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Palavra do leitor

O método forense para se provar a ressurreição!

A ressurreição de Jesus Cristo se apresenta na matéria de ordem nuclear e o próprio sentido e finalidade de ser do Cristianismo. Se assim não for, então, a crença que se profere não passa de uma tresloucada ofensa à vida. Afinal, se Cristo não ressuscitou, a fé de vocês é inútil e ainda estão nos seus pecados (...) entre todas as pessoas, somos as mais dignas de compaixão (1 Coríntios 15. 17, 19). Sem a ressurreição, Jesus se constitui numa farsa, o evangelho numa narrativa frívola ou banal, o domingo da ressurreição numa balela. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, ao abordar sobre a ressurreição, então, podemos nos debruçar nas elucubrações, a partir da segunda revelação, Deuteronômio 29. 29, ou das ciências? Acredito, piamente, que sim, a qual pode ser perpetrado através da adoção do método forense ora muito utilizado pelos juristas ou advogados. Em outras palavras, malgrado não possamos nos valer do método da indução, porque se fulcra ou se ampara na repetição de experimentações e comprovações a disposição. Digo isso, porque não há como se efetuar a repetição da ressurreição de Jesus Cristo, como a formação do universo, a partir do nada, o meu ou o seu nascimento, em função de que são eventos sem a condição de serem repetidos para estabelecer observações e conclusões do que, verdadeiramente, aconteceu. Diametralmente oposto, como dito acima, há a via acessível do método forense, a partir do método não da indução e sim da abdução, por ser um evento metodológico para se consolidar a melhor explicação sobre o ocorrido. Destarte, a ressurreição de Jesus Cristo, direciona-a nos a considerar determinados ângulos para se conceber uma resposta ponderável e evidenciável. A começar, como mencionar e defender sobre a ressurreição de Jesus Cristo se, porventura, não houvesse ocorrido a sua morte, ali, naquela cruz? Sem puxar a sardinha para firmar e afirmar esse evento, procuro me apoiar nas descrições relatadas por um judeu romano, Flavio Josefo (37–100 d.C), na condição de historiador do primeiro século, referente ao fato da crucificação de Jesus Cristo. Não paro, por aqui, no espertar do segundo século, Tácito (56–117 d.C), a qual exercia o cargo de senador e historiador do Império Romano, atestou o evento de que Jesus Cristo havia sido submetido à penalidade inexorável ou extrema ou radical, grosso modo, ou seja, a crucificação, que teve sua consumação no governo de Tibério pelas mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos. As abordagens feitas tanto por Flavio Josefo, historiador judeu romano, e pelo historiador e senador Tácito, como referencias paradigmáticas de personalidades instruídas, municiadas de instrumentalidades da lógica, do arcabouço processual forense da época, da verdade e sem nenhum liame ou ligação com o evangelho são evidencias patentes sobre a ressurreição e sua confirmação. Ora, o caminho da ressurreição passa e perpassa pela crucificação, pelo sepultamento, a qual teve a incumbência de duas autoridades do Sinédrio ou que compunham o conselho governamental judaico máximo da época, José e Nicodemos que envolveram o corpo de Jesus com panos de linha entremeados com aproximadamente trinta e cinco essências aromáticas. Atentemos, o efeito dos panos e das essências suscitariam dificuldades para Jesus se desvencilhar, caso tivesse desfalecido ou morrido, como dizem os opositores da ressurreição. O sepulcro pelo qual levaram o corpo de Jesus pertencia a José e ao ser cerrado ou fechado a saída por uma pedra, que para efetuar qualquer remoção, sem sombra de dúvida, demandaria ou exigiria a ação de muitas pessoas. Isto sem falar da presença de soldados romanos, até para não permitir nenhuma tentativa de violação do local e houvesse condição de os seguidores levarem o corpo. Anota-se, no primeiro dia da semana, as mulheres e depois os discípulos encontraram o túmulo vazio. Não pode ser obliterado ou deixado desaparecer, as autoridades judaicas foram informadas de que o túmulo estava vazio, muito antes de as mulheres e os discípulos tomarem ciência, e procuravam disseminar de que o corpo de Jesus havia sido se apropriado para se cristalizar a ideia da ressurreição. Retomando ao fio da meada, as mulheres ao avistarem o sepulcro vazio, de imediato, avisaram aos discípulos que se dirigiram ao local. O primeiro a entrar foi João e constatou de que os panos de linho continuavam lá, no sepulcro, incólumes, como se ninguém tivesse mexido ou tivesse tentado se desvencilhar, todavia, cadê o corpo, o que aconteceu? O texto de João 20.3-8, com a dedução de que um ato interventor ou de que algo extraordinário deveria ter ocorrido ou acontecido ou se manifestado. Novamente reitero, valho-me de um método forense para por meio do ditame da abdução haver a melhor resposta a ser considerada e a veracidade da ressurreição de Jesus Cristo, ao terceiro dia, a qual comemoramos neste domingo de ressurreição.
São Paulo - SP
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