Opinião
28 de setembro de 2026- Visualizações: 58
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Faça o que é certo
Não negocie com a sua consciência, não adie a obediência e não chame prudência aquilo que, na verdade, é medo
Por Ronaldo Lidório
Não é fácil fazer o que é certo. Às vezes, agir corretamente traz críticas, perdas pessoais, exposição indesejada, incompreensão e um custo a pagar. Há situações em que o caminho da obediência é mais estreito, mais solitário e mais difícil do que o caminho da conveniência. Por isso, muitas vezes sabemos o que deve ser feito, mas adiamos, fugimos, relativizamos ou procuramos justificativas.
A Palavra, porém, nos encoraja e adverte a nos agarrarmos àquilo que é certo, não apenas por uma questão moral e social, mas também espiritual. Há diversos motivos para isso, mas podemos destacar dois.
Primeiro, fomos criados por Deus, em Cristo Jesus, para praticar o bem. Paulo afirma: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2:10). Fazer o que é certo, portanto, não é algo periférico na vida cristã. É parte da nossa identidade em Cristo. Fomos salvos pela graça, mas também chamados a andar em boas obras, vivendo de modo coerente com aquele que nos salvou.

Segundo, não fazer o certo é pecado perante Deus. Tiago nos lembra: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando.” (Tg 4:17). A omissão também pode ser desobediência. Quando sabemos que devemos pedir perdão, ajudar alguém, falar a verdade, corrigir uma injustiça, abandonar um erro ou assumir uma responsabilidade, mas escolhemos não agir, pecamos contra o Senhor.
Miqueias resume de forma clara o que Deus requer: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.” (Mq 6:8). O cristão não deve apenas evitar o mal, mas também praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar humildemente diante do Senhor.
Portanto, faça o que é certo. Mesmo quando for difícil. Mesmo quando houver preço. Mesmo quando poucos entenderem. Não negocie com a sua consciência, não adie a obediência e não chame prudência aquilo que, na verdade, é medo. Peça ao Senhor coragem, sabedoria e humildade. E lembre-se: melhor é perder algo fazendo o que é certo do que preservar vantagens desobedecendo a Deus.
Imagem: Unsplash.
REVISTA ULTIMATO – VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE SOLIDÃO?
A epidemia de solidão é um fenômeno global que ultrapassa fronteiras, níveis de renda, faixa etária e sofisticação tecnológica. Que consequências este cenário tem para a missão da igreja no mundo?
Talvez a solidão seja uma grande oportunidade de voltar às verdades mais básicas do evangelho: encarnação e presença.
Esta oração pode e deve ser feita por todos nós: “Deus de toda amabilidade e beleza, até a mais humilde criatura encontra seu lar perto de ti. Que a tua igreja seja um lugar de segurança para todo viajante que te busca, todo crente que em ti confia e todo discípulo que te segue”. Saiba mais aqui.
Saiba mais:
» Os privilégios de sermos filhos de Deus, Theo Pemberton
» Servindo a Deus a partir da plenitude e não do esgotamento, Elayne Manzano
» O Discípulo, John Stott e Tim Chester
Por Ronaldo Lidório
Não é fácil fazer o que é certo. Às vezes, agir corretamente traz críticas, perdas pessoais, exposição indesejada, incompreensão e um custo a pagar. Há situações em que o caminho da obediência é mais estreito, mais solitário e mais difícil do que o caminho da conveniência. Por isso, muitas vezes sabemos o que deve ser feito, mas adiamos, fugimos, relativizamos ou procuramos justificativas.A Palavra, porém, nos encoraja e adverte a nos agarrarmos àquilo que é certo, não apenas por uma questão moral e social, mas também espiritual. Há diversos motivos para isso, mas podemos destacar dois.
Primeiro, fomos criados por Deus, em Cristo Jesus, para praticar o bem. Paulo afirma: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2:10). Fazer o que é certo, portanto, não é algo periférico na vida cristã. É parte da nossa identidade em Cristo. Fomos salvos pela graça, mas também chamados a andar em boas obras, vivendo de modo coerente com aquele que nos salvou.

Segundo, não fazer o certo é pecado perante Deus. Tiago nos lembra: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando.” (Tg 4:17). A omissão também pode ser desobediência. Quando sabemos que devemos pedir perdão, ajudar alguém, falar a verdade, corrigir uma injustiça, abandonar um erro ou assumir uma responsabilidade, mas escolhemos não agir, pecamos contra o Senhor.
Miqueias resume de forma clara o que Deus requer: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.” (Mq 6:8). O cristão não deve apenas evitar o mal, mas também praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar humildemente diante do Senhor.
Portanto, faça o que é certo. Mesmo quando for difícil. Mesmo quando houver preço. Mesmo quando poucos entenderem. Não negocie com a sua consciência, não adie a obediência e não chame prudência aquilo que, na verdade, é medo. Peça ao Senhor coragem, sabedoria e humildade. E lembre-se: melhor é perder algo fazendo o que é certo do que preservar vantagens desobedecendo a Deus.
Imagem: Unsplash.
REVISTA ULTIMATO – VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE SOLIDÃO?A epidemia de solidão é um fenômeno global que ultrapassa fronteiras, níveis de renda, faixa etária e sofisticação tecnológica. Que consequências este cenário tem para a missão da igreja no mundo?
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Esta oração pode e deve ser feita por todos nós: “Deus de toda amabilidade e beleza, até a mais humilde criatura encontra seu lar perto de ti. Que a tua igreja seja um lugar de segurança para todo viajante que te busca, todo crente que em ti confia e todo discípulo que te segue”. Saiba mais aqui.
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» Os privilégios de sermos filhos de Deus, Theo Pemberton
» Servindo a Deus a partir da plenitude e não do esgotamento, Elayne Manzano
» O Discípulo, John Stott e Tim Chester
Ronaldo Lidório é teólogo e antropólogo, missionário (APMT e WEC) entre grupos pouco ou não evangelizados. É organizador de Indígenas do Brasil -- avaliando a missão da igreja e A Questão Indígena -- Uma Luta Desigual.
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