Palavra do leitor
15 de junho de 2026- Visualizações: 32
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Em quem você acredita ou em que Deus você acredita?
Em quem você acredita?
"A fé sem o amor, tende a nos levar a uma crença indiferente a vida. A fé sem a verdade, tende a nos levar a uma mensagem vaga e vazia, diante da realidade’’.
Textos de 1 Coríntios 1.23, 15.14, Atos 17.28
Se fizesse uma enquete na Igreja Presbiteriana do Brasil, situado em Ermelino Matarazzo, na Rua Miguel Rachid - 280, ora presidido pelo Reverendo Gilberto Pires de Moraes, no qual me encontro como membro, com a pergunta aos membros de se acreditam em Deus, a resposta seria mais do que óbvia, ou seja: o sim, como um canto uníssono.
Agora, caso fizéssemos uma ponderação, sem rodeios, sem disfarces, sem se esconder e poderíamos alcançar a conclusão de que toda essa máxima na prática pode se direcionar no tocante a crença num Deus criador de tudo e de todos, todavia, que preferiu se afastar e nos deixar a própria sorte ou ao próprio azar. Grosso modo, falo do Deus relojoeiro, do Deus distante de qualquer encontro de pessoalidade com o ser humano. Isto sem falar daqueles que concebem Deus como uma energia, como uma força amorfa ou sem uma forma específica e discernível ou como se fosse parte do universo, da natureza e de nós mesmos.
Ora, quem sabe, não seja esse o Deus a qual eu ou você professamos e se manifesta em nossas práticas? Presumidamente, um Deus por meio de quem e em prol de quem valeria todo o esforço para trilhar por uma mudança de direção e por um novo tempo? Ao seguir um Deus desse, fatalmente, estamos sujeitos às circunstâncias e as vicissitudes ou as alternâncias da vida para o seguir ou não e, lá no fundo, na mais estampada realidade, não passa de uma religiosidade vaga e vazia, de se aderir a uma determinada cultura e as tradições, aos costumes e ao credo de um povo, de uma nação, de uma raça, de uma etnia e de uma fé da boca para fora, em vez de ser o Deus a qual nos chama para uma dimensão de comunhão e reconciliação, de convivência e gratidão, de sentido e de esperança.
Então, a qual Deus, verdadeiramente, sigo, professo e sirvo? Será o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, o Deus que quer proximidade e diálogo conosco, assim como o fez com Moisés (na sarça ardente, no Monte Sinai, na concessão dos dez mandamentos e das promessas de formar um povo compromissado com a justiça, com a dignidade, com o respeito e com a liberdade da vida humana). O Deus que, através dos profetas, tanto menores quanto maiores, sempre se pautou para que o seu povo exercitasse a justiça e o juízo, afasta – se da opressão e da violência. O Deus que nos fez como sua imagem (representante) e semelhança (atributos) e, por tal modo, nos conhece nos detalhes do nosso ser. o Deus que veio até nós e se valeu de uma máscara, João 1.1–14, Isaías 7.14 (Emanuel, ‘’Deus conosco’’), como o Deus criador de tudo e de todos, a partir do nada, o Deus atemporal (porque embora permite tudo, nem tudo o que permite, quer que aconteça), o Deus imaterial, infinito, precede a tudo e a todos, inteligível, inspirador, o Deus Espírito Santo para entrançar ou envolver o coração ou o ser de cada ser humano.
Vamos adiante, o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, com a Sua máscara ora denominado Jesus de Nazaré que não se esconde de nenhum ser humano e se desvela, a cada um de nós, para uma relação de pessoalidade e de intimidade. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, muitos preferem o Deus da sinagoga ou da mesquita, por não haver nenhuma via admissível de proximidade, de pessoalidade e de intimidade, por ser essa versão de um Deus transcendente e inacessível. Diferentemente disso, o Deus descrito em Atos 17. 28 e I Coríntios 15. 14 parece ser desconfortável, uma espécie de estraga prazer, uma presença inconveniente e há uma inclinação para o deixar bem longe e somente cumprir alguns ritos e ritualismos, oferendas e obrigações.
O Deus de proximidade, de pessoalidade, de intimidade e de diálogo, incomoda. Não paro, por aqui, um Deus humano demais, pessoa demais, gente demais causa inquietação. Decerto, será que não contemplamos Jesus como um bom profeta, como um exímio mestre de ensinos morais e sem ser o Deus que adentrou na história dos homens, como o Deus silencioso, solitário, indiferente e melancólico que não se envolve em nossos assuntos?
Quantos não espelham leis, rituais, tradições, promessas, revelações, doutrinas e nada disso aponta para um Deus disposto a participar e a permear os espaços da nossa vida, com Jesus Cristo. Ademais, em que Deus você acredita? Eis uma resposta a ser dada por você e para você mesmo.
"A fé sem o amor, tende a nos levar a uma crença indiferente a vida. A fé sem a verdade, tende a nos levar a uma mensagem vaga e vazia, diante da realidade’’.
Textos de 1 Coríntios 1.23, 15.14, Atos 17.28
Se fizesse uma enquete na Igreja Presbiteriana do Brasil, situado em Ermelino Matarazzo, na Rua Miguel Rachid - 280, ora presidido pelo Reverendo Gilberto Pires de Moraes, no qual me encontro como membro, com a pergunta aos membros de se acreditam em Deus, a resposta seria mais do que óbvia, ou seja: o sim, como um canto uníssono.
Agora, caso fizéssemos uma ponderação, sem rodeios, sem disfarces, sem se esconder e poderíamos alcançar a conclusão de que toda essa máxima na prática pode se direcionar no tocante a crença num Deus criador de tudo e de todos, todavia, que preferiu se afastar e nos deixar a própria sorte ou ao próprio azar. Grosso modo, falo do Deus relojoeiro, do Deus distante de qualquer encontro de pessoalidade com o ser humano. Isto sem falar daqueles que concebem Deus como uma energia, como uma força amorfa ou sem uma forma específica e discernível ou como se fosse parte do universo, da natureza e de nós mesmos.
Ora, quem sabe, não seja esse o Deus a qual eu ou você professamos e se manifesta em nossas práticas? Presumidamente, um Deus por meio de quem e em prol de quem valeria todo o esforço para trilhar por uma mudança de direção e por um novo tempo? Ao seguir um Deus desse, fatalmente, estamos sujeitos às circunstâncias e as vicissitudes ou as alternâncias da vida para o seguir ou não e, lá no fundo, na mais estampada realidade, não passa de uma religiosidade vaga e vazia, de se aderir a uma determinada cultura e as tradições, aos costumes e ao credo de um povo, de uma nação, de uma raça, de uma etnia e de uma fé da boca para fora, em vez de ser o Deus a qual nos chama para uma dimensão de comunhão e reconciliação, de convivência e gratidão, de sentido e de esperança.
Então, a qual Deus, verdadeiramente, sigo, professo e sirvo? Será o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, o Deus que quer proximidade e diálogo conosco, assim como o fez com Moisés (na sarça ardente, no Monte Sinai, na concessão dos dez mandamentos e das promessas de formar um povo compromissado com a justiça, com a dignidade, com o respeito e com a liberdade da vida humana). O Deus que, através dos profetas, tanto menores quanto maiores, sempre se pautou para que o seu povo exercitasse a justiça e o juízo, afasta – se da opressão e da violência. O Deus que nos fez como sua imagem (representante) e semelhança (atributos) e, por tal modo, nos conhece nos detalhes do nosso ser. o Deus que veio até nós e se valeu de uma máscara, João 1.1–14, Isaías 7.14 (Emanuel, ‘’Deus conosco’’), como o Deus criador de tudo e de todos, a partir do nada, o Deus atemporal (porque embora permite tudo, nem tudo o que permite, quer que aconteça), o Deus imaterial, infinito, precede a tudo e a todos, inteligível, inspirador, o Deus Espírito Santo para entrançar ou envolver o coração ou o ser de cada ser humano.
Vamos adiante, o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, com a Sua máscara ora denominado Jesus de Nazaré que não se esconde de nenhum ser humano e se desvela, a cada um de nós, para uma relação de pessoalidade e de intimidade. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, muitos preferem o Deus da sinagoga ou da mesquita, por não haver nenhuma via admissível de proximidade, de pessoalidade e de intimidade, por ser essa versão de um Deus transcendente e inacessível. Diferentemente disso, o Deus descrito em Atos 17. 28 e I Coríntios 15. 14 parece ser desconfortável, uma espécie de estraga prazer, uma presença inconveniente e há uma inclinação para o deixar bem longe e somente cumprir alguns ritos e ritualismos, oferendas e obrigações.
O Deus de proximidade, de pessoalidade, de intimidade e de diálogo, incomoda. Não paro, por aqui, um Deus humano demais, pessoa demais, gente demais causa inquietação. Decerto, será que não contemplamos Jesus como um bom profeta, como um exímio mestre de ensinos morais e sem ser o Deus que adentrou na história dos homens, como o Deus silencioso, solitário, indiferente e melancólico que não se envolve em nossos assuntos?
Quantos não espelham leis, rituais, tradições, promessas, revelações, doutrinas e nada disso aponta para um Deus disposto a participar e a permear os espaços da nossa vida, com Jesus Cristo. Ademais, em que Deus você acredita? Eis uma resposta a ser dada por você e para você mesmo.
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