a tradução de uma pessoa ser uma pessoa, por intermédio de outras pessoas. Destarte, não basta pensar, sentir, estar, porque se faz condição fundamental pertencer, participar, partilhar e perseverar. Eis os atributos daqueles alcançados pela manifestação do evangelho das beatitudes de Jesus de Nazaré, de Jesus Cristo, da crença de Deus em prol do ser humano, porque são levados a uma fé de encontro e de encontro com outros seres humanos (não com os animais, nem com os anjos e muito menos com divindades). Além do mais, não há como prescindir desses encontros com outros seres humanos para sermos humanos. Afinal, ninguém adentrou nesse oikos ou lugar comum da humanidade pronto.
Por mais que alguns possam negar, a leitura do ser humano sem o outro, do evangelho sem o outro, da cruz de Cristo que não leva ao outro (e, a começar, por aquele bem ao meu lado) não passa de uma ilusão, de uma afronta, de uma vergonha e de uma contradição. Ora, a máscara de Deus, Jesus Cristo, desceu as ladeiras para mostrar e demonstrar que o ato de remissão ou de remoção de todo o estado de culpa e de condenação sempre com a intenção de nos levar ao pertencimento, ao ministério de que pertenço e não sou um banido. Novamente deve ser reiterado, reforçado, realçado e ressaltado, desculpe-me pela redundância, não somente Penso, logo existo, porque transcende, irrompe, não fica nessa fronteira e me direciona a responder: Existo, porque pertenço, porque partilho, porque persevero e porque acredito. Devo abrir um parêntese e declarar, devido a uma interpretação de muitos arraiais se valerem da analogia da Copa do Mundo, como se ser igreja fosse um time. Ouso, sem ser hostil e abeluca ou estúpido, endosso, valido e testifico de que ser igreja entrança ser um corpo e um corpo ajustado pela forma do Deus Criador de tudo e de todos, ou seja, por Jesus Cristo. Digo isso, porque times se desfazem, atendem a momentos pontuais e perfuntórios ou passageiros, acarretam êxtases naquele instante. Diferentemente do corpo, em função de ser um meio para promover a vida, as beatitudes do evangelho transformador, da crença de modificação, em nossas vidas, e o quanto me faz compreender de que ser igreja traz o desafio de estarmos juntos, sem perder a individualidade, a responsabilidade por nossa vida e isto implica não descartar o outro.
Atentemos, dispomos de dons, de habilidades e de vocações que não são as mesmas e como se interligam para sermos porta-vozes das bem aventuranças. Dou mais uma abordagem, pertenço ao Deus Ser Humano Jesus Cristo e o efeito me direciona para uma vida de compaixão, de dedicação, de esmero, de partilha, de fazer o outro pertencer, de entrega, de renúncia, de generosidade, de gratidão, de hospitalidade, de justiça, de fazer o que é certo, de viver a paz que conserta, que preenche e que coloca no lugar, de viver a esperança que me faz ir adiante, de não se envergonhar de se refazer e do outro, também, de ser inundado pela vivacidade da presença do Espírito do Deus Jesus Cristo. Ao pertencer ao Corpo de Cristo, pertenço ao chamado para certeza inafastável de que as pessoas são mais importantes do que os dons, do que as profecias, do que as revelações, do que os objetos, do que as honrarias, do que os aplausos, do que as preferências. É bem verdade, se permanecer na questão de ser um time, fatalmente, nem todos participariam, pertenceriam e ao pertencer ao Corpo Cristo, categoricamente, cada pessoa deve ser tratada com dignidade e respeito (sem depender dos critérios da raça, do credo, do gênero, das conquistas, de ser belo, de ser bem sucedido, de ser predestinado, de ser escolhido).
Vou adiante, quem vive em Jesus Cristo, vive o pertencer dessa Maravilhosa Graça e dessa Misericórdia Divina, vive para ser portador de uma fé compassiva, de uma fé em benefício dos fracos, de uma fé que não abomina, de uma fé que se atenta para cada um ao nosso redor com a resposta: todos são seres humanos, são imagem e semelhança de Deus, remidos, reconciliados e resgatados, através de Jesus Cristo. Deveras, pertenço a essa dimensão? Ao considerar essa verdade incontestável de que existo, porque pertenço e não somente porque penso, alcançamos a constatação de que somos e fomos feitos a imagem (como representantes) e semelhança (com os atributos), que pertenço para participar, para partilhar, para perseverar e para pertencer a esse bem maior para perceber de que pertenço para um novo tempo e para criação de novas realidades, a começar, segundo a maneira como decido caminhar por essa perspectiva.
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