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Notícias

Comissão de Anistia indeniza religiosos que foram torturados

(ALC) A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça decidiu, depois de analisar a documentação, reparar, indenizar e pedir escusas aos 13 religiosos ou pessoas ligadas a instituições eclesiais que sofreram perseguição política, foram presas e torturadas durante o período de exceção no Brasil.

O julgamento dos casos ficou a cargo da 11ª. Caravana da Anistia, realizado na sexta-feira, dia 26 de setembro, no Memorial Dom Helder Câmara, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília.

"Foi muito choro, porque é impossível rever aquele momento histórico sem que venham à lembrança fatos e pessoas queridas que foram presas e que desapareceram", disse a diretora executiva da Coordenadoria Ecumênica de Serviço, Eliana Bellini Rolemberg, uma das anistiadas.

Ao falar perante a Comissão da 11ª. Caravana da Anistia, Eliana recordou a colega Heleni Guariba, que estava presa com ela na mesma cela, em São Paulo, e que foi torturada e está desaparecida. Lembrou ainda de Paulo Wright, companheiro da Ação Popular, também desaparecido.

A Caravana temática, que analisou os casos de indenização e reparação de religiosos, foi uma convocação da CNBB, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), da Conferência dos Religiosos, da Comissão de Justiça e Paz, e da Igreja Metodista.

O secretário-geral da Igreja Metodista, bispo Stanley da Silva Moraes, representando o Colégio Episcopal, acompanhou os trabalhos da Comissão de Anistia e pediu perdão ao ex-pastor estadunidense Frederick Birten Morris, mais conhecido por pastor Fred, pela omissão da igreja na época.

Stanley também manifestou solidariedade à diretora da Cese, que, ao ser presa, em fevereiro de 1970, estava em companhia de estudantes metodistas.

O pastor Fred, metodista, chegou ao Brasil em 1964. Dez anos depois ele foi preso, torturado e expulso do país por ter cedido sua residência para reuniões políticas contra a ditadura. Agora anistiado, ele vai receber pensão mensal de 2 mil reais (1,10 mil dólares) e uma indenização de 285 mil reais (cerca de 158 mil dólares).

Outro anistiado foi o arcebispo emérito da Paraíba, dom Marcelo Carvalheira, que receberá uma indenização de 100 mil reais (aproximadamente 55,5 mil dólares). Ele foi preso em 1968, quando era reitor do Seminário Maior do Nordeste, acusado de atividades subversivas e de dar guarida a pessoas procuradas pelo regime militar.

Foram anistiados, ainda, o pastor Alanir Cardoso, preso e torturado em 1969, as irmãs Helena Soares e Helder Dedendo, o pastor Peter Mc Carthy, preso em 1981. Leia mais.

Fonte: www.alcnoticias.org


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