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29 de julho de 2020- Visualizações: 8653
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Os “mais velhos” são tema da próxima live da série “Diálogos de Esperança”
Por Ultimatoonline
Segundo o Pastor Valdir Steuernagel, um dos moderadores da série de lives “Diálogos de Esperança”, a crise causada pela Covid-19 estigmatizou os idosos e os mandou “ficar em casa” para logo perceber que saber ficar em casa é uma arte e uma vocação a ser aprendida. Uma arte para a qual a igreja deve estar atenta com o objetivo de vir a ser um ambiente onde é possível experimentar o cuidado, a ternura e a vocação do idoso numa sociedade cada vez mais idosa.
O envelhecimento da população global é uma das mais significativas tendências do século 21. Até 2050, o número de idosos no mundo vai duplicar – serão 2 bilhões. Oficialmente, os 60 anos dão entrada à Terceira Idade. Mas a idade cronológica é apenas um dos fatores determinantes do envelhecimento. A velhice no mundo tem cara feminina: para cada 100 mulheres com 80 anos ou mais, há apenas 61 homens. Segundo pesquisa recente, 1 em cada 4 idosos não vê desvantagem na própria idade e a maioria considera a “experiência” como a principal vantagem da própria idade.
Igrejas também envelhecem. Muitas comunidades já são formadas por mais idosos do que por crianças e jovens. Trata-se de uma oportunidade ímpar para as igrejas: valorizar o idoso e integrá-lo à comunidade de fé, amenizar sua solidão por meio de vínculos, atender socialmente aos que neste grupo são vulneráveis, promover a troca entre gerações, utilizar-se de seus dons e sua experiência, valorizar suas memórias e oferecer-lhes o suporte que precisam para enfrentar esses dias mais difíceis, trazidos pela pandemia.
A convidada para a próxima live é Lieselotte Hedderich, mais conhecida como Lilo, uma alemã que adotou o Brasil quando ainda era bem jovem. Perto de completar 80 anos, Lilo é ativa em seu ministério e conseguiu inovar nas formas de exercê-lo em meio à quarentena. Para ela, a oração abaixo, parafraseada de Eclesiastes 11.9-12.7, é uma verdade:
Que eu me lembre do Senhor na primavera da vida,
Para que o verão, com o seu sol a pino,
Seja inteiramente seu.
E não se esqueça de mim no outono,
Para que, quando as folhas caírem e o frio chegar,
A lareira do coração, embora fornalha já antiga,
Queime pelo Senhor com o mesmo fogo juvenil.
Os moderadores desta live serão Valdir e Silêda Steuernagel. A participação musical está a cargo do Coral da Comunidade do Redentor, em Curitiba, PR.
Saiba mais
Diálogos de Esperança – a igreja e a (pós-) pandemia
Sétima live da série: A pandemia mostrou os idosos. A igreja está vendo?
Data: 4 de agosto
Horário: 16 horas
No canal da Editora Ultimato no YouTube
Iniciativa: Editora Ultimato, Aliança Cristã Evangélica, Tearfund e Visão Mundial
Mais informações sobre a participante:
Leia mais
» Como a igreja pode apoiar pessoas idosas durante a pandemia do coronavírus
» Um Brasil mais grisalho
» Um Deus que não lança bombas, mas abraça
» Experiência e esperança na velhice
Segundo o Pastor Valdir Steuernagel, um dos moderadores da série de lives “Diálogos de Esperança”, a crise causada pela Covid-19 estigmatizou os idosos e os mandou “ficar em casa” para logo perceber que saber ficar em casa é uma arte e uma vocação a ser aprendida. Uma arte para a qual a igreja deve estar atenta com o objetivo de vir a ser um ambiente onde é possível experimentar o cuidado, a ternura e a vocação do idoso numa sociedade cada vez mais idosa. O envelhecimento da população global é uma das mais significativas tendências do século 21. Até 2050, o número de idosos no mundo vai duplicar – serão 2 bilhões. Oficialmente, os 60 anos dão entrada à Terceira Idade. Mas a idade cronológica é apenas um dos fatores determinantes do envelhecimento. A velhice no mundo tem cara feminina: para cada 100 mulheres com 80 anos ou mais, há apenas 61 homens. Segundo pesquisa recente, 1 em cada 4 idosos não vê desvantagem na própria idade e a maioria considera a “experiência” como a principal vantagem da própria idade.
Igrejas também envelhecem. Muitas comunidades já são formadas por mais idosos do que por crianças e jovens. Trata-se de uma oportunidade ímpar para as igrejas: valorizar o idoso e integrá-lo à comunidade de fé, amenizar sua solidão por meio de vínculos, atender socialmente aos que neste grupo são vulneráveis, promover a troca entre gerações, utilizar-se de seus dons e sua experiência, valorizar suas memórias e oferecer-lhes o suporte que precisam para enfrentar esses dias mais difíceis, trazidos pela pandemia.
A convidada para a próxima live é Lieselotte Hedderich, mais conhecida como Lilo, uma alemã que adotou o Brasil quando ainda era bem jovem. Perto de completar 80 anos, Lilo é ativa em seu ministério e conseguiu inovar nas formas de exercê-lo em meio à quarentena. Para ela, a oração abaixo, parafraseada de Eclesiastes 11.9-12.7, é uma verdade:
Que eu me lembre do Senhor na primavera da vida,
Para que o verão, com o seu sol a pino,
Seja inteiramente seu.
E não se esqueça de mim no outono,
Para que, quando as folhas caírem e o frio chegar,
A lareira do coração, embora fornalha já antiga,
Queime pelo Senhor com o mesmo fogo juvenil.
Os moderadores desta live serão Valdir e Silêda Steuernagel. A participação musical está a cargo do Coral da Comunidade do Redentor, em Curitiba, PR.
Saiba mais
Diálogos de Esperança – a igreja e a (pós-) pandemia
Sétima live da série: A pandemia mostrou os idosos. A igreja está vendo?
Data: 4 de agosto
Horário: 16 horas
No canal da Editora Ultimato no YouTube
Iniciativa: Editora Ultimato, Aliança Cristã Evangélica, Tearfund e Visão Mundial
Mais informações sobre a participante:
- Lieselotte Hedderich, 79 anos, nasceu na Alemanha e em 1965 veio como missionária para o Brasil. Trabalhou como enfermeira, fundou um internato feminino, estruturou o hospital da comunidade de Mondaí, SC, e foi “mãe de casa” do Centro de Aprendizagem Rural da Terra Nova, na comunidade de Pirapocu, SC. Desde 1992 é responsável pela Casa da Esperança, em Mondaí, onde acompanha retiros de silêncio.
Atualização:
Confira a seguir a oitava live da série "Diálogos de Esperança".
Leia mais
» Como a igreja pode apoiar pessoas idosas durante a pandemia do coronavírus
» Um Brasil mais grisalho
» Um Deus que não lança bombas, mas abraça
» Experiência e esperança na velhice
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