Palavra do leitor
18 de maio de 2026- Visualizações: 22
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Deus não pode ser demonstrado e muito menos demonstrável?
"Ao ser humano basta se atentar para as evidências da criação, a partir do nada, com toda uma complexidade de interligações e de finalidades para compreender de o quanto tudo se fez para que viessemos a existir’’
- Texto de Êxodo 3.14, Tito 1.2 e Apocalipse 1.8, Deuteronômio 29.29, I Pedro 3.15 e Romanos 1.20.
As discussões sobre a existência de Deus adentram num notório e nítido erro de categoria.
Afinal, o Deus descrito na tradição judaico-cristã não se coteja ou compara a nenhuma outra versão ou ideia de seres divinos, de supra-humanos, de deidades, de ídolos, de entidades, de anjos ou de especulações sobre alienígenas dotados de um poder descomunal. Ora, faço essas conclusões, por ser o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, expressamente, o Ser subsistente, o Ser que não encontra, que não está, que não vive, que não depende do tempo ou do movimento, logo, não sujeito a morte, ao término, a extinção.. Dou mais um adendo, não se trata de uma narrativa de um Deus imanente, como se estivesse em tudo e em todos. Não e não!
Sem sombra de dúvida, devemos relembrar de ser o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, dos profetas da Tora, dos discípulos e apóstolos do Novo Testamento, de cada pessoa a qual se permitiu ser alcançado por Jesus de Nazaré, ser esse Deus a própria manifestação do fundamento e do sentido de tudo e de todos, a própria razão do universo, do cosmos, de eu, de você e de todos nós sermos. Anota-se, o Deus das escrituras não se equivale a um ídolo de sentimentos e impressões, porque este tem sido sepultado com a morte de civilizações, de povos, de reinos, de impérios, de ideologias e de teocracias. O Deus evocado em Jesus Cristo, o Ungido do Senhor, o Deus que veio até nós e por todos nós, por meio do ato interventor da Cruz e da Ressurreição, não se estabelece como uma lembrança do passado, do que foi e permanece por meras conveniências, mas como o sentido, o destino e o motivo eterno de tudo o que é, o que era e o que há de vir.
Ao se falar desse Deus, aborda-se o Ser subsistente antes dos tempos eternos, que precede a tudo e a todos, uma causa não causada, dotado de um poder que vai além do eterno, preexistente, criativo, inteligível, absoluto, incriado, infinito e imaterial, que tudo fez a partir do nada, o criador de todas as idiossincrasias para que o universo viesse a existir, criador de todas as substancias, de todas as coisas, de todos os seres, de todas as leis para a funcionalidade da criação, então, sem o qual nada poderia vir a existir ou nada existe.
Atentemos, o Deus redigido e registrado em Êxodo 3.14, em Tito 1.2 e Apocalipse 1.8 municiado de um poder criador e criativo, imbuído de inteligibilidade e liberdade, que tudo fez para ser belo, para ser bom e para sua glorificação, para que pudéssemos o proclamar em uma adoração e em um louvor de vozes, de atos, de escolhas, de decisões, de mudanças, de modificações, de transformações e de uma busca incessante, intensa e incisiva para fazer o bem, para fazer o que é certo, para ser justo e integro.
Então, devemos sempre perguntar, sem delongas, o que adoramos sobre o termo Deus, essa palavra derivada do latim pela via do grego e, ainda mais, quando abrirmos a compreensão do Hebraico, a qual aponta e preconiza o Ser eterno e criador ora denominado de Jeová, ou, em outra etimologia, AQUELE QUE É DEUS.
Presumidamente, Aquele – que – é, Aquele – que – é – por – Si – mesmo e por quem existe tudo o que existe.
Deveras, esse Deus está em todas as partes, mas não faz parte das mesmas, está inteiro, inteirado em todas as partes, eterno, além dos tempos eternos, além do passado, do presente e do futuro.
O Deus Infinito, Imaterial, Todo–Poderoso, que tudo vê, que tudo sabe, que tudo prevê, que tudo pode e se faz conhecer a nós, mediante o desvelar da sua palavra, 1 Pedro 3.15, e das coisas criadas, Romanos 1.20 e Deuteronômio 29.29 para conhecê-lo, através de suas obras e de seus atributos criados.
Nessa linha de exposição, nada mais abeluca ou estúpido, nada mais burlesco ou ridículo, nada mais torpe ou desprezível, nada mais obtuso ou ignorante, quando se ouve a declaração de que Deus não pode ser demonstrado e muito menos demonstrável. Ao olhar para as testemunhas estelares espraiadas no vasto e grandioso universo, a imensidão das constelações, das galáxias, das cento e vinte e duas constantes para a ocorrência da vida, a sonoridade dos oceanos, o bale das gaivotas, a maneira como a natureza atua, a transcendência da poesia, a linguagem da alma do artista e tudo o mais que nos levam a admirar todo esse espetáculo, toda essa apresentação do que foi criado para ser belo, para ser bom e para ser justo. Tetricamente, muitos se enveredam por negações tresloucadas e deveríamos reiterar: como não O adorar?
- Texto de Êxodo 3.14, Tito 1.2 e Apocalipse 1.8, Deuteronômio 29.29, I Pedro 3.15 e Romanos 1.20.
As discussões sobre a existência de Deus adentram num notório e nítido erro de categoria.
Afinal, o Deus descrito na tradição judaico-cristã não se coteja ou compara a nenhuma outra versão ou ideia de seres divinos, de supra-humanos, de deidades, de ídolos, de entidades, de anjos ou de especulações sobre alienígenas dotados de um poder descomunal. Ora, faço essas conclusões, por ser o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, expressamente, o Ser subsistente, o Ser que não encontra, que não está, que não vive, que não depende do tempo ou do movimento, logo, não sujeito a morte, ao término, a extinção.. Dou mais um adendo, não se trata de uma narrativa de um Deus imanente, como se estivesse em tudo e em todos. Não e não!
Sem sombra de dúvida, devemos relembrar de ser o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, dos profetas da Tora, dos discípulos e apóstolos do Novo Testamento, de cada pessoa a qual se permitiu ser alcançado por Jesus de Nazaré, ser esse Deus a própria manifestação do fundamento e do sentido de tudo e de todos, a própria razão do universo, do cosmos, de eu, de você e de todos nós sermos. Anota-se, o Deus das escrituras não se equivale a um ídolo de sentimentos e impressões, porque este tem sido sepultado com a morte de civilizações, de povos, de reinos, de impérios, de ideologias e de teocracias. O Deus evocado em Jesus Cristo, o Ungido do Senhor, o Deus que veio até nós e por todos nós, por meio do ato interventor da Cruz e da Ressurreição, não se estabelece como uma lembrança do passado, do que foi e permanece por meras conveniências, mas como o sentido, o destino e o motivo eterno de tudo o que é, o que era e o que há de vir.
Ao se falar desse Deus, aborda-se o Ser subsistente antes dos tempos eternos, que precede a tudo e a todos, uma causa não causada, dotado de um poder que vai além do eterno, preexistente, criativo, inteligível, absoluto, incriado, infinito e imaterial, que tudo fez a partir do nada, o criador de todas as idiossincrasias para que o universo viesse a existir, criador de todas as substancias, de todas as coisas, de todos os seres, de todas as leis para a funcionalidade da criação, então, sem o qual nada poderia vir a existir ou nada existe.
Atentemos, o Deus redigido e registrado em Êxodo 3.14, em Tito 1.2 e Apocalipse 1.8 municiado de um poder criador e criativo, imbuído de inteligibilidade e liberdade, que tudo fez para ser belo, para ser bom e para sua glorificação, para que pudéssemos o proclamar em uma adoração e em um louvor de vozes, de atos, de escolhas, de decisões, de mudanças, de modificações, de transformações e de uma busca incessante, intensa e incisiva para fazer o bem, para fazer o que é certo, para ser justo e integro.
Então, devemos sempre perguntar, sem delongas, o que adoramos sobre o termo Deus, essa palavra derivada do latim pela via do grego e, ainda mais, quando abrirmos a compreensão do Hebraico, a qual aponta e preconiza o Ser eterno e criador ora denominado de Jeová, ou, em outra etimologia, AQUELE QUE É DEUS.
Presumidamente, Aquele – que – é, Aquele – que – é – por – Si – mesmo e por quem existe tudo o que existe.
Deveras, esse Deus está em todas as partes, mas não faz parte das mesmas, está inteiro, inteirado em todas as partes, eterno, além dos tempos eternos, além do passado, do presente e do futuro.
O Deus Infinito, Imaterial, Todo–Poderoso, que tudo vê, que tudo sabe, que tudo prevê, que tudo pode e se faz conhecer a nós, mediante o desvelar da sua palavra, 1 Pedro 3.15, e das coisas criadas, Romanos 1.20 e Deuteronômio 29.29 para conhecê-lo, através de suas obras e de seus atributos criados.
Nessa linha de exposição, nada mais abeluca ou estúpido, nada mais burlesco ou ridículo, nada mais torpe ou desprezível, nada mais obtuso ou ignorante, quando se ouve a declaração de que Deus não pode ser demonstrado e muito menos demonstrável. Ao olhar para as testemunhas estelares espraiadas no vasto e grandioso universo, a imensidão das constelações, das galáxias, das cento e vinte e duas constantes para a ocorrência da vida, a sonoridade dos oceanos, o bale das gaivotas, a maneira como a natureza atua, a transcendência da poesia, a linguagem da alma do artista e tudo o mais que nos levam a admirar todo esse espetáculo, toda essa apresentação do que foi criado para ser belo, para ser bom e para ser justo. Tetricamente, muitos se enveredam por negações tresloucadas e deveríamos reiterar: como não O adorar?
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