Palavra do leitor
27 de maio de 2026- Visualizações: 20
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Reflexão. Cuidado com a ajuda
Recentemente, compartilhei minha trajetória, identidade ministerial e anos de produção teológica com um amigo profissional de marketing. Apresentei meu histórico, conteúdos, visão e propósito. Inclusive, dialoguei sobre Curadoria de Ministério e Comunicação Institucional*, além de trazer exemplos positivos e negativos de teólogos para ilustrar com clareza o tipo de caminho que defendo — e o que procuro evitar.
Investi tempo, atenção e expectativa.
Ao final, a proposta** que recebi ignorava completamente tudo o que foi dito. Em vez de respeitar a essência do trabalho, sugeria um modelo baseado em polêmicas, superficialidade, e monetização rápida — desconectado da minha vocação e da seriedade do ensino teológico a que tenho me dedicado.
Veja, embora este amigo seja um excelente profissional, o seu modelo não era adequado ao meu caso específico. O que não invalida que exista seriedade e relevância em seu trabalho.
A experiência revela um alerta importante: nem toda ajuda, ainda que bem intencionada vem para somar. Quando alguém não escuta, não discerne, e apenas tenta encaixar você em um modelo pronto, a "ajuda" se torna uma descaracterização apressada.
No contexto evangélico, isso se torna ainda mais delicado. Ministérios não são produtos; são construídos ao longo do tempo, marcados por história, fidelidade e linha teológica.
Vou continuar na busca por um modelo que seja compatível com a minha vocação, trajetória de vida e o legado que pretendo deixar.
Uma boa comunicação é imprescindível; mas, discernimento é fundamental.
Vejo que alguns teólogos têm terceirizado, sem critérios, a assessoria de comunicação, e o resultado é a deterioração de uma imagem pública construída ao longo de décadas na academia teológica, na sociedade e na comunidade cristã.
Nossa história de vida não pode ser terceirizada para um "garoto do marketing" pouco sensível à coerência ministerial de uma vida. Um pastor para ser relevante, não precisa fazer dancinhas, usar fantasias ridículas, ou amarrar uma melância no pescoço.
Manoel G Delgado Junior
Doutor em Ministério
*Aliás, área em que atuei por mais de 10 anos na Igreja Local, em ministério de grande porte.
**profissional e eficiente é verdade, mas incompatível com a minha trajetória e perfil. Aliás está cheio de teólogos consagrados, se permitindo inserções ridículas, para agradar assessores de comunicação que não escutam, não respeitam e não avaliam de verdade a quem estão divulgando.
Investi tempo, atenção e expectativa.
Ao final, a proposta** que recebi ignorava completamente tudo o que foi dito. Em vez de respeitar a essência do trabalho, sugeria um modelo baseado em polêmicas, superficialidade, e monetização rápida — desconectado da minha vocação e da seriedade do ensino teológico a que tenho me dedicado.
Veja, embora este amigo seja um excelente profissional, o seu modelo não era adequado ao meu caso específico. O que não invalida que exista seriedade e relevância em seu trabalho.
A experiência revela um alerta importante: nem toda ajuda, ainda que bem intencionada vem para somar. Quando alguém não escuta, não discerne, e apenas tenta encaixar você em um modelo pronto, a "ajuda" se torna uma descaracterização apressada.
No contexto evangélico, isso se torna ainda mais delicado. Ministérios não são produtos; são construídos ao longo do tempo, marcados por história, fidelidade e linha teológica.
Vou continuar na busca por um modelo que seja compatível com a minha vocação, trajetória de vida e o legado que pretendo deixar.
Uma boa comunicação é imprescindível; mas, discernimento é fundamental.
Vejo que alguns teólogos têm terceirizado, sem critérios, a assessoria de comunicação, e o resultado é a deterioração de uma imagem pública construída ao longo de décadas na academia teológica, na sociedade e na comunidade cristã.
Nossa história de vida não pode ser terceirizada para um "garoto do marketing" pouco sensível à coerência ministerial de uma vida. Um pastor para ser relevante, não precisa fazer dancinhas, usar fantasias ridículas, ou amarrar uma melância no pescoço.
Manoel G Delgado Junior
Doutor em Ministério
*Aliás, área em que atuei por mais de 10 anos na Igreja Local, em ministério de grande porte.
**profissional e eficiente é verdade, mas incompatível com a minha trajetória e perfil. Aliás está cheio de teólogos consagrados, se permitindo inserções ridículas, para agradar assessores de comunicação que não escutam, não respeitam e não avaliam de verdade a quem estão divulgando.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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