Palavra do leitor
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Qual foi o ponto final?
"O Cristianismo é a confirmação de que houve uma resposta definitiva, em favor do ser humano’’.
O mês de abril se configura por abordar sobre a Páscoa, a crucificação, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Anota-se, não pode deixar obliterar ou deixar desaparecer de toda essa trajetória teve o seu espertar no evento da encarnação e se permanecesse a discussão sobre essa dimensão, então, tudo permaneceria a redigir Jesus, o Cristo, como uma referência exemplificativa de moralidade, de comportamento ético a ser seguido, uma direção de espiritualidade a ser vivenciado e nada mais. Em outras palavras, não haveria mais nada a ser considerado, estaria consumado e encerrado. Além disso, se tudo estivesse resumido à encarnação, o ministério pascal seria uma redenção triunfal de Jesus Cristo, um reconhecimento do Deus Criador de tudo e de todos, a qual se estabeleceu na derrocada de todos os opositores. Decerto, a ênfase, tão somente, na esfera da encarnação, expressamente, derrubaria o papel da ação salvifica de Jesus Cristo, de o quanto sua presença e manifestação promovem um novo tempo e a criação de uma nova realidade. Ora, ao se falar da páscoa, dessa passagem para a abertura destinada a um novo tempo, observa-se não tanto o ser Jesus Cristo e, diametralmente oposto, o evento do ser humano ora denominado Jesus de Nazaré. Por tal turno, ao se falar sobre a páscoa, a passagem comprometida nos leva a um novo tempo, sempre se encontra com o Jesus Salvador, com o ato interventor de salvação ora perpetrado através de Jesus de Nazaré. Não se mantém atrelado a supostas propriedades ou apanágios ou idiossincrasias metafisicas, porque abre um espaço infinito de possibilidades e oportunidades. Sem essa compreensão, a missão, o telos ou a finalidade, de Jesus de Nazaré será algo vago e vazio. É bem verdade, não conseguimos concluir quem alguém foi, caso não tenhamos uma percepção de sua história, de seu acontecer na história. Isto implica considerar não apenas quem foi, sobretudo, acima de tudo, para que esse ser humano existiu ou para esse ser humano Jesus de Nazaré existiu. Destarte, a encarnação encontra sentido, destino e motivo no ato interventor da ressurreição, a páscoa se consubstancia ou se consolida na ressureição, o descendente no ascendente, como sempre válida e efetiva mensagem do Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, a qual se mostra e se demonstra inabalável a ser um não taxativo, peremptório, inexorável e incisivo em face de todas as formas de inumanidade, de todas as formas de estados de culpabilidades, de mortes e de vazios para nos apresentar um sentido ou uma finalidade plena, a partir dos estados de ausência de sentido dessa vida. Presumidamente, o ponto final não foi à encarnação, não foram os milagres e os prodígios, não foi à crucificação, mas a ressurreição de Jesus de Nazaré. Dou mais uma pinçada, Jesus de Nazaré, Jesus Cristo, mediante o ato interventor do Deus Criador de tudo e de todos, agora, com a ressurreição, se torna no Deus Vivente, no meio pelo qual podemos lograr ou obter a pujante ou esplendorosa e plena condição de humanidade para sempre, ao se estabelecer a dilaceração ou destruição de todas as formas de alienação de ser humano. Ademais, o ponto final, a ressurreição, proporciona o escancarar do vinde a mim todos os que estais com sua humanidade sobre os fardos da culpa, atordoado pela desolação, ressecado pela descrença, corroído pela decepção, conformado em viver sem haver um porvir, envolto por um redemoinho de revolta para se, porventura, permitir, sentar-se ao redor da mesa e ser escutado e ser compreendido e ser tolerado e ser considerado para um novo tempo e para a criação de uma nova realidade.
O mês de abril se configura por abordar sobre a Páscoa, a crucificação, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Anota-se, não pode deixar obliterar ou deixar desaparecer de toda essa trajetória teve o seu espertar no evento da encarnação e se permanecesse a discussão sobre essa dimensão, então, tudo permaneceria a redigir Jesus, o Cristo, como uma referência exemplificativa de moralidade, de comportamento ético a ser seguido, uma direção de espiritualidade a ser vivenciado e nada mais. Em outras palavras, não haveria mais nada a ser considerado, estaria consumado e encerrado. Além disso, se tudo estivesse resumido à encarnação, o ministério pascal seria uma redenção triunfal de Jesus Cristo, um reconhecimento do Deus Criador de tudo e de todos, a qual se estabeleceu na derrocada de todos os opositores. Decerto, a ênfase, tão somente, na esfera da encarnação, expressamente, derrubaria o papel da ação salvifica de Jesus Cristo, de o quanto sua presença e manifestação promovem um novo tempo e a criação de uma nova realidade. Ora, ao se falar da páscoa, dessa passagem para a abertura destinada a um novo tempo, observa-se não tanto o ser Jesus Cristo e, diametralmente oposto, o evento do ser humano ora denominado Jesus de Nazaré. Por tal turno, ao se falar sobre a páscoa, a passagem comprometida nos leva a um novo tempo, sempre se encontra com o Jesus Salvador, com o ato interventor de salvação ora perpetrado através de Jesus de Nazaré. Não se mantém atrelado a supostas propriedades ou apanágios ou idiossincrasias metafisicas, porque abre um espaço infinito de possibilidades e oportunidades. Sem essa compreensão, a missão, o telos ou a finalidade, de Jesus de Nazaré será algo vago e vazio. É bem verdade, não conseguimos concluir quem alguém foi, caso não tenhamos uma percepção de sua história, de seu acontecer na história. Isto implica considerar não apenas quem foi, sobretudo, acima de tudo, para que esse ser humano existiu ou para esse ser humano Jesus de Nazaré existiu. Destarte, a encarnação encontra sentido, destino e motivo no ato interventor da ressurreição, a páscoa se consubstancia ou se consolida na ressureição, o descendente no ascendente, como sempre válida e efetiva mensagem do Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, a qual se mostra e se demonstra inabalável a ser um não taxativo, peremptório, inexorável e incisivo em face de todas as formas de inumanidade, de todas as formas de estados de culpabilidades, de mortes e de vazios para nos apresentar um sentido ou uma finalidade plena, a partir dos estados de ausência de sentido dessa vida. Presumidamente, o ponto final não foi à encarnação, não foram os milagres e os prodígios, não foi à crucificação, mas a ressurreição de Jesus de Nazaré. Dou mais uma pinçada, Jesus de Nazaré, Jesus Cristo, mediante o ato interventor do Deus Criador de tudo e de todos, agora, com a ressurreição, se torna no Deus Vivente, no meio pelo qual podemos lograr ou obter a pujante ou esplendorosa e plena condição de humanidade para sempre, ao se estabelecer a dilaceração ou destruição de todas as formas de alienação de ser humano. Ademais, o ponto final, a ressurreição, proporciona o escancarar do vinde a mim todos os que estais com sua humanidade sobre os fardos da culpa, atordoado pela desolação, ressecado pela descrença, corroído pela decepção, conformado em viver sem haver um porvir, envolto por um redemoinho de revolta para se, porventura, permitir, sentar-se ao redor da mesa e ser escutado e ser compreendido e ser tolerado e ser considerado para um novo tempo e para a criação de uma nova realidade.
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