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25 de julho de 2022- Visualizações: 6408
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C.S. Lewis e Freud. Anthony Hopkins é Freud, Leonardo DiCaprio seria Lewis?
Por Marcos Bontempo
Duas vezes vencedor do Oscar de melhor ator, Anthony Hopkins é o nome escolhido para o papel de Sigmund Freud, no longa “A Última Sessão de Freud”. A informação, que se espalhou rapidamente, é do The Hollywood Reporter, publicada em maio. O que ninguém ainda descobriu é quem será o ator convidado para viver C. S. Lewis.
O longa [Freud "s Last Session] tem como base a peça premiada de Mark St. Germain, inspirada no livro The Question of God, publicado no Brasil pela Editora Ultimato (Deus em Questão - C.S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida).
Para o autor de Deus em Questão, C. S. Lewis e Sigmund Freud teriam muitas coisas a discutir. E ambos consideravam a questão da existência de Deus a mais importante da vida: “Todos nós abraçamos um dos pontos de vista diametralmente opostos: o da fé ou o da incredulidade. Enfim, a visão de mundo de Freud ou a de Lewis”.
Em Deus em Questão, os argumentos de Lewis e de Freud são postos lado a lado. Ambos refletiram cuidadosamente sobre os pontos fracos e as alternativas aos seus posicionamentos. Ambos consideraram o problema da dor e do sofrimento, a natureza do amor e do sexo, e o sentido último da vida e da morte, em um dos confrontos mais profundos da história.
A peça é um sucesso de crítica e público desde o seu lançamento em 2011, em Londres, na Inglaterra e, logo em seguida, nos Estados Unidos. Em cartaz em São Paulo desde o início do ano, com sessões esgotadas, A Última Sessão de Freud apresenta o encontro “irresistível” entre o pai da psicanálise e o mais influente escritor cristão do século 20.
Ultimato esteve no Teatro Vivo, em São Paulo, e conversou com os atores Odilon Wagner e Cláudio Fontana sobre o livro e o sucesso da peça, que continua sua temporada em São Paulo, agora no teatro Porto Seguro.
Na verdade, os dois pensadores nunca se encontraram. Lewis começou a lecionar na Universidade de Oxford logo depois dos 20 anos e conhecia as teorias de Freud. Enquanto isso, o psiquiatra austríaco estava na casa dos 70 e, muito provavelmente, tenha lido alguns dos primeiros escritos de Lewis, inclusive O Regresso do Peregrino, em que o autor das Crônicas de Nárnia chama um de seus personagens de “Sigismund”, nome verdadeiro de Freud. E, talvez por isso mesmo, O Regresso do Peregrino seja o único livro de Lewis mencionado (por Freud) no diálogo em cartaz em São Paulo.
Não é a primeira vez que Anthony Hopkins está às voltas com a história e o legado de C. S. Lewis. O velho ator inglês que agora fará o pai da psicanálise deu vida a C. S. Lewis no conhecido filme "Terra das Sombras" [Shadowlands], que narra o encontro e a história de amor entre C. S. Lewis e a poeta americana Joy Davidman.
Enfim, o novo longa, com início das filmagens agendado para o segundo semestre deste ano, mostra um diálogo e não um monólogo. Se, agora, Hopkins será Freud, quem faria melhor o papel do autor das Crônicas de Nárnia?
Leonardo DiCaprio, embora tenha pouco mais da metade da idade de Hopkins, parece pouco provável. Alguns queridinhos de Hollywood, mais jovens e de nacionalidade britânica são boas apostas – como Tom Holland (Homem Aranha) ou Taron Egerton (Rocketman). Enfim, vai faltar pipoca...
Duas vezes vencedor do Oscar de melhor ator, Anthony Hopkins é o nome escolhido para o papel de Sigmund Freud, no longa “A Última Sessão de Freud”. A informação, que se espalhou rapidamente, é do The Hollywood Reporter, publicada em maio. O que ninguém ainda descobriu é quem será o ator convidado para viver C. S. Lewis.
O longa [Freud "s Last Session] tem como base a peça premiada de Mark St. Germain, inspirada no livro The Question of God, publicado no Brasil pela Editora Ultimato (Deus em Questão - C.S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida).
Para o autor de Deus em Questão, C. S. Lewis e Sigmund Freud teriam muitas coisas a discutir. E ambos consideravam a questão da existência de Deus a mais importante da vida: “Todos nós abraçamos um dos pontos de vista diametralmente opostos: o da fé ou o da incredulidade. Enfim, a visão de mundo de Freud ou a de Lewis”.Em Deus em Questão, os argumentos de Lewis e de Freud são postos lado a lado. Ambos refletiram cuidadosamente sobre os pontos fracos e as alternativas aos seus posicionamentos. Ambos consideraram o problema da dor e do sofrimento, a natureza do amor e do sexo, e o sentido último da vida e da morte, em um dos confrontos mais profundos da história.
A peça é um sucesso de crítica e público desde o seu lançamento em 2011, em Londres, na Inglaterra e, logo em seguida, nos Estados Unidos. Em cartaz em São Paulo desde o início do ano, com sessões esgotadas, A Última Sessão de Freud apresenta o encontro “irresistível” entre o pai da psicanálise e o mais influente escritor cristão do século 20.Ultimato esteve no Teatro Vivo, em São Paulo, e conversou com os atores Odilon Wagner e Cláudio Fontana sobre o livro e o sucesso da peça, que continua sua temporada em São Paulo, agora no teatro Porto Seguro.
Na verdade, os dois pensadores nunca se encontraram. Lewis começou a lecionar na Universidade de Oxford logo depois dos 20 anos e conhecia as teorias de Freud. Enquanto isso, o psiquiatra austríaco estava na casa dos 70 e, muito provavelmente, tenha lido alguns dos primeiros escritos de Lewis, inclusive O Regresso do Peregrino, em que o autor das Crônicas de Nárnia chama um de seus personagens de “Sigismund”, nome verdadeiro de Freud. E, talvez por isso mesmo, O Regresso do Peregrino seja o único livro de Lewis mencionado (por Freud) no diálogo em cartaz em São Paulo.
Não é a primeira vez que Anthony Hopkins está às voltas com a história e o legado de C. S. Lewis. O velho ator inglês que agora fará o pai da psicanálise deu vida a C. S. Lewis no conhecido filme "Terra das Sombras" [Shadowlands], que narra o encontro e a história de amor entre C. S. Lewis e a poeta americana Joy Davidman.
Enfim, o novo longa, com início das filmagens agendado para o segundo semestre deste ano, mostra um diálogo e não um monólogo. Se, agora, Hopkins será Freud, quem faria melhor o papel do autor das Crônicas de Nárnia?
Leonardo DiCaprio, embora tenha pouco mais da metade da idade de Hopkins, parece pouco provável. Alguns queridinhos de Hollywood, mais jovens e de nacionalidade britânica são boas apostas – como Tom Holland (Homem Aranha) ou Taron Egerton (Rocketman). Enfim, vai faltar pipoca...
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