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Palavra do leitor

Qual é a pergunta e qual é a resposta de Deus?

Texto de Números 6: 5

"O mundo pós-moderno tem sido marcado pela política da desesperança e está sempre se estabelece num campo propício para o medo e o receio, com a consequência de nos fazer acreditar na linguagem da ira, da xenofobia, da violência, do abuso e, portanto, da crença de que ao silenciar o outro, enfim, será a melhor proteção’’.

O Pastor Joiadas Soares de Souza, ainda na coordenação da Igreja Unida ora situado em Ermelino Matarazzo, sempre, além de outros apanágios no tocante ao conhecimento e a integridade espiritual, falo isso, sem nenhuma bajulação, me chamou a atenção por se lembrar do nome das pessoas. Decerto, isso me reporta, enquanto redijo essa reflexão, a partir do texto de Números 6.25, a consideração de chamar uma pessoa pelo nome envolve a questão de se direcionar ao que a diferencia, ao que a torna única e singular, como a testificação de que o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo conhece cada um de nós, em nossa individualidade e pessoalidade. Não se trata de nos ver e observar em categorias de classes, mas como indivíduos. Não se trata de nos tipificar ou paradigmatizar, mas nos ver e observar como pessoas. Não se trata de nos classificar como partes das espécies, mas como seres humanos ou Sua imagem e semelhança. Sim e sim, o Deus da tradição judaico–cristã se direciona a cada um de nós, nos vê como indivíduos, como pessoas e como seres humanos para mostrar o quanto a nossa singularidade, particularidade e peculiaridade pode provocar modificações e transformações na vida das pessoas. Atentemos de que há situações que, tão somente, você pode fazer e isso aponta para a narrativa de que não somos substituíveis, de que não somos dispensáveis, de que não somos descartados, mas seres dotados de dignidade, como valor intrínseco e inegociável. Após todas essas afirmações tecidas, nos abrem caminhos para a maneira como o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo chamou a Abraão, a Jacó, a Davi, a Moisés, aos discípulos pelo nome. De observar, a vida se constitui na pergunta de Deus e nós somos Sua resposta e essa resposta com efeitos de modificações e transformações, em Jesus, o Cristo. Ora, se a pergunta de Deus está na vida e a resposta somos nós, então, nossas respostas podem ser benéficas ou maléficas, podem ser boas ou más, podem ser meios para firmar o bem ou o mal, podem ser enredos para se escrever a justiça ou a indiferença. Atentemos, a pergunta de Deus se estabelece na vida, na minha, na sua vida e na nossa vida, com a intenção de que estejamos disponíveis ao Seu falar ou a Sua Palavra ora desvelada em Jesus, o Cristo, João 1. 1 a 14, como também abertos para assumir a responsabilidade por propagar a sua verdade. Anota-se trilhar pela verdade que nos percebe haver uma responsabilidade e um compromisso pelo destino do outro, como parte da existência do outro, com a escolha por vivermos e sermos essa reposta no movimento de intensidade da simpatia, da empatia, da esperança, da misericórdia, da benignidade, da compaixão, da consciência livre e resolvida, do senso de servir, do senso de dever, do senso de responsabilidade, como um vínculo profundo e transformador de solidariedade, de serviço, de justificação, de libertação e de criação de uma nova realidade que tem o seu encetar ou espertar ou começar, a partir daqui mesmo, com o seu culminar, com o seu consumar e com o seu consubstanciar no porvir. Ao adentrar na dimensão de ser a resposta de Deus, sem devaneios, o sucesso, o ser bem-sucedido, o ser reconhecido, o ser elogiado, o ser lembrado, o ser aplaudido, embora sejam como lampejos, como réstias ou fagulhas ou pinceladas, permanecem nos eventos temporais da vida. Entrementes ou enquanto isso, perfazer o caminho de ser a resposta de Deus, em Jesus, o Cristo, nos constitui em porta-vozes de que fomos remidos e resgatados para um novo tempo e para o kairós destinado a todos. Afinal, no Reino do Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, todos podem ser servos e servir, com a resposta de quem não viveu a dedicação ao outro ou que incorreu no erro de que não podia ser a resposta de Deus, porque pouco ou nada podia fazer, senão escutar: apartai-vos de mim, porque não vos conheço. Por tal turno, toda essa abordagem patenteia que ao sermos as respostas de Deus, categoricamente, passamos a viver uma fé e uma alegria no ato e na ação de dar significado, de dar direção e de dar a esperança que nos faz ir adiante. Ademais, encerro com o termo oriundo do hebraico – ‘’SHABAT NACHAMÚ, diante do lamento devido à destruição do Templo de Jerusalém, elencado no texto de Isaías 40: 30 – 31 – ‘’Poderão os jovens se fatigar e os mancebos exaurir forças, porém aqueles cuja esperança está voltada para o Eterno sentirão sempre suas forças renovadas, e elevar-se-ão como asas de águias. Eles correrão sem se cansar e marcharão sem que se reduzam suas forças’’.
São Paulo - SP
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