Palavra do leitor
10 de agosto de 2026- Visualizações: 33
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A conversão do cristão!
"Todo o discurso de fé sem amor, invariavelmente, termina em práticas fundamentalistas e radicais de destruição, de opressão e de intolerância’’.
Texto de 1 Coríntios 13.13, Filipenses 2.6
A vida de muitos cristãos, inclusive a minha, os mosaicos do cristianismo apresentado, o evangelho propalado por todos os meios de informação e evocado nos púlpitos tem se tornado num mover marcado por uma liberdade transformadora, por uma pujança criativa e reconciliadora? Então, será haver, a partir daqueles que se declaram como discípulos de Jesus Cristo, o Ungido do Senhor, a Santíssima Humanidade, o Logos Preexistente e Criativo, uma posição definida por assumir esse compromisso e se comprometer com uma prática efetiva, aqui, nesta realidade? Vou além, ser o porta-voz de um Cristo redentor do cosmo, da humanidade, da minha e da sua vida, de todo o ser? Não basta um discurso mais parecido com um caudilho ditatorial para ser a melhor alternativa, diante de outras esferas do sagrado, do místico e do amor. Diametralmente oposto, viver e fazer o caminho do amor quenótico, o amor eivado ou contagiado pela humildade e dependente da fé relacional com o Criador de tudo e de todos. O quanto isso nos lança e nos leva para a conversão dos cristãos e, quem sabe, eu não deva ser convertido do externo para o interno, da letra para o espírito, do estático para o dinâmico, da convicção para o movimento da presença redentora de Jesus de Nazaré, em meu ser.
Dou mais uma pontuada, não somente declarar ser cristão e sim viver o ser cristão no devir, no vir-a-ser, nas contingências e circunstâncias da vida. Não falo de uma porfia ou teimosia por comportamentos empedernidos ou petrificados de uma fé sem o amor da Cruz do Ressurreto, do Deus que nos ama de qualquer maneira. Anota-se, mergulhar no encontro do Deus que se esvaziou a si mesmo, adentrou nas dimensões obscurecidas dos homens, tornou-se amigo, solidário, companheiro, cumplice ao ressoar das lágrimas, impulso ao levantar a face humana com dignidade e respeito por ser humano. Sim e sim, devo me converter, a cada dia, a ser uma referência da esperança a qual nos faz ir adiante, de ser um na solidariedade que abraça, que escuta, que levanta e que renova o outro, mediante o ato interventor do Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo. Em tempos de um discurso narrativo de ser privilegiado no reino de Deus, como dotado de um direito de preferência e se portar acima dos demais, somos e fomos escolhidos para ser kahal, para ser a convivência da comunhão, para ser a igreja sensível aos momentos de regozijos e ímpetos, como aos momentos de tristezas, de angústias, de temores, de perdas e de inquietações, porque isso define ser discípulo, ser servo e ser o desdobrar de quem segue a Cristo.
O cristão convertido não pode prescindir de se converter a ser não defensor de estandartes, de instituições, de dogmas, de doutrinas, como se fosse o centro ou o eixo ou o núcleo de ser cristão. Isso não estabelece a nossa identidade de ser marcado pelo Cristo das beatitudes e, sem delongas, sermos como servos, sermos como discípulos e sermos como ecos dessa conjuminação entre a fé e o amor. Tão somente assim, poderemos vivenciar esse despir de todas as roupagens da ênfase ao poder, ao domínio, a força, a imposição para transpor e viver a realidade não conformista, não aderida às conveniências, não de aparências para, por tal modo, sermos de fato e com legitimidade ser sal da terra e luz do mundo. A conversão do cristão, antes de se buscar a conversão dos pagãos, nos ensina a transcender as fronteiras e estar perceptível aos vazios e aos receios do próximo, do outro, do distante, em suas perguntas, em suas descrenças, em suas desolações, em desesperanças e em suas raivas, não para se conformar e para ser o meio para permitir a vinda do amor.
Texto de 1 Coríntios 13.13, Filipenses 2.6
A vida de muitos cristãos, inclusive a minha, os mosaicos do cristianismo apresentado, o evangelho propalado por todos os meios de informação e evocado nos púlpitos tem se tornado num mover marcado por uma liberdade transformadora, por uma pujança criativa e reconciliadora? Então, será haver, a partir daqueles que se declaram como discípulos de Jesus Cristo, o Ungido do Senhor, a Santíssima Humanidade, o Logos Preexistente e Criativo, uma posição definida por assumir esse compromisso e se comprometer com uma prática efetiva, aqui, nesta realidade? Vou além, ser o porta-voz de um Cristo redentor do cosmo, da humanidade, da minha e da sua vida, de todo o ser? Não basta um discurso mais parecido com um caudilho ditatorial para ser a melhor alternativa, diante de outras esferas do sagrado, do místico e do amor. Diametralmente oposto, viver e fazer o caminho do amor quenótico, o amor eivado ou contagiado pela humildade e dependente da fé relacional com o Criador de tudo e de todos. O quanto isso nos lança e nos leva para a conversão dos cristãos e, quem sabe, eu não deva ser convertido do externo para o interno, da letra para o espírito, do estático para o dinâmico, da convicção para o movimento da presença redentora de Jesus de Nazaré, em meu ser.
Dou mais uma pontuada, não somente declarar ser cristão e sim viver o ser cristão no devir, no vir-a-ser, nas contingências e circunstâncias da vida. Não falo de uma porfia ou teimosia por comportamentos empedernidos ou petrificados de uma fé sem o amor da Cruz do Ressurreto, do Deus que nos ama de qualquer maneira. Anota-se, mergulhar no encontro do Deus que se esvaziou a si mesmo, adentrou nas dimensões obscurecidas dos homens, tornou-se amigo, solidário, companheiro, cumplice ao ressoar das lágrimas, impulso ao levantar a face humana com dignidade e respeito por ser humano. Sim e sim, devo me converter, a cada dia, a ser uma referência da esperança a qual nos faz ir adiante, de ser um na solidariedade que abraça, que escuta, que levanta e que renova o outro, mediante o ato interventor do Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo. Em tempos de um discurso narrativo de ser privilegiado no reino de Deus, como dotado de um direito de preferência e se portar acima dos demais, somos e fomos escolhidos para ser kahal, para ser a convivência da comunhão, para ser a igreja sensível aos momentos de regozijos e ímpetos, como aos momentos de tristezas, de angústias, de temores, de perdas e de inquietações, porque isso define ser discípulo, ser servo e ser o desdobrar de quem segue a Cristo.
O cristão convertido não pode prescindir de se converter a ser não defensor de estandartes, de instituições, de dogmas, de doutrinas, como se fosse o centro ou o eixo ou o núcleo de ser cristão. Isso não estabelece a nossa identidade de ser marcado pelo Cristo das beatitudes e, sem delongas, sermos como servos, sermos como discípulos e sermos como ecos dessa conjuminação entre a fé e o amor. Tão somente assim, poderemos vivenciar esse despir de todas as roupagens da ênfase ao poder, ao domínio, a força, a imposição para transpor e viver a realidade não conformista, não aderida às conveniências, não de aparências para, por tal modo, sermos de fato e com legitimidade ser sal da terra e luz do mundo. A conversão do cristão, antes de se buscar a conversão dos pagãos, nos ensina a transcender as fronteiras e estar perceptível aos vazios e aos receios do próximo, do outro, do distante, em suas perguntas, em suas descrenças, em suas desolações, em desesperanças e em suas raivas, não para se conformar e para ser o meio para permitir a vinda do amor.
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