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Palavra do leitor

O antídoto contra o mal

Disse a uma pessoa amiga que "vida cristã não é antídoto contra dissabores, não é atestado de imunidade contra dificuldades"; a porta do seu coração se abriu com lágrimas lhe correndo pela face e recebeu a Palavra de Deus com fé.

Tornou-se um cristão verdadeiro, serve ao Senhor, é um novo homem, um homem de Deus; - "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2Co 5.17).

A cada um de nós Deus fala de uma maneira diferente, glória a Ele por isso; não há "propaganda enganosa" com Jesus e, de fato, Ele nos alerta: "No mundo passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (Jo 16.33).

Dele recebemos esse lembrete: "Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu Senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa" (Jo 15.20).

O Senhor Jesus não ilude àqueles que Ele comissiona a irem, em seu nome, pregar a Sua Palavra.

A sociedade, o mundo voltado quase que exclusivamente para as coisas materiais, e para práticas esotéricas e ocultistas, considera o cristianismo "uma utopia", dele escarnecem, dele zombam, isso porque querem ver resultados imediatos, e, nem sempre, se encontram soluções mágicas na vida cristã.

O tempo de Deus não é o nosso tempo, e Ele nos atende no Seu tempo aceitável, como diz a Palavra: "No tempo aceitável te ouvi e no dia a salvação te ajudei ..." (Is 49.8)

Sim, na verdade, essa é uma palavra para Israel, mas perfeitamente aplicável, válida para todos hodiernamente; somos, também, alertados de que "Deus envia o sol sobre bons e maus, e faz com que a chuva desça sobre justos e injustos" (Mt 5.45).

Diz a Palavra de Deus que Ele não faz acepção de pessoas (Ef 6. 9), Ele ama a todos (Jo 3. 16), a sua graça é universal (Tt 2.11), mas só se salvam os que n’Ele creem, e recebem a Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor (Jo 1.12-13).

A graça Deus nos deu antecipadamente [preveniência], ela é universal, mas precisamos dela nos apropriar [recebendo Jesus no coração] para dela nos beneficiarmos; alguém disse que é igual a termos recebido uma herança em dinheiro, cujo depósito foi feito no Banco, se não a usarmos através do aplicativo da instituição financeira nada adiantará a "fortuna" disponível.

Deus não faz acepção de pessoas, mas como ele livrou a Ló da destruição de Sodoma e Gomorra, e preservou Noé e seus familiares do dilúvio que mandou sobre a terra, Ele nos diz:

"Assim sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados..." (2Pe 2.9); Ele também nos garante: "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Rm 8.1).

Na Oração Sacerdotal Jesus roga a Deus: "Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal" (Jo 17.15).

Essa chamada Oração Sacerdotal tem palavras muito cristalinas de Jesus, que não deixam nenhuma sombra de dúvida de que Ele está se dirigindo ao Pai apenas em relação aos cristãos daquela época, e aos que viessem a se tornar cristãos pela pregação da Sua Palavra (Jo 17. 6, 9, 20):

"Manifestei o teu nome aos que me deste do mundo..." (v. 6). "É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus" (v. 9); "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um" (vs. 20 e 21a).

Ele deixa claro, principalmente no verso 9, que não pede pelos do mundo [os não cristãos]; quanto a esses Ele tem uma postura diferente, Ele nos recomenda que os "ensinemos" (Mt 28.19), que a eles "preguemos" o Evangelho (Mc 16.15), que para eles "testemunhemos" a respeito d’Ele e de Sua Palavra (At 1.8), conforme tenho dito em textos anteriores.

Duas linhas de conduta emergem do coração de Jesus e da sua vontade muito claras e convergentes em relação aos seus seguidores, nós os cristãos:

• Que sejamos um em espírito, assim como o Pai e Ele o são;

• E que alcancemos para Ele aqueles que não são seus: "Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo" (v. 18).

Esse é o contexto, a síntese do "manual do fabricante [Deus]", que nos fez, nos salvou, e nos envia para ganhar outros para Cristo, pois é vontade do Pai que nenhum se perca, mas que todos alcancem o arrependimento:

"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (2Pe 3.9).

"Todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus" (Rm 3.23).

"Mas a todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber aos que creem no seu nome" (Jo 1.12).
São Paulo - SP
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