Palavra do leitor
26 de abril de 2026- Visualizações: 75
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Deus não necessita de delações
Delação, tema que não é novo, tem sido usado neste nosso tempo face ao surgimento de processos inimagináveis, embora todos entendam que em nosso país a corrupção e a impunidade grassam por todos os cantos, há décadas, quiçá séculos.
Bancário que fui, por 44 anos no mesmo Banco, não falo, exclusivamente, para eles, mas tenho lhes enviado meus textos para que me ajudem a divulgar compartilhando-os.
Não falo apenas para contabilistas, Contador Geral que fui por 6 anos de um banco de investimento e por 5 anos do banco comercial do mesmo grupo [REAL], mas compartilho meus artigos para outros contabilistas para que os divulguem.
Da mesma forma, não falo, exclusivamente, para advogados pelo simples fato de ter militado com e entre eles (Minas), mas lhes envio meus artigos para que repassem para nossos pares.
Também não falo, apenas, para securitários, embora habilitado como tal, mas os diretores e corretores de Seguradoras, que conheço, recebem meus textos para o compartilhamento entre suas listas.
Exclusivamente não falo para teólogos, embora conviva com muitos deles, que são amigos pessoais e familiares [um é meu filho, outro sobrinho], mas são destinatários dos meus textos para que compartilhem.
Finalmente não falo para apenas alguns segmentos da sociedade; quando escrevo, para obter a leitura e compartilhamento de todos notifico-os para que me ajudem a propagar.
Em assim sendo escrevo sem compromisso de o fazer com a linguagem técnica desses grupos específicos e outros dos quais já participei; tenho que me expressar inteligivelmente para todos e, para tanto, tenho que me desvincular de vocábulos, doutrinas deste, desse ou daquele segmento social, profissional, familiar etc.
Retornando ao início, delação tema que não é novo tem sido usado neste nosso tempo face ao surgimento de processos inimagináveis, embora todos entendam que em nosso país a corrupção e a impunidade grassem por todos os cantos, há décadas, quiçá séculos.
Não esquecendo a minha trilha costumeira, bíblica, vou mencionar alguns casos de delações entre os homens de Deus, Deus que nada encobre.
Disse Adão: "foi a mulher que me deste" (Gn 3.12), Eva repassou: "foi a serpente" (Gn 3.13); eu creio que essa serpente [Satanás] é sempre a causadora de atos e fatos anômalos, como o foi no Éden.
Caim, após ter matado seu irmão Abel, fugiu e Deus, que é onisciente, o indagou por seu irmão; ele, embora indiretamente, delatou a si próprio ao dizer: "Não sei; acaso sou eu tutor do meu irmão?" (Gn 4.9).
Noé se embebedou, ficou nu e Cam, um dos seus filhos, delatou a sua nudez para os irmãos (Gn 9.22).
Sara, esposa de Abraão, delatou o filho da escrava Hagar, Ismael, que caçoava de seu filho Isaque (Gn 21. 9-10).
Moisés foi delatado por dois hebreus por ter matado um egípcio e teve que fugir para não ser punido (Ex 2.11-14).
A mulher de Potifar delatou José, embora inocente, de querer se deitar com ela e Potifar o lançou no cárcere (Gn 39. 17-20).
Judas por 30 moedas de prata, delatou e entregou o Senhor Jesus aos seus algozes (Mt 26. 14-50).
Mas Deus, nosso Pai eterno, único e verdadeiro, que criou céus, terra, águas e tudo o que neles há não precisa de delatores, como citei acima, quando falei de Caim, pois Ele é onisciente, tudo sabe, tudo vê.
Por sua Graça, pelo seu grande amor por sua criação, nosso Deus e Pai enviou o Senhor Jesus para se dar por nós, em uma cruz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3. 16).
Jesus "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo 1. 11-13).
"Todos pecamos e carentes estamos da glória de Deus" (Rm 3. 23); embora Satanás, como fez com Jó, esteja sempre atento para delatar nossos pecados, Deus não necessita de delatores.
Sim, o nosso Deus e Pai não precisa de delação, apenas de confissão! Ele não precisa de delatores para agir a nosso favor; a sua Palavra nos afirma:
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça" (1 Jo 1.9);
"O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Pv 28.13).
Nosso Deus não precisa de delatores, Ele deu o que lhe era mais caro, seu próprio Filho, para morrer por nós, pagar pelos nossos pecados.
Cabe-nos reconhecer os nossos pecados, arrepender, confessá-los a Ele, abandonar o caminho mau, e Ele nos perdoa e nos purifica tornando-nos seus filhos.
Marghanita Laski, famosa romancista e crítica inglesa do século 20, que jamais escondeu o seu ateísmo, disse: "O que eu mais invejo nos cristãos é o perdão que receberam; não tenho ninguém para me perdoar".
Bancário que fui, por 44 anos no mesmo Banco, não falo, exclusivamente, para eles, mas tenho lhes enviado meus textos para que me ajudem a divulgar compartilhando-os.
Não falo apenas para contabilistas, Contador Geral que fui por 6 anos de um banco de investimento e por 5 anos do banco comercial do mesmo grupo [REAL], mas compartilho meus artigos para outros contabilistas para que os divulguem.
Da mesma forma, não falo, exclusivamente, para advogados pelo simples fato de ter militado com e entre eles (Minas), mas lhes envio meus artigos para que repassem para nossos pares.
Também não falo, apenas, para securitários, embora habilitado como tal, mas os diretores e corretores de Seguradoras, que conheço, recebem meus textos para o compartilhamento entre suas listas.
Exclusivamente não falo para teólogos, embora conviva com muitos deles, que são amigos pessoais e familiares [um é meu filho, outro sobrinho], mas são destinatários dos meus textos para que compartilhem.
Finalmente não falo para apenas alguns segmentos da sociedade; quando escrevo, para obter a leitura e compartilhamento de todos notifico-os para que me ajudem a propagar.
Em assim sendo escrevo sem compromisso de o fazer com a linguagem técnica desses grupos específicos e outros dos quais já participei; tenho que me expressar inteligivelmente para todos e, para tanto, tenho que me desvincular de vocábulos, doutrinas deste, desse ou daquele segmento social, profissional, familiar etc.
Retornando ao início, delação tema que não é novo tem sido usado neste nosso tempo face ao surgimento de processos inimagináveis, embora todos entendam que em nosso país a corrupção e a impunidade grassem por todos os cantos, há décadas, quiçá séculos.
Não esquecendo a minha trilha costumeira, bíblica, vou mencionar alguns casos de delações entre os homens de Deus, Deus que nada encobre.
Disse Adão: "foi a mulher que me deste" (Gn 3.12), Eva repassou: "foi a serpente" (Gn 3.13); eu creio que essa serpente [Satanás] é sempre a causadora de atos e fatos anômalos, como o foi no Éden.
Caim, após ter matado seu irmão Abel, fugiu e Deus, que é onisciente, o indagou por seu irmão; ele, embora indiretamente, delatou a si próprio ao dizer: "Não sei; acaso sou eu tutor do meu irmão?" (Gn 4.9).
Noé se embebedou, ficou nu e Cam, um dos seus filhos, delatou a sua nudez para os irmãos (Gn 9.22).
Sara, esposa de Abraão, delatou o filho da escrava Hagar, Ismael, que caçoava de seu filho Isaque (Gn 21. 9-10).
Moisés foi delatado por dois hebreus por ter matado um egípcio e teve que fugir para não ser punido (Ex 2.11-14).
A mulher de Potifar delatou José, embora inocente, de querer se deitar com ela e Potifar o lançou no cárcere (Gn 39. 17-20).
Judas por 30 moedas de prata, delatou e entregou o Senhor Jesus aos seus algozes (Mt 26. 14-50).
Mas Deus, nosso Pai eterno, único e verdadeiro, que criou céus, terra, águas e tudo o que neles há não precisa de delatores, como citei acima, quando falei de Caim, pois Ele é onisciente, tudo sabe, tudo vê.
Por sua Graça, pelo seu grande amor por sua criação, nosso Deus e Pai enviou o Senhor Jesus para se dar por nós, em uma cruz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3. 16).
Jesus "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo 1. 11-13).
"Todos pecamos e carentes estamos da glória de Deus" (Rm 3. 23); embora Satanás, como fez com Jó, esteja sempre atento para delatar nossos pecados, Deus não necessita de delatores.
Sim, o nosso Deus e Pai não precisa de delação, apenas de confissão! Ele não precisa de delatores para agir a nosso favor; a sua Palavra nos afirma:
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça" (1 Jo 1.9);
"O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Pv 28.13).
Nosso Deus não precisa de delatores, Ele deu o que lhe era mais caro, seu próprio Filho, para morrer por nós, pagar pelos nossos pecados.
Cabe-nos reconhecer os nossos pecados, arrepender, confessá-los a Ele, abandonar o caminho mau, e Ele nos perdoa e nos purifica tornando-nos seus filhos.
Marghanita Laski, famosa romancista e crítica inglesa do século 20, que jamais escondeu o seu ateísmo, disse: "O que eu mais invejo nos cristãos é o perdão que receberam; não tenho ninguém para me perdoar".
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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