Palavra do leitor
13 de setembro de 2026- Visualizações: 25
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Luz na política
"Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo." – O Messias
Uma pergunta clara é feita sobre um tema perturbador: o pecado é a causa de todos os males que nos ocorrem?
Costumou-se cravar um jargão para tal questionamento: não pergunte por quê, mas para quê!
De fato, é essa a resposta de Jesus: para quê? Para a glória de Deus.
O fato é a cura de um cego. E contra fatos não há argumentos. O homem está lá, vendo. Era cego desde nascença. Mas agora vê. Não há como negar esse fato.
Mas as pessoas não querem crer nos fatos. Por quê? Porque fé é também querer. É preciso querer acreditar. O que te impede de crer? Seria o seu querer?
A guerra de narrativas da política não pode ultrapassar a linha dos fatos. Escrevi um livro que aborda, entre outros, esse assunto: Esquerda & Direita do Rei no Brasil: Um manual para todo cristão votar bem (ou, pelo menos, pelas razões certas). Esquerda & Direita do Rei no Brasil — Amazon Kindle Ali procuro destacar fatos que nos ajudam a perceber a supremacia da realidade do Reino de Deus sobre narrativas políticas meramente ilusórias.
A política importa. O cristão não pode ser indiferente à justiça, à verdade, à pobreza, à violência, à corrupção ou à dignidade humana. Mas a política não pode ocupar o lugar que pertence ao Reino de Deus. Jesus reina sobre a história, mas declarou que seu Reino não é deste mundo. Por isso, nenhum partido, candidato ou projeto político pode pretender ser a expressão definitiva do Reino de Deus.
O filme Deus Não Está Morto 5 também aborda a importante relação entre cidadania e fé. Ele convoca o cristão a não se omitir do debate público, especialmente quando valores que considera fundamentais estão sendo retirados da arena política. Entretanto, participar da política não significa batizá-la. O cristão entra nela como cidadão, não como sacerdote de um partido.
Quando Jesus cura aquele cego, surge também um confronto com aqueles que afirmavam enxergar. O problema deles não era simplesmente a falta de informação. Eles estavam diante de um fato extraordinário, mas sua interpretação da realidade estava condicionada por seus próprios pressupostos. A cegueira mais perigosa não é aquela dos olhos, mas aquela que nos faz enxergar apenas aquilo que desejamos ver.
Essa advertência vale especialmente para a política. A ideologia pode tornar-se uma espécie de lente através da qual selecionamos fatos, justificamos aliados e demonizamos adversários. Passamos a chamar de "verdade" aquilo que confirma nossa posição e de "mentira" aquilo que a contraria. O resultado é uma cegueira seletiva.
Por isso, não apenas a política, mas também as ideologias e os grupos aparentemente antagônicos precisam ser examinados à luz do Evangelho. O cristão não deve perguntar apenas: "A esquerda está certa?" ou "A direita está certa?". Deve perguntar antes: "O que, em cada uma delas, corresponde à verdade, à justiça, à misericórdia e à dignidade ensinadas por Cristo?" E, igualmente importante: "Onde estão os meus próprios pontos cegos?"
Essa postura exige humildade. Afinal, somente Deus é absolutamente bom. O Evangelho reconhece a existência do bem e do mal, da verdade e do erro, mas nos impede de transformar nossa preferência política em medida absoluta da bondade humana.
É justamente aqui que o cristão precisa permanecer vigilante. O perigo não está apenas em escolher o extremo errado, mas em transformar qualquer extremo em esperança última. Uns depositam sua esperança no Estado; outros, no mercado. Uns esperam a salvação de uma revolução; outros, da conservação de uma determinada ordem. Uns elegem seus políticos como defensores da fé; outros enxergam nos adversários a encarnação de todo o mal.
Em todos esses casos, a política deixa de ser instrumento e passa a ser objeto de fé.
E quando um político se transforma em messias, o eleitor deixa de ser cidadão e passa a ser discípulo de um homem.
Não somos chamados a salvar o Brasil. Somos chamados a seguir o Salvador. Não somos chamados a construir o Reino de Deus por meio de um partido. Somos chamados a viver os valores do Reino onde Deus nos colocou. A luz de Cristo deve alcançar o político, mas também o professor, o empresário, o trabalhador, o estudante, o pai e a mãe de família, o policial, o padeiro e todos aqueles que exercem alguma influência na sociedade. O Reino começa no coração e transborda para a vida.
A salvação não está na política, nos partidos ou nos candidatos. O Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
Portanto, participe. Vote. Discuta. Questione. Denuncie a injustiça. Defenda a verdade. Mas não entregue sua alma a nenhum projeto político.
Não queira ganhar o Brasil e acabar perdendo a própria alma.
Enquanto estamos no mundo, somos chamados a ser luz no mundo. Não para substituir o Sol, mas para refletir sua luz.
E a verdadeira Luz tem nome: Jesus Cristo, o Rei.
Uma pergunta clara é feita sobre um tema perturbador: o pecado é a causa de todos os males que nos ocorrem?
Costumou-se cravar um jargão para tal questionamento: não pergunte por quê, mas para quê!
De fato, é essa a resposta de Jesus: para quê? Para a glória de Deus.
O fato é a cura de um cego. E contra fatos não há argumentos. O homem está lá, vendo. Era cego desde nascença. Mas agora vê. Não há como negar esse fato.
Mas as pessoas não querem crer nos fatos. Por quê? Porque fé é também querer. É preciso querer acreditar. O que te impede de crer? Seria o seu querer?
A guerra de narrativas da política não pode ultrapassar a linha dos fatos. Escrevi um livro que aborda, entre outros, esse assunto: Esquerda & Direita do Rei no Brasil: Um manual para todo cristão votar bem (ou, pelo menos, pelas razões certas). Esquerda & Direita do Rei no Brasil — Amazon Kindle Ali procuro destacar fatos que nos ajudam a perceber a supremacia da realidade do Reino de Deus sobre narrativas políticas meramente ilusórias.
A política importa. O cristão não pode ser indiferente à justiça, à verdade, à pobreza, à violência, à corrupção ou à dignidade humana. Mas a política não pode ocupar o lugar que pertence ao Reino de Deus. Jesus reina sobre a história, mas declarou que seu Reino não é deste mundo. Por isso, nenhum partido, candidato ou projeto político pode pretender ser a expressão definitiva do Reino de Deus.
O filme Deus Não Está Morto 5 também aborda a importante relação entre cidadania e fé. Ele convoca o cristão a não se omitir do debate público, especialmente quando valores que considera fundamentais estão sendo retirados da arena política. Entretanto, participar da política não significa batizá-la. O cristão entra nela como cidadão, não como sacerdote de um partido.
Quando Jesus cura aquele cego, surge também um confronto com aqueles que afirmavam enxergar. O problema deles não era simplesmente a falta de informação. Eles estavam diante de um fato extraordinário, mas sua interpretação da realidade estava condicionada por seus próprios pressupostos. A cegueira mais perigosa não é aquela dos olhos, mas aquela que nos faz enxergar apenas aquilo que desejamos ver.
Essa advertência vale especialmente para a política. A ideologia pode tornar-se uma espécie de lente através da qual selecionamos fatos, justificamos aliados e demonizamos adversários. Passamos a chamar de "verdade" aquilo que confirma nossa posição e de "mentira" aquilo que a contraria. O resultado é uma cegueira seletiva.
Por isso, não apenas a política, mas também as ideologias e os grupos aparentemente antagônicos precisam ser examinados à luz do Evangelho. O cristão não deve perguntar apenas: "A esquerda está certa?" ou "A direita está certa?". Deve perguntar antes: "O que, em cada uma delas, corresponde à verdade, à justiça, à misericórdia e à dignidade ensinadas por Cristo?" E, igualmente importante: "Onde estão os meus próprios pontos cegos?"
Essa postura exige humildade. Afinal, somente Deus é absolutamente bom. O Evangelho reconhece a existência do bem e do mal, da verdade e do erro, mas nos impede de transformar nossa preferência política em medida absoluta da bondade humana.
É justamente aqui que o cristão precisa permanecer vigilante. O perigo não está apenas em escolher o extremo errado, mas em transformar qualquer extremo em esperança última. Uns depositam sua esperança no Estado; outros, no mercado. Uns esperam a salvação de uma revolução; outros, da conservação de uma determinada ordem. Uns elegem seus políticos como defensores da fé; outros enxergam nos adversários a encarnação de todo o mal.
Em todos esses casos, a política deixa de ser instrumento e passa a ser objeto de fé.
E quando um político se transforma em messias, o eleitor deixa de ser cidadão e passa a ser discípulo de um homem.
Não somos chamados a salvar o Brasil. Somos chamados a seguir o Salvador. Não somos chamados a construir o Reino de Deus por meio de um partido. Somos chamados a viver os valores do Reino onde Deus nos colocou. A luz de Cristo deve alcançar o político, mas também o professor, o empresário, o trabalhador, o estudante, o pai e a mãe de família, o policial, o padeiro e todos aqueles que exercem alguma influência na sociedade. O Reino começa no coração e transborda para a vida.
A salvação não está na política, nos partidos ou nos candidatos. O Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
Portanto, participe. Vote. Discuta. Questione. Denuncie a injustiça. Defenda a verdade. Mas não entregue sua alma a nenhum projeto político.
Não queira ganhar o Brasil e acabar perdendo a própria alma.
Enquanto estamos no mundo, somos chamados a ser luz no mundo. Não para substituir o Sol, mas para refletir sua luz.
E a verdadeira Luz tem nome: Jesus Cristo, o Rei.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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