Palavra do leitor
22 de janeiro de 2013- Visualizações: 933
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Você já viu a face do mal?
Você já viu a face do mal?
Pergunta medonha, não?
Eu a vi na noite passada. Horrenda e tão assustadora que quase desfaleci.
Na verdade eram muitas faces, igualmente tenebrosas. Estavam expostas num vídeo que tratava sobre o tráfico de seres humanos, especialmente de crianças e adolescentes – em sua grande maioria, meninas. Sequestradas em parques, ruas, shoppings, vilarejos. África, Ásia, Rússia, entre tantos outros lugares exportadores de meninas negociadas como objetos para satisfazer os desejos sexuais de monstros, ditos humanos.
Lá estavam elas, dopadas, acorrentadas, violentadas e o mal em carne e osso a destruí-las sem nenhum respeito ou pudor. Sua dignidade sendo-lhes inexoravelmente aniquilida, enquanto seu corpo e alma, cruelmente estuprados ... dia após dia, hora após hora.
Revolta-me ouvir pastores ensinando suas ovelhas a esperarem. A não se incomodarem tanto com o fato de ainda não agirem. Tentando aplacar consciências inquietadas pelo Espírito do Senhor que sofre diante de tanta omissão.
Revolta-me parte da Igreja de Cristo que conhece tão bem o imperativo para ser sal e luz no mundo que jaz no maligno, mas se acomoda em viver e desfrutar do seu clube “iluminado”, equivocadamente denominado igreja.
O mal aparece, mostra sua face em todo lugar, nas mais diversas áreas do viver humano enquanto os que deveriam estar sendo vistos por todos ao realizarem as boas obras para as quais foram criados, conforme ensina a Palavra de Deus, se omitem e se retiram para os seus guetos eclesiásticos, aguardando que o Senhor, do alto, opere em Suas vidas e os conduza a ação.
Hipócritas!
Quais são as suas obras, Igreja?
Estas são as palavras do Senhor da Igreja: “Conheço as suas obras; você tem fama de estar vivo, mas está morto. Esteja atento! Fortaleça o que resta e que estava para morrer, pois não achei suas obras perfeitas aos olhos do meu Deus”. (Ap 3.1,2)
Chega de fingir que somos a Igreja que ama os fracos e oprimidos, os injustiçados e marginalizados, os escravizados e esquecidos!
Chega de excursões ao mundo mau em datas festivas ou de tempos em tempos!
Onde está a igreja que age e, de fato, invade a escuridão com a sua luz?
Onde está a igreja que revela a face do BEM?
Pergunta medonha, não?
Eu a vi na noite passada. Horrenda e tão assustadora que quase desfaleci.
Na verdade eram muitas faces, igualmente tenebrosas. Estavam expostas num vídeo que tratava sobre o tráfico de seres humanos, especialmente de crianças e adolescentes – em sua grande maioria, meninas. Sequestradas em parques, ruas, shoppings, vilarejos. África, Ásia, Rússia, entre tantos outros lugares exportadores de meninas negociadas como objetos para satisfazer os desejos sexuais de monstros, ditos humanos.
Lá estavam elas, dopadas, acorrentadas, violentadas e o mal em carne e osso a destruí-las sem nenhum respeito ou pudor. Sua dignidade sendo-lhes inexoravelmente aniquilida, enquanto seu corpo e alma, cruelmente estuprados ... dia após dia, hora após hora.
Revolta-me ouvir pastores ensinando suas ovelhas a esperarem. A não se incomodarem tanto com o fato de ainda não agirem. Tentando aplacar consciências inquietadas pelo Espírito do Senhor que sofre diante de tanta omissão.
Revolta-me parte da Igreja de Cristo que conhece tão bem o imperativo para ser sal e luz no mundo que jaz no maligno, mas se acomoda em viver e desfrutar do seu clube “iluminado”, equivocadamente denominado igreja.
O mal aparece, mostra sua face em todo lugar, nas mais diversas áreas do viver humano enquanto os que deveriam estar sendo vistos por todos ao realizarem as boas obras para as quais foram criados, conforme ensina a Palavra de Deus, se omitem e se retiram para os seus guetos eclesiásticos, aguardando que o Senhor, do alto, opere em Suas vidas e os conduza a ação.
Hipócritas!
Quais são as suas obras, Igreja?
Estas são as palavras do Senhor da Igreja: “Conheço as suas obras; você tem fama de estar vivo, mas está morto. Esteja atento! Fortaleça o que resta e que estava para morrer, pois não achei suas obras perfeitas aos olhos do meu Deus”. (Ap 3.1,2)
Chega de fingir que somos a Igreja que ama os fracos e oprimidos, os injustiçados e marginalizados, os escravizados e esquecidos!
Chega de excursões ao mundo mau em datas festivas ou de tempos em tempos!
Onde está a igreja que age e, de fato, invade a escuridão com a sua luz?
Onde está a igreja que revela a face do BEM?
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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