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Alianças Evangélicas de diferentes países defendem a liberdade religiosa
Por Phelipe Reis
Do Oriente Médio à América Latina, a liberdade religiosa vem sendo sufocada, tornando cada vez mais difícil ser cristão em alguns países. Estima-se que 1 em cada 7 cristãos no mundo enfrenta altos nível de perseguição e discriminação por causa da fé em Jesus, segundo a Portas Abertas. Diante desse contexto, as Alianças Evangélicas em alguns países, como Nicarágua e El Salvador, têm se manifestado a favor da liberdade religiosa.
Afeganistão
A hostilidade aos cristãos cresceu no Afeganistão com a volta do Talibã ao poder, em 2021. O país foi nomeado, juntamente com Argélia, Índia e Sri Lanka, como foco deste ano para o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida (IDOP) da Aliança Evangélica Mundial (WEA, sigla em inglês).
O anúncio foi feito no dia 22 de agosto, data que a ONU dedica às vítimas de atos de violência baseados em religião ou crença. O secretário-geral da WEA, Thomas Schirrmacher, declarou: “A WEA condena veementemente a violência contra qualquer pessoa ou grupo com base em sua fé. Defendemos a liberdade religiosa para todos, em todos os lugares, o tempo todo”.
A Aliança Evangélica Mundial colabora com as Nações Unidas, a Parceria de Liberdade Religiosa e líderes globais e nacionais de todas as religiões para acabar com as restrições à liberdade religiosa.
Nicarágua
A Aliança Evangélica Latina (AEL) se juntou a organizações e ao Conselho Latino-Americano e do Caribe de Líderes Religiosos – Religiões pela Paz para expressar solidariedade às comunidades religiosas da Nicarágua, devido à grave situação que afeta a liberdade de culto e opinião no país.
Nos últimos anos, o governo sandinista do presidente Daniel Ortega atacou instituições e pessoas que se opuseram ao seu governo. Ele ignorou os direitos humanos básicos, reprimiu ONGs e entidades, tanto na área política como religiosa. A repressão afetou a Igreja Católica de uma maneira especial nos últimos meses. O bispo Rolando Álvarez, constante crítico do presidente nicaraguense, foi preso na sexta-feira passada e transferido para a residência de sua família em Manágua, onde permanece privado de liberdade, junto com outros apoiadores.
Por essas razões, a Aliança Evangélica Latina e outras organizações solicitaram a libertação imediata dos líderes religiosos detidos. Instituições da Organização dos Estados Americanos (OEA) e das Nações Unidas expressaram preocupação com a situação e pediram o fim imediato de toda repressão contra comunidades religiosas no país.
El Salvador
A Aliança Evangélica de El Salvador emitiu um comunicado em que rebate a declaração do Vice-Presidente do país, Félix Ulloa, que disse que “80% dos pastores fazem parte dessas estruturas de gangues”. O comunicado da Aliança diz que tal afirmação não coincide com a realidade e complementa:
“Em El Salvador a Igreja Evangélica tem 126 anos de presença territorial. Desde então, tem se dedicado à evangelização da sociedade para promover mudanças na vida espiritual e social, incutindo valores nas famílias e nos indivíduos”.
A Aliança considerou ofensivas as declarações do Vice-Presidente e solicitou que tais afirmações sejam reconsideradas em virtude de não corresponder à realidade.
Notícia originalmente publicada no site da Aliança Evangélica Brasileira.
Saiba mais:
» Sangue, Sofrimento e Fé, Antonia Leonora Van der Meer, William Taylor | Reg Reimer (org.)
» A "Terra dos afegãos", os cristãos perseguidos e a Cidade de Refúgio
» A diversidade das mulheres muçulmanas no Afeganistão e além
Do Oriente Médio à América Latina, a liberdade religiosa vem sendo sufocada, tornando cada vez mais difícil ser cristão em alguns países. Estima-se que 1 em cada 7 cristãos no mundo enfrenta altos nível de perseguição e discriminação por causa da fé em Jesus, segundo a Portas Abertas. Diante desse contexto, as Alianças Evangélicas em alguns países, como Nicarágua e El Salvador, têm se manifestado a favor da liberdade religiosa.
AfeganistãoA hostilidade aos cristãos cresceu no Afeganistão com a volta do Talibã ao poder, em 2021. O país foi nomeado, juntamente com Argélia, Índia e Sri Lanka, como foco deste ano para o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida (IDOP) da Aliança Evangélica Mundial (WEA, sigla em inglês).
O anúncio foi feito no dia 22 de agosto, data que a ONU dedica às vítimas de atos de violência baseados em religião ou crença. O secretário-geral da WEA, Thomas Schirrmacher, declarou: “A WEA condena veementemente a violência contra qualquer pessoa ou grupo com base em sua fé. Defendemos a liberdade religiosa para todos, em todos os lugares, o tempo todo”.
A Aliança Evangélica Mundial colabora com as Nações Unidas, a Parceria de Liberdade Religiosa e líderes globais e nacionais de todas as religiões para acabar com as restrições à liberdade religiosa.
NicaráguaA Aliança Evangélica Latina (AEL) se juntou a organizações e ao Conselho Latino-Americano e do Caribe de Líderes Religiosos – Religiões pela Paz para expressar solidariedade às comunidades religiosas da Nicarágua, devido à grave situação que afeta a liberdade de culto e opinião no país.
Nos últimos anos, o governo sandinista do presidente Daniel Ortega atacou instituições e pessoas que se opuseram ao seu governo. Ele ignorou os direitos humanos básicos, reprimiu ONGs e entidades, tanto na área política como religiosa. A repressão afetou a Igreja Católica de uma maneira especial nos últimos meses. O bispo Rolando Álvarez, constante crítico do presidente nicaraguense, foi preso na sexta-feira passada e transferido para a residência de sua família em Manágua, onde permanece privado de liberdade, junto com outros apoiadores.
Por essas razões, a Aliança Evangélica Latina e outras organizações solicitaram a libertação imediata dos líderes religiosos detidos. Instituições da Organização dos Estados Americanos (OEA) e das Nações Unidas expressaram preocupação com a situação e pediram o fim imediato de toda repressão contra comunidades religiosas no país.
El SalvadorA Aliança Evangélica de El Salvador emitiu um comunicado em que rebate a declaração do Vice-Presidente do país, Félix Ulloa, que disse que “80% dos pastores fazem parte dessas estruturas de gangues”. O comunicado da Aliança diz que tal afirmação não coincide com a realidade e complementa:
“Em El Salvador a Igreja Evangélica tem 126 anos de presença territorial. Desde então, tem se dedicado à evangelização da sociedade para promover mudanças na vida espiritual e social, incutindo valores nas famílias e nos indivíduos”.
A Aliança considerou ofensivas as declarações do Vice-Presidente e solicitou que tais afirmações sejam reconsideradas em virtude de não corresponder à realidade.
Notícia originalmente publicada no site da Aliança Evangélica Brasileira.
Saiba mais:
» Sangue, Sofrimento e Fé, Antonia Leonora Van der Meer, William Taylor | Reg Reimer (org.)
» A "Terra dos afegãos", os cristãos perseguidos e a Cidade de Refúgio
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É natural do Amazonas, casado com Luíze e pai da Elis e do Joaquim. Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e mestre em Missiologia no Centro Evangélico de Missões (CEM). É missionário e colaborador do Portal Ultimato.
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