Palavra do leitor
06 de janeiro de 2026- Visualizações: 19
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Se cada um abrir um ministério, quem serão os membros?
Que em 2026, que haja mais propósito e união, do que intenções de criarem as suas próprias denominações. Deus não está ordenando ninguém abrir novas igrejas, ainda mais em regiões que já há placas e mais placas no atacado e no varejo.
Cadê alguém dizendo que Deus ordenou abrir ponto de pregação ou de culto, no sertão, comunidades ribeirinhos, quilombolas, regiões indígenas, etc. As reais intenções de novas igrejas próprias são orgulho próprio, ambições e concorrer com as demais. Claro que há "salvas exceções", mas a grande maioria, são oriundas de brigas e divisões.
Essa frase foi da minha esposa ao dizer hoje em conversa no café da manhã: "Se cada um abrir um ministério, quem serão os membros?" Onde extrai esses argumentos. Pois vemos a cada dia notícias com essa temática, onde principalmente em São Paulo, tropeçamos em novas denominações.
Outros sim, os que assim fazem, são homens que na denominação onde congregavam, eram pessoas de grande potencial, agendas abertas e poderiam no próprio lugar que estavam fazer muito mais. Mas em algum momento, por conselhos estranhos ou ambições próprias, acharam por bem, fazer do próprio nome, o que poderiam atrair membros para a nova igreja, e assim mais outro ponto comer...ops, igreja, fora aberto. Isso sem falar dos pescadores de aquários.
As grandes capitais já estão saturadas de igrejas. Então, no fundo, as principais intenções não é a obra missionária, mas sim, pregar para crentes, conquistar quem já são salvos, arrebatar ovelhas de outros currais, pois na verdade, fazer a obra missionária da trabalho.
Em 2 Timóteo 4:2-3 NVI diz: "Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo; corrija, repreenda, encoraje com toda a paciência e ensino. [3] Pois chegará o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, segundo os seus próprios desejos, juntarão para si mesmos mestres que lhes digam o que os seus ouvidos, coçando, desejam ouvir."
Portanto, se há a real chama de ganhar almas, que se disponham a ajudar na igreja que já congregam, pois muitos, antes de saírem com o desejo de abrir novas denominações, por algum tempo já estavam frustrados e desanimados, e de um dia para o outro levantaram dispostos. Que as salvas exceções, assim façam, para a Glória de Deus, e não para os seus próprios nomes.
Cadê alguém dizendo que Deus ordenou abrir ponto de pregação ou de culto, no sertão, comunidades ribeirinhos, quilombolas, regiões indígenas, etc. As reais intenções de novas igrejas próprias são orgulho próprio, ambições e concorrer com as demais. Claro que há "salvas exceções", mas a grande maioria, são oriundas de brigas e divisões.
Essa frase foi da minha esposa ao dizer hoje em conversa no café da manhã: "Se cada um abrir um ministério, quem serão os membros?" Onde extrai esses argumentos. Pois vemos a cada dia notícias com essa temática, onde principalmente em São Paulo, tropeçamos em novas denominações.
Outros sim, os que assim fazem, são homens que na denominação onde congregavam, eram pessoas de grande potencial, agendas abertas e poderiam no próprio lugar que estavam fazer muito mais. Mas em algum momento, por conselhos estranhos ou ambições próprias, acharam por bem, fazer do próprio nome, o que poderiam atrair membros para a nova igreja, e assim mais outro ponto comer...ops, igreja, fora aberto. Isso sem falar dos pescadores de aquários.
As grandes capitais já estão saturadas de igrejas. Então, no fundo, as principais intenções não é a obra missionária, mas sim, pregar para crentes, conquistar quem já são salvos, arrebatar ovelhas de outros currais, pois na verdade, fazer a obra missionária da trabalho.
Em 2 Timóteo 4:2-3 NVI diz: "Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo; corrija, repreenda, encoraje com toda a paciência e ensino. [3] Pois chegará o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, segundo os seus próprios desejos, juntarão para si mesmos mestres que lhes digam o que os seus ouvidos, coçando, desejam ouvir."
Portanto, se há a real chama de ganhar almas, que se disponham a ajudar na igreja que já congregam, pois muitos, antes de saírem com o desejo de abrir novas denominações, por algum tempo já estavam frustrados e desanimados, e de um dia para o outro levantaram dispostos. Que as salvas exceções, assim façam, para a Glória de Deus, e não para os seus próprios nomes.
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