Palavra do leitor
24 de agosto de 2026- Visualizações: 32
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
A Revolta de Lúcifer e a Revolta Angelica: a seguimos?
"Muitos tem sido seguidores da Revolta de Lúcifer e da Revolta Angélica, quando transformam o bem, a compaixão e a justiça em opressão, em alienação e em indiferença’’.
Textos de Isaías 14.12-15, Ezequiel 28.12-17, Apocalipse 12.7-9 e Lucas 10.18
O evento da Rebelião Angélica e de Lúcifer, quando uma parcela dos anjos se filiaram a Lúcifer e, de tal modo, foram expulsos da presença do Criador de tudo e de todos, conforme descrito e prescrito nos textos elencados nas Escrituras Sagradas. Valho-me de um dos trechos do filósofo da potência do poder e de seus arroubos (Friedrich Wilhelm Nietzsche), embora até fascinantes, mas desprovidos de uma consistência séria e sincera para uma inquietante elucubração. Em outras palavras, em A Gaia Ciência declara-se: Deus está morto! E nós o matamos. Quem nos limpará desse sangue? Não há grandeza alguma em nós para isso’’. A partir deste relato de Friedrich Wilhelm Nietzsche, procuro estabelecer uma correlação com um estado pleno de ilusão, de orgulho, de autossuficiência, de individualismo, diga-se de passagem, dos extremos dos extremos ora municiado pelo estatuto inexorável da rebelião cósmica, do motim causado por Lúcifer nos céus ou nos espaços. Ora, ali, percebeu-se a refutação do próprio fundamento da Verdade, numa remoção no tocante a instauração não de uma outra verdade. Diametralmente oposto, a inserção do caudilho ditatorial da força. O mais dantesco, sem a fonte, equidistante dos critérios objetivos advindos do Legislador Criador de tudo e de todos, a qual tudo fez, a partir do nada e não do nada, ou seja, a alma passa a não ir à direção para contemplar o fundamento último, porque passa a se considerar como tal. De maneira lúgubre, semelhante a Lúcifer e aos Anjos Decaídos, ocorre a concepção da ideia de que somos a fonte e o fundamento, o sentido e o propósito, o destino e a proposição ou a intenção, tanto do bem quanto do mal, tanto do justo quanto do iníquo, tanto da verdade quanto da mentira. Eis o corolário de se afastar do Bem Maior, dessa Maravilhosa Graça e dessa Misericórdia Divina, numa repulsa aos atributos e aos apanágios de Deus, mediante o ato redentor de Jesus de Nazaré, em nosso ser. Vou adiante, o efeito periclitante da soberba, do orgulho, da vaidade ou da ilusão de que me basto e de que o próprio Criador de tudo e de todos, inclusive, depende de mim e o quanto se observa isso em pretensos profetas e personalidades dotadas da condição de prever o futuro. Decerto, a revolta de Lúcifer e a Angélica abre dimensões para toda uma sucessão de desajustes, com os efeitos de obscurecer a consciência, de desvirtuar a finalidade de que fomos criado para glorificar ao Criador de tudo e de todos, de que fomos originados pelo amor e não necessidade, nem por carência e muito menos por distração, como deturpa todo o nosso estado de integralidade e harmonia interior. Não paro, por aqui, quantas vezes não podemos estar no caminhar dessa trajetória, apesar de todo um aparato estilístico de espiritualidade arrebatadora, todavia, se for submetida a uma leitura séria e honesta, expressamente, tudo se reduz a uma doença espiritual e psicológica destruidora, por ser portarem como avatares titânicos, divinizados, absolutos e corroídos pela paixão, subjugados pela empáfia, pela soberba, pela ilusão e embriagados pelo auto-deificação. Destarte, ao se deparar com caricaturas tresloucadas tão e assaz comumente veiculados pelas redes digitais, inflamados por se definirem como homens e mulheres de Deus, anota-se, não retratarem os mosaicos de pessoas estigmatizadas ou marcadas pela Revolta de Lúcifer e pela Revolta Angélica, também? Além dessas constatações, será que não tenho sido apologeta e propalador dessas revoltas, quando ajo segundo essa máxima de que sou a fonte e o fundamento último?
Textos de Isaías 14.12-15, Ezequiel 28.12-17, Apocalipse 12.7-9 e Lucas 10.18
O evento da Rebelião Angélica e de Lúcifer, quando uma parcela dos anjos se filiaram a Lúcifer e, de tal modo, foram expulsos da presença do Criador de tudo e de todos, conforme descrito e prescrito nos textos elencados nas Escrituras Sagradas. Valho-me de um dos trechos do filósofo da potência do poder e de seus arroubos (Friedrich Wilhelm Nietzsche), embora até fascinantes, mas desprovidos de uma consistência séria e sincera para uma inquietante elucubração. Em outras palavras, em A Gaia Ciência declara-se: Deus está morto! E nós o matamos. Quem nos limpará desse sangue? Não há grandeza alguma em nós para isso’’. A partir deste relato de Friedrich Wilhelm Nietzsche, procuro estabelecer uma correlação com um estado pleno de ilusão, de orgulho, de autossuficiência, de individualismo, diga-se de passagem, dos extremos dos extremos ora municiado pelo estatuto inexorável da rebelião cósmica, do motim causado por Lúcifer nos céus ou nos espaços. Ora, ali, percebeu-se a refutação do próprio fundamento da Verdade, numa remoção no tocante a instauração não de uma outra verdade. Diametralmente oposto, a inserção do caudilho ditatorial da força. O mais dantesco, sem a fonte, equidistante dos critérios objetivos advindos do Legislador Criador de tudo e de todos, a qual tudo fez, a partir do nada e não do nada, ou seja, a alma passa a não ir à direção para contemplar o fundamento último, porque passa a se considerar como tal. De maneira lúgubre, semelhante a Lúcifer e aos Anjos Decaídos, ocorre a concepção da ideia de que somos a fonte e o fundamento, o sentido e o propósito, o destino e a proposição ou a intenção, tanto do bem quanto do mal, tanto do justo quanto do iníquo, tanto da verdade quanto da mentira. Eis o corolário de se afastar do Bem Maior, dessa Maravilhosa Graça e dessa Misericórdia Divina, numa repulsa aos atributos e aos apanágios de Deus, mediante o ato redentor de Jesus de Nazaré, em nosso ser. Vou adiante, o efeito periclitante da soberba, do orgulho, da vaidade ou da ilusão de que me basto e de que o próprio Criador de tudo e de todos, inclusive, depende de mim e o quanto se observa isso em pretensos profetas e personalidades dotadas da condição de prever o futuro. Decerto, a revolta de Lúcifer e a Angélica abre dimensões para toda uma sucessão de desajustes, com os efeitos de obscurecer a consciência, de desvirtuar a finalidade de que fomos criado para glorificar ao Criador de tudo e de todos, de que fomos originados pelo amor e não necessidade, nem por carência e muito menos por distração, como deturpa todo o nosso estado de integralidade e harmonia interior. Não paro, por aqui, quantas vezes não podemos estar no caminhar dessa trajetória, apesar de todo um aparato estilístico de espiritualidade arrebatadora, todavia, se for submetida a uma leitura séria e honesta, expressamente, tudo se reduz a uma doença espiritual e psicológica destruidora, por ser portarem como avatares titânicos, divinizados, absolutos e corroídos pela paixão, subjugados pela empáfia, pela soberba, pela ilusão e embriagados pelo auto-deificação. Destarte, ao se deparar com caricaturas tresloucadas tão e assaz comumente veiculados pelas redes digitais, inflamados por se definirem como homens e mulheres de Deus, anota-se, não retratarem os mosaicos de pessoas estigmatizadas ou marcadas pela Revolta de Lúcifer e pela Revolta Angélica, também? Além dessas constatações, será que não tenho sido apologeta e propalador dessas revoltas, quando ajo segundo essa máxima de que sou a fonte e o fundamento último?
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
24 de agosto de 2026- Visualizações: 32
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.
Ultimato quer falar com você.
A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.
PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.

Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Revista Ultimato
- +lidos
- +comentados
- Não se esconda
- A incorruptibilidade
- A responsabilidade de Abraão na essência da fé
- Cidadania mutilada e o silêncio da Igreja
- Da identidade à missão: implicações e riscos de lideranças meritocráticas para a formação de comunidades religiosas
- Mesmo que não haja céu
- O reino de Deus, a santidade e a graça
- A conversão do cristão!
- Entusiasmado pela Eclesiologia e a Escatologia
- O inferno te inquieta?
(31)3611 8500
(31)99437 0043






