Palavra do leitor
01 de outubro de 2026- Visualizações: 22
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Palavra – faísca na floresta
Uma palavra, uma conversa, não precedida por uma detida e responsável reflexão pode ocasionar a destruição de uma pessoa, uma família, uma instituição.
"Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo" – Oscar Wilde
Encontramos, na Palavra de Deus, alguns textos relevantes quanto à questão do "falar", que nos conduzem a entender a necessidade de refletir antes de nos pronunciarmos sobre qualquer assunto, principalmente se a palavra proferida possa aborrecer/ofender o próximo.
"O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau, do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração" (Lc 6.45).
"Seja, porém, a tua palavra: sim, sim; não, não. O que disto passar, vem do maligno" (Mt 5.37, Tg 5.12).
Nesse texto Jesus falava a respeito da questão do juramento, e concluiu dizendo que a nossa palavra deve ser "sim" ou "não", e foi firme ao definir procedimento contrário: "vem do maligno".
Tendo em vista os ensinamentos maternos, desde a primeira infância, adotei uma postura de não admitir a mentira, desejando sempre dizer e ouvir a verdade, nada mais do que ela.
Devemos ter cuidado com a palavra que sai da nossa boca, não somente zelando por dizer sempre a verdade, mesmo que desagrade aos ouvintes, tendo em vista que o ensinamento de Jesus é esse.
O que verificamos na vida diária confirma o ensinamento de que a boca fala do que está cheio o coração; assim, ao conversarmos conseguimos identificar em nossos interlocutores o que enche os seus corações.
A Palavra de Deus, dito por Jesus, também nos deixa outra importante orientação sobre o assunto:
"Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto sim, contamina o homem" (Mt 15.11).
O Senhor Jesus está ensinando, nesse contexto, que não é necessariamente o alimento, que entra pela boca, que nos contamina, mas é o que sai pela boca, ou seja, palavras, que não só nos contaminam bem como contaminam os nossos interlocutores.
Lamentável constatar, por exemplo, pessoas que a cada dez palavras dizem quase isso de palavrões, pornografia, obscenidade, o que demonstra que o coração está cheio de maldade, de coisas de má reputação, de impureza, de comportamentos não aconselháveis aos nossos ouvidos, aos nossos corações.
Assim pensar não é "puritanismo", mas, na condição de cristãos, tornam-se desconfortáveis, em um relacionamento, conviver com conversas maliciosas, desrespeitosas, escarnecedoras, zombeteiras, que, via de regra, criam barreiras para um convívio diário.
Devemos pautar os nossos procedimentos de acordo com a orientação bíblica, a qual deve ser a nossa bússola:
"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e, sim, UNICAMENTE a que for boa para a edificação, conforme a necessidade, e assim transmita graça aos que ouvem" (Ef 4.29).
O destaque para a palavra "unicamente" é porque unicamente é unicamente, e não "de vez em quando" ou "alternadamente".
Tenho repetido o ensinamento de 2 teólogos: Pastor Ary Veloso e Cardeal Ratzinger, de que a Palavra de Deus tem que ser levada a sério; se Jesus ensinou que a nossa palavra secular tem que ser "sim, sim; não, não", então não podemos pensar diferente em relação à Palavra de Deus, pois Ele diz exatamente o que Ele quer dizer, e não algo "que não é bem assim" como se alega hodiernamente.
Reitero que só deve sair da nossa boca palavras que edificam a vida dos nossos interlocutores; jamais palavras torpes, as quais a ninguém edificam, pelo contrário, ofendem.
Deixando de lado a modéstia devo declarar que, felizmente, desde a minha infância as pessoas respeitavam essa minha postura; inúmeras vezes ouvi de pessoas que gostam de uma "piadinha":
• Não vou contar essa anedota em respeito à sua presença;
• Ou respeito muito a sua presença, mas dê-me licença de, só uma vez, contar tal piada ou dizer uma palavra torpe.
Essa atitude era comum, mesmo em relação aos meus superiores hierárquicos, embora jamais eu tenha proibido ou advertido quem quer que seja nesse sentido, mas todas as pessoas com as quais me relacionei, adotavam uma posição respeitosa em nossos contatos.
Encontramos outros textos que corroboram essa questão, afirmando que a língua é fogo consumidor, pois com ela se abençoa e com ela se amaldiçoa as pessoas (Mt 12.36-37; Tg 3.6 e 10).
A palavra proferida é como a seta arremessada, não volta mais; por isso devemos ter cuidado com o que comentamos, principalmente da vida alheia.
Que as nossas conversas sejam sinceras, verdadeiras, e, sobretudo, puras para que Deus não se desagrade de nós e para não ferirmos o próximo.
A "Cartilha do Politicamente Correto", se usada, nunca deve contrariar a Palavra de Deus, que nos ensina a verdade, a sinceridade e, principalmente, o amor ao próximo; devemos adotar como prática em nossa vida a verdade acima de tudo, mas com pureza e mansidão.
"Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo" – Oscar Wilde
Encontramos, na Palavra de Deus, alguns textos relevantes quanto à questão do "falar", que nos conduzem a entender a necessidade de refletir antes de nos pronunciarmos sobre qualquer assunto, principalmente se a palavra proferida possa aborrecer/ofender o próximo.
"O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau, do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração" (Lc 6.45).
"Seja, porém, a tua palavra: sim, sim; não, não. O que disto passar, vem do maligno" (Mt 5.37, Tg 5.12).
Nesse texto Jesus falava a respeito da questão do juramento, e concluiu dizendo que a nossa palavra deve ser "sim" ou "não", e foi firme ao definir procedimento contrário: "vem do maligno".
Tendo em vista os ensinamentos maternos, desde a primeira infância, adotei uma postura de não admitir a mentira, desejando sempre dizer e ouvir a verdade, nada mais do que ela.
Devemos ter cuidado com a palavra que sai da nossa boca, não somente zelando por dizer sempre a verdade, mesmo que desagrade aos ouvintes, tendo em vista que o ensinamento de Jesus é esse.
O que verificamos na vida diária confirma o ensinamento de que a boca fala do que está cheio o coração; assim, ao conversarmos conseguimos identificar em nossos interlocutores o que enche os seus corações.
A Palavra de Deus, dito por Jesus, também nos deixa outra importante orientação sobre o assunto:
"Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto sim, contamina o homem" (Mt 15.11).
O Senhor Jesus está ensinando, nesse contexto, que não é necessariamente o alimento, que entra pela boca, que nos contamina, mas é o que sai pela boca, ou seja, palavras, que não só nos contaminam bem como contaminam os nossos interlocutores.
Lamentável constatar, por exemplo, pessoas que a cada dez palavras dizem quase isso de palavrões, pornografia, obscenidade, o que demonstra que o coração está cheio de maldade, de coisas de má reputação, de impureza, de comportamentos não aconselháveis aos nossos ouvidos, aos nossos corações.
Assim pensar não é "puritanismo", mas, na condição de cristãos, tornam-se desconfortáveis, em um relacionamento, conviver com conversas maliciosas, desrespeitosas, escarnecedoras, zombeteiras, que, via de regra, criam barreiras para um convívio diário.
Devemos pautar os nossos procedimentos de acordo com a orientação bíblica, a qual deve ser a nossa bússola:
"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e, sim, UNICAMENTE a que for boa para a edificação, conforme a necessidade, e assim transmita graça aos que ouvem" (Ef 4.29).
O destaque para a palavra "unicamente" é porque unicamente é unicamente, e não "de vez em quando" ou "alternadamente".
Tenho repetido o ensinamento de 2 teólogos: Pastor Ary Veloso e Cardeal Ratzinger, de que a Palavra de Deus tem que ser levada a sério; se Jesus ensinou que a nossa palavra secular tem que ser "sim, sim; não, não", então não podemos pensar diferente em relação à Palavra de Deus, pois Ele diz exatamente o que Ele quer dizer, e não algo "que não é bem assim" como se alega hodiernamente.
Reitero que só deve sair da nossa boca palavras que edificam a vida dos nossos interlocutores; jamais palavras torpes, as quais a ninguém edificam, pelo contrário, ofendem.
Deixando de lado a modéstia devo declarar que, felizmente, desde a minha infância as pessoas respeitavam essa minha postura; inúmeras vezes ouvi de pessoas que gostam de uma "piadinha":
• Não vou contar essa anedota em respeito à sua presença;
• Ou respeito muito a sua presença, mas dê-me licença de, só uma vez, contar tal piada ou dizer uma palavra torpe.
Essa atitude era comum, mesmo em relação aos meus superiores hierárquicos, embora jamais eu tenha proibido ou advertido quem quer que seja nesse sentido, mas todas as pessoas com as quais me relacionei, adotavam uma posição respeitosa em nossos contatos.
Encontramos outros textos que corroboram essa questão, afirmando que a língua é fogo consumidor, pois com ela se abençoa e com ela se amaldiçoa as pessoas (Mt 12.36-37; Tg 3.6 e 10).
A palavra proferida é como a seta arremessada, não volta mais; por isso devemos ter cuidado com o que comentamos, principalmente da vida alheia.
Que as nossas conversas sejam sinceras, verdadeiras, e, sobretudo, puras para que Deus não se desagrade de nós e para não ferirmos o próximo.
A "Cartilha do Politicamente Correto", se usada, nunca deve contrariar a Palavra de Deus, que nos ensina a verdade, a sinceridade e, principalmente, o amor ao próximo; devemos adotar como prática em nossa vida a verdade acima de tudo, mas com pureza e mansidão.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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