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Palavra do leitor

Hora de alegrar

Estamos sujeitos a momentos de alegria e momentos de tristeza que se intercalam, tendo em vista que vida cristã não é "certificado de imunidade" contra dissabores, nem é "certificado de isenção" de problemas, como tenho afirmado.

"A grande notícia é que um dia a tristeza acabará. Hoje a alegria parece sempre passageira e a tristeza insistente e duradoura. Um dia teremos plenitude de alegria, delícias perpetuamente." (Herbert dos Santos Gonçalves - Devocionário "Presente Diário" da Rádio Transmundial).

A confirmação nos é dada pela Palavra de Deus: "Ao anoitecer pode vir o choro; mas a alegria vem pela manhã" (Sl 30.5b) e o próprio Senhor Jesus nos deu ânimo: "No mundo passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (Jo 16.33).

Parece que a alegria é passageira e que a tristeza é insistente e duradoura, se arraiga em nós e não nos deixa por nada que se possa fazer para afastá-la, todavia não é a regra, pois para os seguidores do Senhor Jesus sempre há os momentos de alegria, de satisfação, de regozijo, de exultação estes sempre superando aqueles.

A alegria baseada em valores menores, que contrariam os princípios da Palavra de Deus, que se contrapõem aos valores cristãos não pode agradar o coração de Deus; verdadeira não é, mas sim passageira.

Na convicção de que tudo passa, mas a Palavra de Deus permanece para sempre (Lc 21.33), nossa alegria deve se embasar nessa esperança, nessa expectativa, nessa fé de que tudo passa, mas a Palavra de Deus não passará, ela é para sempre.

"Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que os vossos corações fiquem sobrecarregados com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço" (Lc 21.34).

Quando se fala em preocupações também deve se acrescentar vícios, maus costumes tão presentes hodiernamente; não devemos nos ater somente a isso, mas às dificuldades, aos sofrimentos que alternam os bons momentos.

O autor do pensamento citado disse que "um dia a tristeza acabará"; ele está se referindo ao mesmo dia que Jesus mencionou como "aquele dia"; toda vez que a Bíblia se refere a "aquele dia" está se referindo à segunda vinda de Jesus, quando as pessoas, ainda vivas, deverão estar alertas, vigilantes em seus procedimentos, cumprindo a Palavra de Deus para serem achadas fiéis:

"Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim" (Lc 12.43).

Como tenho dito, são dois momentos distintos tendo em vista que os convertidos a Jesus, chamados de "a Igreja", não estarão na terra, quando da sua segunda vinda, eis que serão arrebatados antes, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens (1Ts 4.17).

A Igreja, os salvos pela aceitação de Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, também deverão estar alertas, atentos, vigilantes cumprindo a Sua vontade para serem arrebatados para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens, antes da grande tribulação por Ele mencionada (Mt 24.21).

Esse é o desejo, creio, de todo cristão: estar vigilante, fiel para ter a compensação futura, glória que é muito maior do que as eventuais vicissitudes atuais, que são leves, momentâneas, passageiras, superficiais, se comparadas com a glória que há de vir:

"Porque a nossa [atual] leve e momentânea tribulação produz para nós [futuro] eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas" (2Co 4.17-18).

Que bênção, pois "a tristeza pode durar a noite toda, mas a alegria vem pela manhã", e essa noite não se limita às doze horas noturnas, mas se refere a dias, semanas, meses, anos, quiçá décadas de "deserto", talvez até uma vida toda; mas a alegria vem pela manhã, quando a Luz, que é Jesus, raiar e não der mais espaço para as trevas; é o exato cumprimento da Palavra "que a leve e momentânea tribulação, produz em nós eterno peso de glória."

Nenhum de nós conhece as vicissitudes, as tristezas ou alegrias de cada um daqueles com os quais convivemos, razão pela qual não podemos, nem devemos julgar a quem quer que seja; as opiniões citadas, as quais procuro transmitir são universais, impessoais, genéricas; são assuntos comuns a todos: tristezas, sofrimentos, alegrias, bênçãos, bem estar, vontade de alcançar a salvação.

Auguro que se alguém estiver triste, com dissabores, sofrimentos e, ainda, não recebeu Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, que o busque enquanto está perto e pode ser encontrado; só assim terá a esperança, a fé, a convicção de um eterno/futuro peso de glória, na presença de Deus, o que é imensamente maior e melhor dos que as leves e momentâneas aflições deste mundo.

"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Jr 55.6).
São Paulo - SP
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