Opinião
28 de outubro de 2026- Visualizações: 62
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Todo dia é dia do livro: um livro para hoje
A Bíblia continua sendo um best-seller mundial. Por quê?
Por John Stott
A Bíblia continua sendo um best-seller mundial. Por quê? A Bíblia completa foi traduzida em mais de quinhentos idiomas, sendo que o Novo Testamento está disponível em quase 1.300 idiomas. Algumas estimativas sugerem que mais de 5 bilhões de cópias da Bíblia foram impressas. Por que esse velho livro permanece no topo das listas?
Paradoxalmente, esse livro comprado com tanta frequência também é um livro negligenciado com muita frequência. Provavelmente, dezenas de milhares de pessoas que compram a Bíblia nunca a leem. Mesmo em igrejas, o conhecimento da Bíblia é muito limitado. Há mais de sessenta anos, Cyril Garbett, então arcebispo de York, escreveu que “a maioria dos homens e mulheres (na Inglaterra) não faz orações, exceto em alguma emergência assustadora, nem lê suas Bíblias, a não ser para buscar ajuda para uma palavra cruzada, nem entra numa igreja de um ano para o outro, a não ser para um batismo, casamento ou velório”. E, se isso era verdade sessenta anos atrás, quanto mais hoje.
• Poucos pais leem a Bíblia para seus filhos, menos ainda ensinam a partir dela;
• Poucos membros da igreja têm a prática de meditar na Bíblia diariamente;
• Poucos pregadores meditam no texto bíblico com dedicação para compreender tanto seu significado original quanto sua aplicação nos dias de hoje;
• Alguns líderes da igreja são arrogantes a ponto de expressar publicamente que discordam de seus ensinos doutrinários ou éticos.
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É um cenário trágico. O que pode ser feito para repará-lo?
A Bíblia é um livro, de fato o livro, para hoje. É a Palavra de Deus para o mundo de hoje. Até pouco tempo atrás, todas as igrejas cristãs reconheciam sua inspiração singular e consequente autoridade. Certamente, a submissão à autoridade das Escrituras (ou, como acredito ser uma expressão melhor, submissão à autoridade de Deus como é intermediada a nós pelas Escrituras) tem sido, e ainda é, uma característica marcante dos cristãos evangélicos. Cremos em sua instrução. Abraçamos suas promessas. Buscamos obedecer a seus mandamentos. Por quê? Principalmente porque cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas também porque ele nos fala por meio dela com uma voz viva. A Bíblia era o livro para ontem. Sem dúvida, será o livro para amanhã. No entanto, para nós, é o livro para hoje.
Assim, sua contínua popularidade, seu lamentável abandono e sua relevância atual são três boas razões pelas quais devemos abrir a mente a A Bíblia – O Livro para Hoje.
Texto publicado originalmente no livro a A Bíblia – O Livro para Hoje (Ultimato).
Imagem: Unsplash.
REVISTA ULTIMATO – A VOCAÇÃO NÃO TEM PRAZO DE VALIDADE
Além de serem alvos da mesma graça, idosos e jovens são chamados a frutificar. Juntos. Os jovens podem aprender com os mais velhos sobre fidelidade e resiliência. Podem ser despertados a dizer não a uma cultura pragmática e tecnocrata que empurra a sabedoria para fora. Os velhos podem ser contagiados pelo ânimo e energia dos mais jovens e ser agraciados com vínculos de amizade. Eles podem encontrar uma vocação, ou um propósito, ao servirem como pontes de amadurecimento e como mentores dos mais jovens. Ambos os grupos vivem entre “o já e o ainda não”. E isso molda a sua esperança.
Saiba mais:
» Bíblia – O livro para hoje
» Por que Confiar na Bíblia? – Respostas a dez perguntas difíceis, Amy Orr-Ewing
» Lendo as Escrituras com os Pais da Igreja, Christopher Hall
Por John Stott
A Bíblia continua sendo um best-seller mundial. Por quê? A Bíblia completa foi traduzida em mais de quinhentos idiomas, sendo que o Novo Testamento está disponível em quase 1.300 idiomas. Algumas estimativas sugerem que mais de 5 bilhões de cópias da Bíblia foram impressas. Por que esse velho livro permanece no topo das listas?Paradoxalmente, esse livro comprado com tanta frequência também é um livro negligenciado com muita frequência. Provavelmente, dezenas de milhares de pessoas que compram a Bíblia nunca a leem. Mesmo em igrejas, o conhecimento da Bíblia é muito limitado. Há mais de sessenta anos, Cyril Garbett, então arcebispo de York, escreveu que “a maioria dos homens e mulheres (na Inglaterra) não faz orações, exceto em alguma emergência assustadora, nem lê suas Bíblias, a não ser para buscar ajuda para uma palavra cruzada, nem entra numa igreja de um ano para o outro, a não ser para um batismo, casamento ou velório”. E, se isso era verdade sessenta anos atrás, quanto mais hoje.
• Poucos pais leem a Bíblia para seus filhos, menos ainda ensinam a partir dela;
• Poucos membros da igreja têm a prática de meditar na Bíblia diariamente;
• Poucos pregadores meditam no texto bíblico com dedicação para compreender tanto seu significado original quanto sua aplicação nos dias de hoje;
• Alguns líderes da igreja são arrogantes a ponto de expressar publicamente que discordam de seus ensinos doutrinários ou éticos.
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É um cenário trágico. O que pode ser feito para repará-lo?
A Bíblia é um livro, de fato o livro, para hoje. É a Palavra de Deus para o mundo de hoje. Até pouco tempo atrás, todas as igrejas cristãs reconheciam sua inspiração singular e consequente autoridade. Certamente, a submissão à autoridade das Escrituras (ou, como acredito ser uma expressão melhor, submissão à autoridade de Deus como é intermediada a nós pelas Escrituras) tem sido, e ainda é, uma característica marcante dos cristãos evangélicos. Cremos em sua instrução. Abraçamos suas promessas. Buscamos obedecer a seus mandamentos. Por quê? Principalmente porque cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas também porque ele nos fala por meio dela com uma voz viva. A Bíblia era o livro para ontem. Sem dúvida, será o livro para amanhã. No entanto, para nós, é o livro para hoje.
Assim, sua contínua popularidade, seu lamentável abandono e sua relevância atual são três boas razões pelas quais devemos abrir a mente a A Bíblia – O Livro para Hoje.
Texto publicado originalmente no livro a A Bíblia – O Livro para Hoje (Ultimato).
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REVISTA ULTIMATO – A VOCAÇÃO NÃO TEM PRAZO DE VALIDADEAlém de serem alvos da mesma graça, idosos e jovens são chamados a frutificar. Juntos. Os jovens podem aprender com os mais velhos sobre fidelidade e resiliência. Podem ser despertados a dizer não a uma cultura pragmática e tecnocrata que empurra a sabedoria para fora. Os velhos podem ser contagiados pelo ânimo e energia dos mais jovens e ser agraciados com vínculos de amizade. Eles podem encontrar uma vocação, ou um propósito, ao servirem como pontes de amadurecimento e como mentores dos mais jovens. Ambos os grupos vivem entre “o já e o ainda não”. E isso molda a sua esperança.
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» Por que Confiar na Bíblia? – Respostas a dez perguntas difíceis, Amy Orr-Ewing
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