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Palavra do leitor

Hora de orar

Denomina-se "Oração Dominical" a oração também conhecida como a oração do "Pai Nosso", aquela que o Senhor Jesus declinou aos seus discípulos quando eles lhe solicitaram que lhes ensinasse a orar.

Em texto anterior, já mencionei que a palavra "dominical" é originária de dominus, que, no Latim, quer dizer "Senhor" e não domingo; assim, na verdade, é "Oração do Senhor" e não "Oração do Domingo".

Nessa oração o Senhor Jesus ensinou: "faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu" (Mt 6.10); ou seja, "faça-se a tua vontade aqui na terra, como ela já é feita no céu".

Sim, é verdade que no céu a vontade do Pai já é feita, sempre foi feita; o ensinamento do Senhor Jesus, nessa oração, é para que oremos pedindo que a vontade de Deus seja feita aqui na terra como ela já é feita no céu.

Afirma a Palavra de Deus "porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito [Santo] intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis" (Rm 8.26).

No texto sagrado há garantia de que a oração é atendida nos seguintes termos:

• Quando pedimos que seja feita a vontade de Deus;

• Porque o Espírito Santo intercede por nós, tendo em vista que não sabemos orar como convém;

• Porque devemos considerar, ainda, que o Senhor Jesus também intercede por nós, o que é uma tripla garantia: "Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós" (Rm 8.34).

Assim se, sob a ótica de Deus, somos justos temos a garantia de que nossas orações serão ouvidas, tendo em vista, também, que a Escritura Sagrada nos assegura que "muito pode por sua eficácia a oração do justo" (Tg 5.16).

Já mencionei, em texto anterior, o sentido da palavra "todo", dizendo que todo é todo mesmo, e não pode ser apenas uma parte de alguma coisa, parcela de algum desejo ou fração de algum procedimento.

Ensina-nos a Escritura Sagrada que "Todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28).

Ditado popular afirma algo semelhante: "há males que veem para o bem", o que acaba sendo verdade para os que amam a Deus, conforme essa afirmação da Palavra de Deus.

Como aconteceu com Jó, Deus tem um propósito em tudo que ocorre em nossas vidas, e, quando entendemos que estamos sendo vítimas de algum mal, na verdade Deus está permitindo para que alcancemos uma bênção bem maior depois.

Devemos, pois, orar agradecidos conforme preceitua a Palavra de Deus: "em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (1Ts 5.18).

Conforme tenho afirmado, "tudo" é tudo mesmo, pois Deus não diz coisa diferente daquilo que Ele pretende dizer, daquilo que Ele nos promete em Sua Palavra, a Bíblia.

Quando Deus diz tudo, é porque, na verdade, Ele realmente quer dizer tudo, ou seja, Ele quer que oremos em agradecimento por tudo: pelo bem ou pelo mal que recebemos.

Tenho mencionado e reafirmo que "a nossa (atual) leve e momentânea tribulação, produz em nós (futuro) eterno peso de glória", é o que nos assegura a Palavra de Deus: "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz em nós eterno peso de glória" (2Co 4.17).

Essa é a afirmativa, a certeza de que as tristezas, as dificuldades, as tentações, os enganos, as decepções, as derrotas, as tribulações, os sofrimentos pelos quais passamos nos dias presentes, pouco representam em relação ao futuro e eterno peso de glória, que será muito maior, quando nos apresentarmos diante do nosso Deus e Pai.

No devocionário Pérolas Diárias, Wim Malgo afirmou: "Você só consegue dar graças a Deus sempre e por tudo se de fato você crê que o Senhor tem intenções muito boas a seu respeito".

Volto ao ponto inicial, concluindo, no qual afirmei que temos uma "garantia" tripla da resposta de Deus às nossas orações, reportando o texto de Wim Malgo, ou seja, se sabemos que Deus tem intenções boas para conosco, podemos orar com segurança: "faça-se a tua vontade".

Assim, devemos orar de acordo com a vontade de Deus, orar a Palavra de Deus, e não orar como nos apetece para termos satisfeitos os nossos deleites, os nossos prazeres pessoais, para alimentar apenas as nossas necessidades individuais:

"Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres" (Tg 4.3).

Nosso Deus e Pai sabe as nossas necessidades antes que lho peçamos:

- "(...) porque Deus, o vosso Pai, sabe o que tendes necessidade, antes que lho peçais" (Mt 6.8).

- "E será que antes que clamem, eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei" (Is 65.24).

- Peça-a [sabedoria], porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é como a onda do mar, impelida e agitada pelo vento" (Tg 1.6).
São Paulo - SP
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