Opinião
22 de setembro de 2026- Visualizações: 85
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Mais do que bem-vindos: envolvendo ativamente os fiéis com deficiência na vida da igreja
Três histórias de acolhimento, discipulado e envolvimento de pessoas com deficiência na vida e no ministério da igreja
Por Marla Hale
As pessoas com deficiência são sub-representadas na igreja global. O Relatório sobre o Estado da Grande Comissão menciona que, embora as pessoas com deficiência representem de 10 a 24% da população, a porcentagem desse grupo nas igrejas da América do Norte e da Austrália é muito menor.1 As causas dessa sub-representação podem variar em diferentes regiões do mundo.
Neste artigo, ouvimos histórias de três contextos diferentes em que a igreja é apoiada no acolhimento de pessoas com deficiência, no seu discipulado e no seu envolvimento na vida e no ministério da igreja. Cada contexto tem os seus próprios desafios, e as três mulheres que ministram nesses locais têm, cada uma, um foco ministerial único.
Crenças limitantes sobre a deficiência na igreja
Loice Maluki | Quênia
Em muitas partes do mundo, encontramos crenças prejudiciais sobre a deficiência. Podemos nos surpreender ao saber que isso não ocorre apenas em sociedades seculares, mas também afeta a igreja. Não é incomum que cristãos ou igrejas tenham visões seculares sobre a deficiência. Isso, é claro, é difícil para os fiéis com deficiência, pois mesmo dentro da igreja, eles podem enfrentar estigma e discriminação.
Loice Maluki está bem ciente dos equívocos que cercam as causas da deficiência no Quênia. Ela afirma:
“Alguns líderes religiosos ou algumas pessoas acreditam que a deficiência é causada por bruxaria ou possessão demoníaca. E às vezes as pessoas acreditam que a deficiência é causada por maldições.”
Devido a essas crenças negativas sobre a deficiência, as famílias de crianças com deficiência em seu contexto podem optar por escondê-las. Essas visões negativas também podem resultar na negação do direito das crianças com deficiência à educação, aos serviços médicos e a outros tipos de apoio.
Loice tinha o desejo de melhorar a vida de crianças com deficiência e vê-las acolhidas na igreja local. Ela começou a trabalhar com a Kuhenza for the Children para combater crenças prejudiciais sobre deficiência que levam ao estigma e à exclusão. Surgiu então a oportunidade de Loice treinar os líderes e membros de sua própria igreja. Depois de um tempo, sua igreja começou a acolher famílias de crianças com deficiência e a recebê-las na igreja. Não pararam por aí, mas também discipularam esses novos convertidos e lhes proporcionaram oportunidades para se envolverem ativamente nos ministérios da igreja. Alguns deles se tornaram parte da equipe de louvor e adoração, outros são intérpretes de idiomas e outros servem no departamento de recepção da igreja.
O pulsar da Igreja?
Jackie Kimani | Zimbábue
Além de crenças prejudiciais sobre a deficiência, as igrejas também podem estar ensinando teologias que afetam negativamente as pessoas com deficiência. Jackie Kimani, do Zimbábue, relata que é difícil para pessoas com deficiência em seu contexto acessarem a igreja devido a barreiras atitudinais e teológicas.
“Algumas dessas barreiras no meu próprio contexto no Zimbábue seriam coisas como (...) pessoas em igrejas da teologia da prosperidade acreditando que você precisa ser curado para ser um "cristão completo". Ou que, se você tiver fé suficiente, Deus o curará. Ou que você tem deficiências por causa do que fez.”
Como Jackie destaca, teologias mal fundamentadas sobre cura ou sobre o que significa ser cristão podem ser muito prejudiciais para pessoas com deficiência. Ela compartilha o ensinamento de Jesus em João 9, de que a deficiência não é causada pelos pecados de alguém ou pelas más ações de seus pais, mas sim para que a glória de Deus seja vista e manifestada.
Jackie iniciou sua jornada no ministério para pessoas com deficiência por meio de duas amizades com colegas da universidade; um é cego e o outro é surdo. Como uma jovem cristã, ela “simplesmente pensava que isso era algo que os cristãos faziam”. Com o tempo, no entanto, Jackie começou a perceber que a igreja muitas vezes tem dificuldades em acolher pessoas com deficiência, integrá-las à igreja, amá-las, cuidar delas, capacitá-las, fazê-las crescer, trabalhar em conjunto com elas e enviá-las para o mundo. Mas então ela também descobriu ministérios que buscam alcançar pessoas com deficiência de forma integral. Ela agora trabalha para um desses ministérios, o Accessible Hope International.
A oração de Jackie é que as pessoas com deficiência — como “o maior grupo não alcançado” — sejam alcançadas pelo evangelho e incorporadas à igreja. Ela esclarece:
“Este Deus que cuida deles, que os vê, e se eles são curados ou não, é um Deus que os criou por uma razão e com um propósito. Eles foram feitos à sua imagem e semelhança, e foram feitos para, assim, refletir a sua glória por toda a terra, usando todos os dons e todas as oportunidades que Deus lhes concedeu.”
Discipulado para pessoas com deficiência
Ashley Belknap | Estados Unidos
Outra pessoa que capacita igrejas na inclusão de pessoas com deficiência é Ashley Belknap. Ashley reside nos Estados Unidos e lidera um ministério chamado Engaging Disability with the Gospel (Envolvendo a Deficiência com o Evangelho).2 Uma parte importante de seu ministério concentra-se no discipulado de pessoas com deficiência e em vê-las passar de “apenas estar presentes” para a participação plena na igreja e o crescimento em Cristo. Ashley afirma:
“Tenho o prazer de acompanhar igrejas para orientá-las sobre como discipular e envolver pessoas com deficiência. Começamos por identificar quem já está na sua igreja, quem talvez esteja presente, mas não esteja crescendo no relacionamento com o Senhor ou nos relacionamentos com os outros. E começamos a ensinar estratégias para ajudar a promover esse crescimento espiritual e esse crescimento relacional, que é, obviamente, a essência da vida em comunidade na igreja.”
O discipulado de pessoas com deficiência pode ser facilmente negligenciado pelas igrejas. A igreja pode achar que está fazendo um bom trabalho ao acolher pessoas com deficiência em seu meio. No entanto, isso não significa necessariamente que esses crentes com deficiência estejam crescendo na fé. Ashley oferece treinamento, mentoria e recursos para igrejas que as auxiliam nesse aspecto. Um exemplo é o ensino bíblico apresentado de forma acessível a todos na igreja, incluindo pessoas com deficiência intelectual. Mas também pode se tratar de proporcionar oportunidades para que pessoas com deficiência participem da vida da igreja e se envolvam ativamente no ministério.
Como podemos ver, a inclusão de pessoas com deficiência nas igrejas pode ser feita de várias maneiras. Dependendo do contexto local, os desafios que uma igreja enfrenta variam. Portanto, os ministérios para pessoas com deficiência podem ter um foco diferente em cada contexto. Como é o seu contexto? Você observa crenças prejudiciais sobre deficiência? Ou teologias que não ajudam? Há pessoas com deficiência em sua congregação, mas que não estão crescendo em sua fé? Loice, Jackie e Ashley servem à igreja conscientizando sobre as pessoas com deficiência e incentivando as igrejas a acolhê-las e a oferecer-lhes oportunidades de participação ativa na vida e no ministério da igreja. Pessoas com deficiência pertencem à igreja, assim como qualquer outro. Como sua igreja local pode se envolver? Para finalizar, vamos ouvir como Loice e Jackie gostariam de desafiar você.
E agora é um chamado para toda a igreja. É um chamado para que a igreja perceba que não podemos avançar na missão sem incluir pessoas com deficiência.
- Loice
Se você é um líder religioso, espero que isto seja um incentivo para que você inclua pessoas com deficiência na sua igreja, as alcance com o evangelho e as convide a trabalhar ao seu lado para que Deus seja visto e glorificado.
- Jackie
Notas
1. https://lausanne.org/report/just/opportunities-for-people-with-disabilities
2. Ashley diz: “Então, se a sua igreja deseja crescer nessa área, entre em contato. Adoraríamos ajudar e orientar a sua igreja. Se vocês estão em uma região geográfica com muitas pessoas afetadas por deficiência ou apenas algumas, adoraríamos ajudar. As estratégias não são difíceis e trata-se realmente de aprender a amar bem.”

Nota do editor
Este é o segundo de uma série de três artigos da Rede de Questões sobre Deficiência de Lausanne.
Veja a Parte 1: O Evangelho para Todas as Pessoas: Incluindo as Pessoas com Deficiência.
Este artigo inclui histórias gravadas nas Cabines de Contação de Histórias do Quarto Congresso de Lausanne, em Incheon, Coreia do Sul, em setembro de 2024. Essas cabines serviram como um espaço sagrado para que participantes do mundo todo compartilhassem testemunhos, pedidos de oração e oferecessem perspectivas sobre o ministério a partir de seus contextos únicos. Temos a honra de compartilhar essas histórias como vislumbres de como Deus está agindo na vida de pessoas com deficiência.
Artigo publicado originalmente no site Lausanne. Reproduzido com permissão.
Tradução: Ana Laura Morais.
REVISTA ULTIMATO – VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE SOLIDÃO?
A epidemia de solidão é um fenômeno global que ultrapassa fronteiras, níveis de renda, faixa etária e sofisticação tecnológica. Que consequências este cenário tem para a missão da igreja no mundo?
Talvez a solidão seja uma grande oportunidade de voltar às verdades mais básicas do evangelho: encarnação e presença.
Esta oração pode e deve ser feita por todos nós: “Deus de toda amabilidade e beleza, até a mais humilde criatura encontra seu lar perto de ti. Que a tua igreja seja um lugar de segurança para todo viajante que te busca, todo crente que em ti confia e todo discípulo que te segue”. Saiba mais aqui.
Saiba mais:
» Pessoas: Humanas e Divinas – Ensaios sobre a natureza e o valor das pessoas, Peter van Inwagen
» A Igreja – Uma comunidade singular de pessoas, John Stott e Tim Chester
» Muitas Andorinhas Fazem Verão – Renovo - Unindo Pessoas na Transformação Social da Cidade, Cilas Fiuza Gavioli
Por Marla Hale
As pessoas com deficiência são sub-representadas na igreja global. O Relatório sobre o Estado da Grande Comissão menciona que, embora as pessoas com deficiência representem de 10 a 24% da população, a porcentagem desse grupo nas igrejas da América do Norte e da Austrália é muito menor.1 As causas dessa sub-representação podem variar em diferentes regiões do mundo.Neste artigo, ouvimos histórias de três contextos diferentes em que a igreja é apoiada no acolhimento de pessoas com deficiência, no seu discipulado e no seu envolvimento na vida e no ministério da igreja. Cada contexto tem os seus próprios desafios, e as três mulheres que ministram nesses locais têm, cada uma, um foco ministerial único.
Crenças limitantes sobre a deficiência na igreja
Loice Maluki | Quênia
Em muitas partes do mundo, encontramos crenças prejudiciais sobre a deficiência. Podemos nos surpreender ao saber que isso não ocorre apenas em sociedades seculares, mas também afeta a igreja. Não é incomum que cristãos ou igrejas tenham visões seculares sobre a deficiência. Isso, é claro, é difícil para os fiéis com deficiência, pois mesmo dentro da igreja, eles podem enfrentar estigma e discriminação.
Loice Maluki está bem ciente dos equívocos que cercam as causas da deficiência no Quênia. Ela afirma:“Alguns líderes religiosos ou algumas pessoas acreditam que a deficiência é causada por bruxaria ou possessão demoníaca. E às vezes as pessoas acreditam que a deficiência é causada por maldições.”
Devido a essas crenças negativas sobre a deficiência, as famílias de crianças com deficiência em seu contexto podem optar por escondê-las. Essas visões negativas também podem resultar na negação do direito das crianças com deficiência à educação, aos serviços médicos e a outros tipos de apoio.
Loice tinha o desejo de melhorar a vida de crianças com deficiência e vê-las acolhidas na igreja local. Ela começou a trabalhar com a Kuhenza for the Children para combater crenças prejudiciais sobre deficiência que levam ao estigma e à exclusão. Surgiu então a oportunidade de Loice treinar os líderes e membros de sua própria igreja. Depois de um tempo, sua igreja começou a acolher famílias de crianças com deficiência e a recebê-las na igreja. Não pararam por aí, mas também discipularam esses novos convertidos e lhes proporcionaram oportunidades para se envolverem ativamente nos ministérios da igreja. Alguns deles se tornaram parte da equipe de louvor e adoração, outros são intérpretes de idiomas e outros servem no departamento de recepção da igreja.
O pulsar da Igreja?
Jackie Kimani | Zimbábue
Além de crenças prejudiciais sobre a deficiência, as igrejas também podem estar ensinando teologias que afetam negativamente as pessoas com deficiência. Jackie Kimani, do Zimbábue, relata que é difícil para pessoas com deficiência em seu contexto acessarem a igreja devido a barreiras atitudinais e teológicas.
“Algumas dessas barreiras no meu próprio contexto no Zimbábue seriam coisas como (...) pessoas em igrejas da teologia da prosperidade acreditando que você precisa ser curado para ser um "cristão completo". Ou que, se você tiver fé suficiente, Deus o curará. Ou que você tem deficiências por causa do que fez.”Como Jackie destaca, teologias mal fundamentadas sobre cura ou sobre o que significa ser cristão podem ser muito prejudiciais para pessoas com deficiência. Ela compartilha o ensinamento de Jesus em João 9, de que a deficiência não é causada pelos pecados de alguém ou pelas más ações de seus pais, mas sim para que a glória de Deus seja vista e manifestada.
Jackie iniciou sua jornada no ministério para pessoas com deficiência por meio de duas amizades com colegas da universidade; um é cego e o outro é surdo. Como uma jovem cristã, ela “simplesmente pensava que isso era algo que os cristãos faziam”. Com o tempo, no entanto, Jackie começou a perceber que a igreja muitas vezes tem dificuldades em acolher pessoas com deficiência, integrá-las à igreja, amá-las, cuidar delas, capacitá-las, fazê-las crescer, trabalhar em conjunto com elas e enviá-las para o mundo. Mas então ela também descobriu ministérios que buscam alcançar pessoas com deficiência de forma integral. Ela agora trabalha para um desses ministérios, o Accessible Hope International.
A oração de Jackie é que as pessoas com deficiência — como “o maior grupo não alcançado” — sejam alcançadas pelo evangelho e incorporadas à igreja. Ela esclarece:
“Este Deus que cuida deles, que os vê, e se eles são curados ou não, é um Deus que os criou por uma razão e com um propósito. Eles foram feitos à sua imagem e semelhança, e foram feitos para, assim, refletir a sua glória por toda a terra, usando todos os dons e todas as oportunidades que Deus lhes concedeu.”
Discipulado para pessoas com deficiência
Ashley Belknap | Estados Unidos
Outra pessoa que capacita igrejas na inclusão de pessoas com deficiência é Ashley Belknap. Ashley reside nos Estados Unidos e lidera um ministério chamado Engaging Disability with the Gospel (Envolvendo a Deficiência com o Evangelho).2 Uma parte importante de seu ministério concentra-se no discipulado de pessoas com deficiência e em vê-las passar de “apenas estar presentes” para a participação plena na igreja e o crescimento em Cristo. Ashley afirma:
“Tenho o prazer de acompanhar igrejas para orientá-las sobre como discipular e envolver pessoas com deficiência. Começamos por identificar quem já está na sua igreja, quem talvez esteja presente, mas não esteja crescendo no relacionamento com o Senhor ou nos relacionamentos com os outros. E começamos a ensinar estratégias para ajudar a promover esse crescimento espiritual e esse crescimento relacional, que é, obviamente, a essência da vida em comunidade na igreja.”
O discipulado de pessoas com deficiência pode ser facilmente negligenciado pelas igrejas. A igreja pode achar que está fazendo um bom trabalho ao acolher pessoas com deficiência em seu meio. No entanto, isso não significa necessariamente que esses crentes com deficiência estejam crescendo na fé. Ashley oferece treinamento, mentoria e recursos para igrejas que as auxiliam nesse aspecto. Um exemplo é o ensino bíblico apresentado de forma acessível a todos na igreja, incluindo pessoas com deficiência intelectual. Mas também pode se tratar de proporcionar oportunidades para que pessoas com deficiência participem da vida da igreja e se envolvam ativamente no ministério.Como podemos ver, a inclusão de pessoas com deficiência nas igrejas pode ser feita de várias maneiras. Dependendo do contexto local, os desafios que uma igreja enfrenta variam. Portanto, os ministérios para pessoas com deficiência podem ter um foco diferente em cada contexto. Como é o seu contexto? Você observa crenças prejudiciais sobre deficiência? Ou teologias que não ajudam? Há pessoas com deficiência em sua congregação, mas que não estão crescendo em sua fé? Loice, Jackie e Ashley servem à igreja conscientizando sobre as pessoas com deficiência e incentivando as igrejas a acolhê-las e a oferecer-lhes oportunidades de participação ativa na vida e no ministério da igreja. Pessoas com deficiência pertencem à igreja, assim como qualquer outro. Como sua igreja local pode se envolver? Para finalizar, vamos ouvir como Loice e Jackie gostariam de desafiar você.
E agora é um chamado para toda a igreja. É um chamado para que a igreja perceba que não podemos avançar na missão sem incluir pessoas com deficiência.
- Loice
Se você é um líder religioso, espero que isto seja um incentivo para que você inclua pessoas com deficiência na sua igreja, as alcance com o evangelho e as convide a trabalhar ao seu lado para que Deus seja visto e glorificado.
- Jackie
Notas
1. https://lausanne.org/report/just/opportunities-for-people-with-disabilities
2. Ashley diz: “Então, se a sua igreja deseja crescer nessa área, entre em contato. Adoraríamos ajudar e orientar a sua igreja. Se vocês estão em uma região geográfica com muitas pessoas afetadas por deficiência ou apenas algumas, adoraríamos ajudar. As estratégias não são difíceis e trata-se realmente de aprender a amar bem.”
- Marla Hale, catalisadora em Lausanne para questões relacionadas à deficiência, iniciou e liderou diversos projetos e programas relacionados à deficiência, como apoio a pais, educação inclusiva, acolhimento familiar e treinamento para igrejas e líderes ministeriais. Pós-graduada em educação especial e teologia.

Nota do editor
Este é o segundo de uma série de três artigos da Rede de Questões sobre Deficiência de Lausanne.
Veja a Parte 1: O Evangelho para Todas as Pessoas: Incluindo as Pessoas com Deficiência.
Este artigo inclui histórias gravadas nas Cabines de Contação de Histórias do Quarto Congresso de Lausanne, em Incheon, Coreia do Sul, em setembro de 2024. Essas cabines serviram como um espaço sagrado para que participantes do mundo todo compartilhassem testemunhos, pedidos de oração e oferecessem perspectivas sobre o ministério a partir de seus contextos únicos. Temos a honra de compartilhar essas histórias como vislumbres de como Deus está agindo na vida de pessoas com deficiência.
Artigo publicado originalmente no site Lausanne. Reproduzido com permissão.
Tradução: Ana Laura Morais.
REVISTA ULTIMATO – VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE SOLIDÃO?A epidemia de solidão é um fenômeno global que ultrapassa fronteiras, níveis de renda, faixa etária e sofisticação tecnológica. Que consequências este cenário tem para a missão da igreja no mundo?
Talvez a solidão seja uma grande oportunidade de voltar às verdades mais básicas do evangelho: encarnação e presença.
Esta oração pode e deve ser feita por todos nós: “Deus de toda amabilidade e beleza, até a mais humilde criatura encontra seu lar perto de ti. Que a tua igreja seja um lugar de segurança para todo viajante que te busca, todo crente que em ti confia e todo discípulo que te segue”. Saiba mais aqui.
Saiba mais:
» Pessoas: Humanas e Divinas – Ensaios sobre a natureza e o valor das pessoas, Peter van Inwagen
» A Igreja – Uma comunidade singular de pessoas, John Stott e Tim Chester
» Muitas Andorinhas Fazem Verão – Renovo - Unindo Pessoas na Transformação Social da Cidade, Cilas Fiuza Gavioli
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