Palavra do leitor
10 de agosto de 2026- Visualizações: 34
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Entusiasmado pela Eclesiologia e a Escatologia
Entusiasmado com o estudo da Eclesiologia e da Escatologia, sinto-me como alguém que apenas experimentou rapidamente a fragrância de um perfume em uma tira de papel na porta de uma loja — uma amostra breve, mas suficiente para despertar desejo de aprofundamento.
A abordagem escatológica, entendida como instrumento de esperança cristã, revela uma narrativa em que a história avança rumo à sua completude: da criação à nova criação. Desde cedo, essa expectativa moldou a fé do povo bíblico. Abraão recebeu uma promessa de futuro; Moisés a projetou na imagem de uma terra especial, "onde mana leite e mel", e no jubileu, símbolo máximo de justiça social. Com a monarquia, o governo antes atribuído a Jeová foi transferido à figura do rei, e o imaginário escatológico passou a se desenvolver no movimento natural entre sonho e concretização.
Após o exílio, porém, a frustração diante da realidade concreta — especialmente a falha na restauração da nação — deslocou a esperança para um horizonte mais místico e transcendente. Surge o apocalipsismo, marcado pela tensão entre iminência e finalidade.
No Novo Testamento, o cenário se transforma com o advento do Messias, Jesus de Nazaré. O Reino de Deus é anunciado como realidade presente, ultrapassando a dimensão espaço-tempo humana e manifestando-se como dom divino. A entrada nesse Reino não ocorre por hereditariedade, mas por conversão. A temática da vida e da morte eterna ganha novo contorno, pois a morte é tragada pela ressurreição de Cristo.
João retoma a expectativa do fim dos tempos, mencionando fomes, guerras, terremotos e falsos profetas, culminando na Parusia — momento da ressurreição dos mortos e da reunião da igreja com Cristo. Nesse cenário, Deus julga bons e maus, estabelecendo definitivamente céu e inferno.
Assim, expectativas e esperanças se desenvolvem a partir da compreensão de fé em Deus, reunindo passado, presente e futuro em um único relato que orienta a caminhada cristã.
A abordagem escatológica, entendida como instrumento de esperança cristã, revela uma narrativa em que a história avança rumo à sua completude: da criação à nova criação. Desde cedo, essa expectativa moldou a fé do povo bíblico. Abraão recebeu uma promessa de futuro; Moisés a projetou na imagem de uma terra especial, "onde mana leite e mel", e no jubileu, símbolo máximo de justiça social. Com a monarquia, o governo antes atribuído a Jeová foi transferido à figura do rei, e o imaginário escatológico passou a se desenvolver no movimento natural entre sonho e concretização.
Após o exílio, porém, a frustração diante da realidade concreta — especialmente a falha na restauração da nação — deslocou a esperança para um horizonte mais místico e transcendente. Surge o apocalipsismo, marcado pela tensão entre iminência e finalidade.
No Novo Testamento, o cenário se transforma com o advento do Messias, Jesus de Nazaré. O Reino de Deus é anunciado como realidade presente, ultrapassando a dimensão espaço-tempo humana e manifestando-se como dom divino. A entrada nesse Reino não ocorre por hereditariedade, mas por conversão. A temática da vida e da morte eterna ganha novo contorno, pois a morte é tragada pela ressurreição de Cristo.
João retoma a expectativa do fim dos tempos, mencionando fomes, guerras, terremotos e falsos profetas, culminando na Parusia — momento da ressurreição dos mortos e da reunião da igreja com Cristo. Nesse cenário, Deus julga bons e maus, estabelecendo definitivamente céu e inferno.
Assim, expectativas e esperanças se desenvolvem a partir da compreensão de fé em Deus, reunindo passado, presente e futuro em um único relato que orienta a caminhada cristã.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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