Palavra do leitor
04 de setembro de 2026- Visualizações: 20
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Aceitar a Jesus
Imagine alguém que resolveu casar e constituir uma bela família, bonita e feliz, para realizar muitos sonhos. Quando nasce seu primeiro filho, esse homem se torna pai. A criança cresce e se desenvolve, recebendo todo o amor incondicional. Porém, quando cresce e começa a ter consciência da vida, passa a contestar o pai, rejeitar seus ensinamentos e opiniões e, com raiva, recusar seu carinho e amor, querendo seguir seu próprio caminho. O pai, porém, tendo a certeza de que tudo fazia por amor e para o bem do filho, embora ele não compreendesse naquele momento, continuou firme em sua missão de corrigir, aconselhar e fazer o que fosse preciso. Muitas vezes, teve até que corrigi-lo com vara, para que entendesse que era desobediente e ingrato e que estava seguindo por um caminho que não era bom. Mas o filho só piorava, criando cada vez mais ódio pelo pai e desejando sua liberdade para fazer o que quisesse da própria vida.
O tempo passou. O filho amadureceu, terminou o ensino médio, fez uma bela faculdade, conseguiu um bom emprego e se tornou um homem maduro. Constituiu família, teve filhos e conquistou muitos bens. Sempre prezando pelo respeito, pela ética e pela moral, valorizando as pequenas coisas e enxergando os humildes e necessitados, percebeu o quanto os ensinamentos e correções de seu pai, que antes rejeitava, haviam moldado o homem que era. Então, todo o rancor e ódio que sentira pelo pai se dissiparam. Agora aceitava seu pai por inteiro, reconhecendo todo o sacrifício, esforço, paciência e amor que ele sempre lhe dedicara, sem desistir, mesmo quando o filho não merecia ou não compreendia. Isso é ACEITAR a Cristo! É ser grato por algo que nos foi feito mesmo sem merecermos. É compreender e ACEITAR que ele nos salvou no passado, e não que nos salvará no futuro. Diante de tantas possibilidades de erros e maus caminhos, graças ao seu imenso amor, seu sacrifício, suas correções e conselhos, sua dedicação nos colocou em um bom caminho e nos salvou de muitos sofrimentos.
Agora entendo que não devo aceitar a Jesus, nem convencer outros a aceitá-Lo, apenas para seguir regras de boa conduta, preceitos religiosos ou bons costumes. Muito menos por benefícios futuros: vida eterna, morar no céu sem sofrimento, andar em ruas de ouro ou sentir-me protegido por Deus, como se fosse um contrato de seguro. Tudo isso é decisão divina e deve ser consequência natural de quem anda com Deus e é grato por tudo o que Ele já fez. Essa pessoa compreendeu o propósito de Deus ao enviar Seu Filho para fazer tal sacrifício por todos nós e segue Seus preceitos sem obrigação, mas por amor a Deus, ao próximo e a si mesma.
Por isso, também não é preciso convencer alguém a declarar que ACEITA a Jesus como único e suficiente Salvador para que se sinta salvo. Conforme Hb 4:12: "A palavra de Deus é viva, eficaz e mais afiada que qualquer espada de dois gumes. Ela penetra a ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e as intenções do coração". É por isso que essa mesma Palavra foi capaz de ir pregar até aos espíritos em prisão (1Pe 3:19). Por isso, pessoas mudas, surdas, em coma, no leito de morte ou que não conseguem falar ou se mover podem ser salvas. Pessoas nos últimos segundos de vida também podem ser salvas, como em acidente, suicídio ou homicídio, porque Deus é eterno e não depende do relógio humano. Se quiser, Ele pode parar o tempo; um dia se torna como mil anos e mil anos como um dia, conforme 2Pe 3:8. Quando Ele quer, até mortos de quatro dias ouvem Sua voz e ressuscitam; e nem precisam ter fé para isso, porque o morto não tem consciência, quanto mais fé.
O momento da aceitação ocorre quando, falando, entendendo, sentindo ou até quando não sabemos o que pedir, o Espírito Santo, que examina nossos corações e entende nossos gemidos inexprimíveis, intercede por nós diante do Pai, Rm 8:26-27. É nesse instante que a pessoa compreende o sacrifício de Jesus na cruz do Calvário, reconhece o quanto foi injusta com Ele e passa a aceitá-Lo e ser grata por tudo. Se isso acontece, ela creu. E, se crê, a Palavra está em seu coração e em sua boca; onde tiver oportunidade, confessará que Jesus Cristo é o Senhor (Rm 10:9).
Rm 10:1-18 não trata de declarar que aceita a Jesus, mas de OUVIR, CRER e PREGAR o Evangelho, falando desse imenso amor que nos salvou. Paulo pergunta: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, mas como invocará se não crer? Como crerão se não ouvirem? E como ouvirão se não há quem pregue? Quem creu em nossa pregação?
Portanto, o filho da história, que amadureceu, compreendeu seu pai e o aceitou, agora quer compartilhar o que aprendeu e ensinar aos seus filhos e a outros o quanto é bom ouvir os ensinamentos de seu pai. Isso é OUVIR, ACEITAR, CRER e PREGAR aos outros aquilo que foi bom para você, naturalmente, sem obrigação, mas replicando o que seu pai fez e ensinou, sendo cada vez mais semelhante a Ele.
O tempo passou. O filho amadureceu, terminou o ensino médio, fez uma bela faculdade, conseguiu um bom emprego e se tornou um homem maduro. Constituiu família, teve filhos e conquistou muitos bens. Sempre prezando pelo respeito, pela ética e pela moral, valorizando as pequenas coisas e enxergando os humildes e necessitados, percebeu o quanto os ensinamentos e correções de seu pai, que antes rejeitava, haviam moldado o homem que era. Então, todo o rancor e ódio que sentira pelo pai se dissiparam. Agora aceitava seu pai por inteiro, reconhecendo todo o sacrifício, esforço, paciência e amor que ele sempre lhe dedicara, sem desistir, mesmo quando o filho não merecia ou não compreendia. Isso é ACEITAR a Cristo! É ser grato por algo que nos foi feito mesmo sem merecermos. É compreender e ACEITAR que ele nos salvou no passado, e não que nos salvará no futuro. Diante de tantas possibilidades de erros e maus caminhos, graças ao seu imenso amor, seu sacrifício, suas correções e conselhos, sua dedicação nos colocou em um bom caminho e nos salvou de muitos sofrimentos.
Agora entendo que não devo aceitar a Jesus, nem convencer outros a aceitá-Lo, apenas para seguir regras de boa conduta, preceitos religiosos ou bons costumes. Muito menos por benefícios futuros: vida eterna, morar no céu sem sofrimento, andar em ruas de ouro ou sentir-me protegido por Deus, como se fosse um contrato de seguro. Tudo isso é decisão divina e deve ser consequência natural de quem anda com Deus e é grato por tudo o que Ele já fez. Essa pessoa compreendeu o propósito de Deus ao enviar Seu Filho para fazer tal sacrifício por todos nós e segue Seus preceitos sem obrigação, mas por amor a Deus, ao próximo e a si mesma.
Por isso, também não é preciso convencer alguém a declarar que ACEITA a Jesus como único e suficiente Salvador para que se sinta salvo. Conforme Hb 4:12: "A palavra de Deus é viva, eficaz e mais afiada que qualquer espada de dois gumes. Ela penetra a ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e as intenções do coração". É por isso que essa mesma Palavra foi capaz de ir pregar até aos espíritos em prisão (1Pe 3:19). Por isso, pessoas mudas, surdas, em coma, no leito de morte ou que não conseguem falar ou se mover podem ser salvas. Pessoas nos últimos segundos de vida também podem ser salvas, como em acidente, suicídio ou homicídio, porque Deus é eterno e não depende do relógio humano. Se quiser, Ele pode parar o tempo; um dia se torna como mil anos e mil anos como um dia, conforme 2Pe 3:8. Quando Ele quer, até mortos de quatro dias ouvem Sua voz e ressuscitam; e nem precisam ter fé para isso, porque o morto não tem consciência, quanto mais fé.
O momento da aceitação ocorre quando, falando, entendendo, sentindo ou até quando não sabemos o que pedir, o Espírito Santo, que examina nossos corações e entende nossos gemidos inexprimíveis, intercede por nós diante do Pai, Rm 8:26-27. É nesse instante que a pessoa compreende o sacrifício de Jesus na cruz do Calvário, reconhece o quanto foi injusta com Ele e passa a aceitá-Lo e ser grata por tudo. Se isso acontece, ela creu. E, se crê, a Palavra está em seu coração e em sua boca; onde tiver oportunidade, confessará que Jesus Cristo é o Senhor (Rm 10:9).
Rm 10:1-18 não trata de declarar que aceita a Jesus, mas de OUVIR, CRER e PREGAR o Evangelho, falando desse imenso amor que nos salvou. Paulo pergunta: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, mas como invocará se não crer? Como crerão se não ouvirem? E como ouvirão se não há quem pregue? Quem creu em nossa pregação?
Portanto, o filho da história, que amadureceu, compreendeu seu pai e o aceitou, agora quer compartilhar o que aprendeu e ensinar aos seus filhos e a outros o quanto é bom ouvir os ensinamentos de seu pai. Isso é OUVIR, ACEITAR, CRER e PREGAR aos outros aquilo que foi bom para você, naturalmente, sem obrigação, mas replicando o que seu pai fez e ensinou, sendo cada vez mais semelhante a Ele.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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