Palavra do leitor
07 de setembro de 2026- Visualizações: 19
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A cosmovisão cristã versus a cosmovisão de Sigmund Freud e da psicanálise
A alcunhada expressão popular ora denominado de que ‘’Freud explica’’, quiçá, mereça ressalvas e refutações, malgrado não possa ser muito bem acolhido por muitos dos apologistas da psicanalise.
Decerto, ao mencionar sobre o pai da psicanalise, em certos cenários, até cristãos, perceber-se-á uma espécie de deificação e toda e qualquer proposta revisora logra respostas inflamadas de protestos e de objeções das mais vorazes, inexoráveis e ácidas. Nessa linha de raciocínio, não pode ser obliterado ou deixado desaparecer, por ser a Cosmovisão, em ordem apertada, um conjunto de crenças, por meio do qual o indivíduo ler, interpreta e se manifesta na realidade.
Ora, a Cosmovisão preconizada por Freud e como o ponto basilar da Psicanálise, na sua nascente ou gênese, adere-se aos preceitos do materialismo, do naturalismo e do hedonismo. Atentemos o quanto o totem da Psicanálise parte de diretrizes de serem todos os processos mentais de cunho de natureza energética, de todos os fenômenos psíquicos estarem submetidos a uma forma de caudilho ditatorial sobre o tacão do determinismo do passado e de aspectos advindos de nossos antecedentes psicofisiológicos. Não paro, por aqui, todo o apanágio mental se forma, em decreto terminativo ou em última instância, de um instinto, como uma atribuição pertencente peremptoriamente a biologia, a condições orgânicas e genéticas.
Anota-se, a Cosmovisão Psicanalítica, quando dessecada, mostra e demonstra o quanto está aderida ao preceito da evolução, como uma justificativa para o promanar do desenvolvimento humano, ao decorrer da história. Nada mais patente, senão os germens de Darwin, de Nietzsche, de Haeckel entre outros.
Sempre se torna de bom alvitre, o vetor adotado por Freud e seus discípulos a efeito de alcançar a compreensão do ser humano se encontra numa dimensão genética, dentro de um espectro evolucionista, em toda sua concepção, com a sujeição do superior ao inferior, do adulto entrançado aos seus conflitos e decepções infantis, dos arranjos dos valores morais, éticos, estéticos e lógicos a uma sublimação da libido.
Aliás, um dos problemas de ordem mais gravosa da Cosmovisão encabeçada por Freud se arraiga por ser um subjetivismo extremo e por tornar sem efeito e sem eficácia a verdade objetiva, o conhecimento objetivo e a existência objetiva. Vou adiante, se avançarmos, com honestidade, a Cosmovisão de Freud não prescinde ao determinismo, ao elementarismo, ao evolucionismo naturalista, materialista e hedonista.
Sem claudicar, a Cosmovisão Freudiana se ampara na ênfase de uma leitura, de uma interpretação da moral, segundo o modo operacional mais rudimentar, mais primitivo e mais arcaico de um hedonismo moral pleno, como se fosse o sentido da vida e regido pelo princípio do prazer, por ir à direção das satisfações sensíveis, todavia, os fracassos existem, as perdas idem, o não existe, como viver envolve contornos, seguir regras e regramentos para discernir haver o princípio da realidade.
Pontua-se, em direção oposta, a Cosmovisão Cristã descreve que tudo foi originado, a partir do nada, a partir de uma causa inteligível, atemporal, não causada, eterna, imaterial, universal e se desvelou a nós, através do Logos, tanto Criativo quanto Preexistente – João 1.1-14, das Escrituras Sagradas e das coisas criadas, conforme está elencado nos textos de Romanos 1.20, 1 Timóteo 4.16, 1 Pedro 3.15 e Deuteronômio 29.29, apenas, para começar.
De observar, a Cosmovisão de Freud não lida e muito menos pode lidar com questões imateriais, invariantes e universais, caso da lógica (a qual aborda pautas metafísicas e epistemológicas e não derivadas de vertentes materialistas, naturalistas e do nada).
Grosso modo, a Cosmovisão Cristã aponta para predicados necessários, universais e não contingentes que não vieram a existir, por ser o Deus Ser Humano Jesus Cristo simples, por ser e é: belo, verdadeiro, justo, inteligível, inspirador.
Então, a Cosmovisão de Freud reduz o indivíduo a um emaranhado de sistemas biológicos, genéticos e orgânicos de ordem materialista, naturalista e hedonista, sem considerar que não somos meramente volições irredutíveis aos apetites sensuais, à busca pela satisfação e ser guiado pelas propensões orgânicas, em razão de sermos imago dei (imagem e semelhança ou representante com os atributos da verdade, da lógica, da linguagem, do significado, do belo, da arte e afins), da alma (da mente imaterial), da linguagem, do significado, da palavra e, portanto, de não termos sido criados para sermos escravos de uma idílica ou irreal metafísica do subjetivismo, do materialismo, do hedonismo e do naturalismo.
Baruch Há Shem!
Decerto, ao mencionar sobre o pai da psicanalise, em certos cenários, até cristãos, perceber-se-á uma espécie de deificação e toda e qualquer proposta revisora logra respostas inflamadas de protestos e de objeções das mais vorazes, inexoráveis e ácidas. Nessa linha de raciocínio, não pode ser obliterado ou deixado desaparecer, por ser a Cosmovisão, em ordem apertada, um conjunto de crenças, por meio do qual o indivíduo ler, interpreta e se manifesta na realidade.
Ora, a Cosmovisão preconizada por Freud e como o ponto basilar da Psicanálise, na sua nascente ou gênese, adere-se aos preceitos do materialismo, do naturalismo e do hedonismo. Atentemos o quanto o totem da Psicanálise parte de diretrizes de serem todos os processos mentais de cunho de natureza energética, de todos os fenômenos psíquicos estarem submetidos a uma forma de caudilho ditatorial sobre o tacão do determinismo do passado e de aspectos advindos de nossos antecedentes psicofisiológicos. Não paro, por aqui, todo o apanágio mental se forma, em decreto terminativo ou em última instância, de um instinto, como uma atribuição pertencente peremptoriamente a biologia, a condições orgânicas e genéticas.
Anota-se, a Cosmovisão Psicanalítica, quando dessecada, mostra e demonstra o quanto está aderida ao preceito da evolução, como uma justificativa para o promanar do desenvolvimento humano, ao decorrer da história. Nada mais patente, senão os germens de Darwin, de Nietzsche, de Haeckel entre outros.
Sempre se torna de bom alvitre, o vetor adotado por Freud e seus discípulos a efeito de alcançar a compreensão do ser humano se encontra numa dimensão genética, dentro de um espectro evolucionista, em toda sua concepção, com a sujeição do superior ao inferior, do adulto entrançado aos seus conflitos e decepções infantis, dos arranjos dos valores morais, éticos, estéticos e lógicos a uma sublimação da libido.
Aliás, um dos problemas de ordem mais gravosa da Cosmovisão encabeçada por Freud se arraiga por ser um subjetivismo extremo e por tornar sem efeito e sem eficácia a verdade objetiva, o conhecimento objetivo e a existência objetiva. Vou adiante, se avançarmos, com honestidade, a Cosmovisão de Freud não prescinde ao determinismo, ao elementarismo, ao evolucionismo naturalista, materialista e hedonista.
Sem claudicar, a Cosmovisão Freudiana se ampara na ênfase de uma leitura, de uma interpretação da moral, segundo o modo operacional mais rudimentar, mais primitivo e mais arcaico de um hedonismo moral pleno, como se fosse o sentido da vida e regido pelo princípio do prazer, por ir à direção das satisfações sensíveis, todavia, os fracassos existem, as perdas idem, o não existe, como viver envolve contornos, seguir regras e regramentos para discernir haver o princípio da realidade.
Pontua-se, em direção oposta, a Cosmovisão Cristã descreve que tudo foi originado, a partir do nada, a partir de uma causa inteligível, atemporal, não causada, eterna, imaterial, universal e se desvelou a nós, através do Logos, tanto Criativo quanto Preexistente – João 1.1-14, das Escrituras Sagradas e das coisas criadas, conforme está elencado nos textos de Romanos 1.20, 1 Timóteo 4.16, 1 Pedro 3.15 e Deuteronômio 29.29, apenas, para começar.
De observar, a Cosmovisão de Freud não lida e muito menos pode lidar com questões imateriais, invariantes e universais, caso da lógica (a qual aborda pautas metafísicas e epistemológicas e não derivadas de vertentes materialistas, naturalistas e do nada).
Grosso modo, a Cosmovisão Cristã aponta para predicados necessários, universais e não contingentes que não vieram a existir, por ser o Deus Ser Humano Jesus Cristo simples, por ser e é: belo, verdadeiro, justo, inteligível, inspirador.
Então, a Cosmovisão de Freud reduz o indivíduo a um emaranhado de sistemas biológicos, genéticos e orgânicos de ordem materialista, naturalista e hedonista, sem considerar que não somos meramente volições irredutíveis aos apetites sensuais, à busca pela satisfação e ser guiado pelas propensões orgânicas, em razão de sermos imago dei (imagem e semelhança ou representante com os atributos da verdade, da lógica, da linguagem, do significado, do belo, da arte e afins), da alma (da mente imaterial), da linguagem, do significado, da palavra e, portanto, de não termos sido criados para sermos escravos de uma idílica ou irreal metafísica do subjetivismo, do materialismo, do hedonismo e do naturalismo.
Baruch Há Shem!
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