Palavra do leitor
19 de janeiro de 2026- Visualizações: 21
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Quando as evidencias não é o bastante
Aos 16 anos, entreguei publicamente a minha vida a Jesus Cristo, na Igreja Unida, outrora situado na Rua Japaraiquara, e faz tempo esse momento singular. Devo dizer, não me encontrei com Jesus, como os doze discípulos e correlaciono esse momento, a partir do texto de João 20. 29 – ‘’Porque me viu, você creu; felizes os que não viram e ainda assim creram’’. Decerto, muitos e muitos por esse oikos, também, não tiveram essa experiência, como a vivenciada por Tomé e outras pessoas relatadas nas escrituras sagradas. Deveras, torna-se fundamental discernir de que Jesus nega as evidências? Não e não! Ora, você já encontrou os átomos (próton, nêutron e elétron), o campo magnético, a lei da gravidade, o núcleo fundido da terra e embora não tenhamos acesso, através dos nossos sentidos, caso da visão, por exemplo, ainda assim, há evidencias que mostra e demonstra que são presentes, em nossa realidade.
Indo ao texto de João 20.30-31 apontam para algo além das evidências testemunhais, para algo além das evidências de sinais, de prodígios e de maravilhas para corroborar Jesus, como o Cristo ou o Messias, como o Filho de Deus ou o Deus encarnado, a manifestação Tabernacular do Deus Teísta, o Logos Criativo e Preexistente, o Verbo que se apresentou até nós de forma humana, para algo além de estabelecer veracidade em Jesus, por causa dos acontecimentos ou dos eventos da vida, porque nos chama para viver a criação de uma nova realidade, de um novo tempo, de um novo enredo de vida ora denominado viver o eterno. Não se trata de permanecer nos eventos ou fatos. Diametralmente oposto, implica envolver-se com o agente causador de tais fatos e de tais promessas, permitir ser inundado por Sua confiança e esperança. Logo, as evidências não são o bastante, em função de sermos impelidos para um relacionamento pessoal, único, singular e transformador, ou seja, a importância dos vínculos de pessoalidade, de intimidade e de abertura ao Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo. Atentemos o encontro com o Deus da pessoalidade vai além e muito além de uma teoria, de uma ortodoxa, de uma metodologia. Salienta-se, o Deus das escrituras sagradas não se apresenta como uma teoria, como um método, como uma sorte, como uma teologia, como uma profecia, como uma doutrina, como uma revelação, porque Ele se fez revelar, por amor a nós, Deuteronômio 29.29, através das coisas criadas, com nuances ou variações próprias, como podem ser observado na Bíblia e, de maneira pujante, fez isso, por intermédio de Jesus Cristo, o Messias. Sim e sim, se fez revelar por a nós, por meio dos profetas (Hebreus 1.1-3).
De todas essas afirmações, as evidências não são o bastante, devido a posição de ter nos sido oferecido o vínculo da pessoalidade com o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo para cura de todo o estado de alienação ou de dissensão, Mateus 1.21 (Você lhe dará o nome de Jesus, porque ele salvará seu povo dos seus pecados), Marcos 10. 45 (Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos), e Lucas 24. 46-48 (Portanto está escrito que o Cristo sofreria e ao terceiro dia ressuscitaria dentre os mortos, e que em seu nome se pregaria o arrependimento para perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vocês são testemunhas dessas coisas).
Sempre se faz de bom parecer aludir, essa pessoalidade com o DEUS PALAVRA PESSOA ou com o DEUS TEÍSTA SER HUMANO JESUS CRISTO com efeitos em cada ser humano e somos chamados para algo muito além, para questões de maior profundidade e significado, o viver o eterno no eterno das boas notícias universais, numa ligação de intimidade, de intensidade e de inteireza com o Criador de tudo e de todos, a qual, tão somente, pode ser constituído e assim o foi, mediante o ato sacrificial efetuado por Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, o Messias – ‘’Não devemos pensar que o ser divino seja semelhante ao ouro, a prata ou a pedra, uma imagem esculpida pela arte e pela imaginação humana. Deus não levou em conta os tempos da ignorância, mas agora ordena que todas as pessoas, em todos os lugares, se arrependam, porque determinou um dia em que julgará o mundo com justiça, por meio de um homem que estabeleceu. E ele garantiu isso a todos aos ressuscitá-lo dentre os mortos – Atos 17.29-31.
Indo ao texto de João 20.30-31 apontam para algo além das evidências testemunhais, para algo além das evidências de sinais, de prodígios e de maravilhas para corroborar Jesus, como o Cristo ou o Messias, como o Filho de Deus ou o Deus encarnado, a manifestação Tabernacular do Deus Teísta, o Logos Criativo e Preexistente, o Verbo que se apresentou até nós de forma humana, para algo além de estabelecer veracidade em Jesus, por causa dos acontecimentos ou dos eventos da vida, porque nos chama para viver a criação de uma nova realidade, de um novo tempo, de um novo enredo de vida ora denominado viver o eterno. Não se trata de permanecer nos eventos ou fatos. Diametralmente oposto, implica envolver-se com o agente causador de tais fatos e de tais promessas, permitir ser inundado por Sua confiança e esperança. Logo, as evidências não são o bastante, em função de sermos impelidos para um relacionamento pessoal, único, singular e transformador, ou seja, a importância dos vínculos de pessoalidade, de intimidade e de abertura ao Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo. Atentemos o encontro com o Deus da pessoalidade vai além e muito além de uma teoria, de uma ortodoxa, de uma metodologia. Salienta-se, o Deus das escrituras sagradas não se apresenta como uma teoria, como um método, como uma sorte, como uma teologia, como uma profecia, como uma doutrina, como uma revelação, porque Ele se fez revelar, por amor a nós, Deuteronômio 29.29, através das coisas criadas, com nuances ou variações próprias, como podem ser observado na Bíblia e, de maneira pujante, fez isso, por intermédio de Jesus Cristo, o Messias. Sim e sim, se fez revelar por a nós, por meio dos profetas (Hebreus 1.1-3).
De todas essas afirmações, as evidências não são o bastante, devido a posição de ter nos sido oferecido o vínculo da pessoalidade com o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo para cura de todo o estado de alienação ou de dissensão, Mateus 1.21 (Você lhe dará o nome de Jesus, porque ele salvará seu povo dos seus pecados), Marcos 10. 45 (Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos), e Lucas 24. 46-48 (Portanto está escrito que o Cristo sofreria e ao terceiro dia ressuscitaria dentre os mortos, e que em seu nome se pregaria o arrependimento para perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vocês são testemunhas dessas coisas).
Sempre se faz de bom parecer aludir, essa pessoalidade com o DEUS PALAVRA PESSOA ou com o DEUS TEÍSTA SER HUMANO JESUS CRISTO com efeitos em cada ser humano e somos chamados para algo muito além, para questões de maior profundidade e significado, o viver o eterno no eterno das boas notícias universais, numa ligação de intimidade, de intensidade e de inteireza com o Criador de tudo e de todos, a qual, tão somente, pode ser constituído e assim o foi, mediante o ato sacrificial efetuado por Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, o Messias – ‘’Não devemos pensar que o ser divino seja semelhante ao ouro, a prata ou a pedra, uma imagem esculpida pela arte e pela imaginação humana. Deus não levou em conta os tempos da ignorância, mas agora ordena que todas as pessoas, em todos os lugares, se arrependam, porque determinou um dia em que julgará o mundo com justiça, por meio de um homem que estabeleceu. E ele garantiu isso a todos aos ressuscitá-lo dentre os mortos – Atos 17.29-31.
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