Palavra do leitor
27 de agosto de 2026- Visualizações: 38
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Temos quem nos perdoa
Marghanita Laski, famosa romancista e crítica inglesa do século 20 (24.10.1915/06.02.1988) que jamais escondeu o seu ateísmo disse: "O que eu mais invejo nos cristãos é o perdão que receberam; não tenho ninguém para me perdoar".
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar [já nos ter perdoado] os pecados e nos purificar [já nos ter purificado] de toda injustiça" (1Jo 1.9).
Aprendi com um "expert" em grego que a tradução literal desse versículo é "já nos ter perdoado (...) já nos ter purificado" havendo, portanto, um equívoco em algumas traduções para o português, quanto ao tempo dos dois verbos.
É verdade que a morte espontânea e sacrificial de Jesus, em nosso lugar, foi para nos salvar [perdoar e purificar]; portanto fomos perdoados até mesmo antes de cometermos as nossas "infrações", que a Bíblia chama de "pecado"; tenho relembrado, sempre, o que disse Marghanita Laski.
No caso de cometermos novos pecados o que a Palavra de Deus nos recomenda é confessá-los a Deus, o que terá como resposta imediata o perdão e a purificação [já concedidos na cruz], ou seja, estamos nos apropriando da Graça de Deus ao confessarmos o pecado novo.
Poderá haver os seguintes questionamentos:
- "Será que é imediato mesmo?"
- "Será que Deus esquece?".
Temos a comprovação na própria Palavra de Deus, a Bíblia, de que é imediato, quando Jesus concedeu perdão, na cruz, a um dos malfeitores, aquele que é conhecido como "bom ladrão", quando respondeu: "Em verdade te digo que hoje mesmo estarás comigo no paraíso" (Lc 23.43).
Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento há a afirmativa de que Deus não se lembra mais do nosso pecado após perdoá-lo:
"Pois para com as suas iniquidades usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei" (Hb 8.12; Jr 31.34).
A seguir uma história verídica, que ouvi de pessoa da mais ilibada honra e idoneidade, um evangelista, que aponta para o fato de que, ainda nos dias de hoje, Deus assim procede.
Usarei nomes fictícios para preservar a privacidade das pessoas envolvidas e porque não solicitei autorização da fonte para nominar corretamente:
Um evangelista, Pr. Leopoldo, dirigia uma reunião semanal de estudo bíblico, na igreja, quando entraram dois homens desconhecidos, Murilo e Nestor.
Tendo em vista que ele sabia que as demais pessoas que participavam da reunião já eram convertidas ao Senhor Jesus e aqueles dois possivelmente não, passou não mais a ministrar um estudo bíblico, mas a expor o "plano de salvação".
Logo após fez um convite àqueles dois desconhecidos para que recebessem Jesus como único e suficiente Salvador, ao que Murilo respondeu que já havia tomado essa decisão e era um cristão.
Já Nestor respondeu que não poderia aceitar Jesus naquele momento, eis que fumava, bebia, praticava alguns pecados e quando conseguisse se livrar disso, então receberia Jesus com o coração já limpo.
O preletor, então, continuou a expor o plano de salvação afirmando que não era necessário se livrar antes de pecados e vícios, o que ocorreria depois, como resultado da conversão, mas Nestor negou-se novamente.
O pastor iniciou tudo novamente procurando convencê-lo de que ele seria liberto de pecados e vícios após aceitar o Senhor Jesus.
Entrou outro homem no templo, esse de chinelos, calção, sem camisa e armado de um revólver tendo se assentado no último banco para ouvir ou, quem sabe, para tentar algum assalto em momento oportuno.
Terminando a terceira exposição do "plano de salvação" o pastor, novamente, convidou Nestor para aceitar Jesus como seu único e suficiente Salvador recebendo uma negativa final.
O pastor, enquanto expunha a Palavra, orou a Deus para que aquele homem não saísse dali sem uma decisão por Jesus e esperou mais alguns minutos por essa decisão.
Para surpresa de todos o suposto assaltante foi à frente e disse que queria receber a Cristo, no coração, e orou com o pastor confessando Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor; uma vez que o assaltante tenha orado o pastor lhe solicitou que entregasse a arma o que foi feito de imediato e na mais perfeita ordem e paz.
Tendo em vista essa grande surpresa, que ninguém esperava, Nestor manifestou também o desejo de mudar de vida recebendo Jesus no coração, e assim o fez; é um cristão sincero até hoje, decorridos vários anos.
Então, ambos foram perdoados por Deus no exato momento em que se definiram e Deus se esqueceu dos pecados anteriormente cometidos por eles.
O suposto assaltante se tornou um evangelista e está a ganhar almas para Jesus, isso porque "temos quem nos perdoa", o Único e Verdadeiro Deus criador dos céus, da terra e de tudo o que neles há.
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar [já nos ter perdoado] os pecados e nos purificar [já nos ter purificado] de toda injustiça" (1Jo 1.9).
Aprendi com um "expert" em grego que a tradução literal desse versículo é "já nos ter perdoado (...) já nos ter purificado" havendo, portanto, um equívoco em algumas traduções para o português, quanto ao tempo dos dois verbos.
É verdade que a morte espontânea e sacrificial de Jesus, em nosso lugar, foi para nos salvar [perdoar e purificar]; portanto fomos perdoados até mesmo antes de cometermos as nossas "infrações", que a Bíblia chama de "pecado"; tenho relembrado, sempre, o que disse Marghanita Laski.
No caso de cometermos novos pecados o que a Palavra de Deus nos recomenda é confessá-los a Deus, o que terá como resposta imediata o perdão e a purificação [já concedidos na cruz], ou seja, estamos nos apropriando da Graça de Deus ao confessarmos o pecado novo.
Poderá haver os seguintes questionamentos:
- "Será que é imediato mesmo?"
- "Será que Deus esquece?".
Temos a comprovação na própria Palavra de Deus, a Bíblia, de que é imediato, quando Jesus concedeu perdão, na cruz, a um dos malfeitores, aquele que é conhecido como "bom ladrão", quando respondeu: "Em verdade te digo que hoje mesmo estarás comigo no paraíso" (Lc 23.43).
Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento há a afirmativa de que Deus não se lembra mais do nosso pecado após perdoá-lo:
"Pois para com as suas iniquidades usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei" (Hb 8.12; Jr 31.34).
A seguir uma história verídica, que ouvi de pessoa da mais ilibada honra e idoneidade, um evangelista, que aponta para o fato de que, ainda nos dias de hoje, Deus assim procede.
Usarei nomes fictícios para preservar a privacidade das pessoas envolvidas e porque não solicitei autorização da fonte para nominar corretamente:
Um evangelista, Pr. Leopoldo, dirigia uma reunião semanal de estudo bíblico, na igreja, quando entraram dois homens desconhecidos, Murilo e Nestor.
Tendo em vista que ele sabia que as demais pessoas que participavam da reunião já eram convertidas ao Senhor Jesus e aqueles dois possivelmente não, passou não mais a ministrar um estudo bíblico, mas a expor o "plano de salvação".
Logo após fez um convite àqueles dois desconhecidos para que recebessem Jesus como único e suficiente Salvador, ao que Murilo respondeu que já havia tomado essa decisão e era um cristão.
Já Nestor respondeu que não poderia aceitar Jesus naquele momento, eis que fumava, bebia, praticava alguns pecados e quando conseguisse se livrar disso, então receberia Jesus com o coração já limpo.
O preletor, então, continuou a expor o plano de salvação afirmando que não era necessário se livrar antes de pecados e vícios, o que ocorreria depois, como resultado da conversão, mas Nestor negou-se novamente.
O pastor iniciou tudo novamente procurando convencê-lo de que ele seria liberto de pecados e vícios após aceitar o Senhor Jesus.
Entrou outro homem no templo, esse de chinelos, calção, sem camisa e armado de um revólver tendo se assentado no último banco para ouvir ou, quem sabe, para tentar algum assalto em momento oportuno.
Terminando a terceira exposição do "plano de salvação" o pastor, novamente, convidou Nestor para aceitar Jesus como seu único e suficiente Salvador recebendo uma negativa final.
O pastor, enquanto expunha a Palavra, orou a Deus para que aquele homem não saísse dali sem uma decisão por Jesus e esperou mais alguns minutos por essa decisão.
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Tendo em vista essa grande surpresa, que ninguém esperava, Nestor manifestou também o desejo de mudar de vida recebendo Jesus no coração, e assim o fez; é um cristão sincero até hoje, decorridos vários anos.
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