Palavra do leitor
15 de julho de 2026- Visualizações: 35
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O pecado que aparece nas eleições
A cada dois anos, a cena se repete: cristãos discutem entre si, igrejas se dividem, famílias rompem relacionamentos e muitos passam a agir como se o futuro da nação dependesse mais das urnas do que do Senhor. Poucos percebem que, antes de ser um problema político, esse é um problema profundamente espiritual.
Quando lemos a Bíblia vemos que esse comportamento acompanha a história do povo de Deus desde os mais remotos tempos.
Tal pecado não se resume a construção e adoração de imagens como muitos imaginam ao ler o texto de Ex 20.3. Idolatria acontece quando esperamos de pessoas, instituições ou coisas aquilo que somente Deus pode oferecer. É transferir a criaturas a confiança que pertence exclusivamente ao Criador.
Aliás, como bem pontou MacArthur: "A idolatria não começa com o martelo do escultor; ela começa na mente."
Antes de aparecer nas mãos, a idolatria nasce no coração. As imagens apenas revelam uma confiança que já havia sido transferida de Deus para outra coisa.
Meditando sobre essa verdade lembrei-me do texto de 1 Sm 8 em que o povo pediu ao profeta que lhes dessem um rei, tal qual o costume dos povos vizinhos. Em especial, o versículo 7 me chama a atenção: Disse o Senhor a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele
O fato de ter o Senhor como cuidador e provedor não serviu ao povo que, por ter um coração pecaminoso, conferia um valor muito maior as coisas que enxergavam do que aquelas que, embora sabidas, não poderiam ser tocadas.
A cada dois anos, no Brasil, esse comportamento se repete.
Pessoas discutem, brigam, famílias e igrejas são afetadas por opiniões políticas partidárias e pessoais, como se apenas esse ou aquele candidato fosse capaz de providenciar Segurança, Sustento, Paz e Prosperidade ao povo.
Numa breve incursão ao texto bíblico encontramos o texto do Sl 146.3: 3Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.
Cumpre destacar aqui, que no original, e na própria passagem, a palavra salvação não está atrelada exclusivamente a vida espiritual.
Não pretendo com isso criticar ou vetar a participação do povo brasileiro ao processo eleitoral, aliás, a Bíblia não condena a participação política. Pelo contrário, somos chamados a buscar o bem da cidade, orar pelas autoridades e exercer a nossa cidadania com responsabilidade.
Entretanto, participar da vida pública através do voto é uma coisa, contudo, outra bem diferente, é atribuir competência e depositar confiança em homens como se estes fossem capazes de fazer tudo o que desejam.
Lembre-se da lições dadas por Jeremias : "Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor" (Jr 17.5)
Não cometa o pecado de idolatra homens como se eles fossem deuses onipotentes e isentos de falhas.
A idolatria política nasce quando colocamos nos governantes a esperança que pertence somente a Cristo.
Paulo, inspirado pelo Espírito escreveu que todos pecaram, "não há um justo sequer"(Rm 3.10).
Que na próxima eleição, você possa decidir seu voto com base na sua opinião e conhecimento sobre a vida e sobre os planos e bases políticas dos seus candidatos, no entanto, jamais esqueça que uma devoção, crença ou atitude exacerbada em favor desse ou daquele candidato, pode caracterizar verdadeiro ato de idolatria.
Há quem carregue santos em altares de madeira. Outros carregam candidatos em altares invisíveis. A diferença é que estes últimos erguem seus altares no coração.
Governos passam. Presidentes passam. Partidos passam. O Reino de Deus permanece, e Cristo continua reinando sobre todas as coisas.
Para encerrar, gostaria de deixar uma pergunta ao amado eleitor. Em outubro, quando estiver prestes a sair da urna e antes de apertar a tecla confirma, em quem seu coração irá depositar a sua confiança?
Que o Senhor te abençoe e te guarde!
Quando lemos a Bíblia vemos que esse comportamento acompanha a história do povo de Deus desde os mais remotos tempos.
Tal pecado não se resume a construção e adoração de imagens como muitos imaginam ao ler o texto de Ex 20.3. Idolatria acontece quando esperamos de pessoas, instituições ou coisas aquilo que somente Deus pode oferecer. É transferir a criaturas a confiança que pertence exclusivamente ao Criador.
Aliás, como bem pontou MacArthur: "A idolatria não começa com o martelo do escultor; ela começa na mente."
Antes de aparecer nas mãos, a idolatria nasce no coração. As imagens apenas revelam uma confiança que já havia sido transferida de Deus para outra coisa.
Meditando sobre essa verdade lembrei-me do texto de 1 Sm 8 em que o povo pediu ao profeta que lhes dessem um rei, tal qual o costume dos povos vizinhos. Em especial, o versículo 7 me chama a atenção: Disse o Senhor a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele
O fato de ter o Senhor como cuidador e provedor não serviu ao povo que, por ter um coração pecaminoso, conferia um valor muito maior as coisas que enxergavam do que aquelas que, embora sabidas, não poderiam ser tocadas.
A cada dois anos, no Brasil, esse comportamento se repete.
Pessoas discutem, brigam, famílias e igrejas são afetadas por opiniões políticas partidárias e pessoais, como se apenas esse ou aquele candidato fosse capaz de providenciar Segurança, Sustento, Paz e Prosperidade ao povo.
Numa breve incursão ao texto bíblico encontramos o texto do Sl 146.3: 3Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.
Cumpre destacar aqui, que no original, e na própria passagem, a palavra salvação não está atrelada exclusivamente a vida espiritual.
Não pretendo com isso criticar ou vetar a participação do povo brasileiro ao processo eleitoral, aliás, a Bíblia não condena a participação política. Pelo contrário, somos chamados a buscar o bem da cidade, orar pelas autoridades e exercer a nossa cidadania com responsabilidade.
Entretanto, participar da vida pública através do voto é uma coisa, contudo, outra bem diferente, é atribuir competência e depositar confiança em homens como se estes fossem capazes de fazer tudo o que desejam.
Lembre-se da lições dadas por Jeremias : "Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor" (Jr 17.5)
Não cometa o pecado de idolatra homens como se eles fossem deuses onipotentes e isentos de falhas.
A idolatria política nasce quando colocamos nos governantes a esperança que pertence somente a Cristo.
Paulo, inspirado pelo Espírito escreveu que todos pecaram, "não há um justo sequer"(Rm 3.10).
Que na próxima eleição, você possa decidir seu voto com base na sua opinião e conhecimento sobre a vida e sobre os planos e bases políticas dos seus candidatos, no entanto, jamais esqueça que uma devoção, crença ou atitude exacerbada em favor desse ou daquele candidato, pode caracterizar verdadeiro ato de idolatria.
Há quem carregue santos em altares de madeira. Outros carregam candidatos em altares invisíveis. A diferença é que estes últimos erguem seus altares no coração.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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