Palavra do leitor
20 de janeiro de 2026- Visualizações: 22
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Tempo de fidelidade
É bem maior o número de seguidores de Jesus que permaneceram fiéis do que os que por algum motivo o deixaram, o traíram é o que nos conta a história.
A história mais antiga foi a de Jó que o Senhor permitiu que o diabo o provasse porque o referido "acusador", dos que são fiéis a Deus, entendia que Jó era fiel porque Deus não deixava que nada lhe faltasse.
Jó, então, perdeu tudo, todos os bens lhe foram destruídos, filhos e filhas foram mortos, a saúde lhe foi roubada, ocasionando-lhe um sofrimento muito grande.
Foi muito mais triste quando a esposa, quiçá o próprio diabo travestido de esposa, virou para o marido e sugeriu: "blasfema contra o seu Deus e morre"; ele, todavia, permaneceu na sua fidelidade; então, Deus lhe restituiu em dobro tudo o que havia perdido, quando orava por seus amigos.
No final da história, Jó confessou a Deus: "antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos te veem".
O diabo veio para "roubar, matar e destruir" disse o Senhor Jesus, e foi exatamente isso o que ocorreu com o homem de Deus, chamado Jó:
- Seus bens foram destruídos;
- Seus filhos foram mortos;
- Sua saúde foi roubada.
Queria o diabo, ainda, para completar o "trio da maldade" que ele se matasse.
Retornando ao início, é farta a história de discípulos, apóstolos, seguidores de Jesus que preferiram morrer a terem que negar seu Salvador e Senhor.
Como exemplo: Pedro que embora, em um momento, tenha cometido a fraqueza de negar Jesus, tornou-se depois um destemido e forte pregador do evangelho, tendo sido morto no final, como tantos outros.
Quanto mais eles morriam cantando, louvando a Deus, maior se tornava o número de seguidores do Senhor Jesus, pois o povo, que a isso observava, ficava maravilhado, querendo experimentar tamanha fé, tão grande regozijo.
Policarpo, bispo de Esmirna [hoje Izmir, terceira maior cidade da Turquia], cidade que fica aproximadamente a cinquenta quilômetros de Éfeso, proferiu a seguinte frase, quando em 156 d.C., diante do anfiteatro lotado, foi intimado pelo Proconsul a confessar o caráter divino de César e a insultar a Cristo:
"Por oitenta e seis anos eu o tenho servido, e ele nunca foi injusto comigo, como posso blasfemar contra meu Rei, aquele que me salvou?"
Apesar de ameaçado de ser jogado às feras selvagens ou no fogo ele não mudou de ideia, permanecendo fiel; quando o fogo foi aceso, Policarpo agradeceu a Deus por ele considerá-lo digno de compartilhar do cálice de Cristo e ser contado entre seus mártires.
Confirmou-se o que Jesus havia dito, mais de cinquenta anos antes, à igreja de Esmirna, quanto às ameaças de prisão e morte, dizendo: "Sê fiel até à morte e eu lhe darei a coroa da vida" (Ap 2. 10b).
Por certo, Policarpo recebeu a coroa da vida, pois permaneceu fiel, não negou a sua fé, não declarou submissão a um homem, o imperador Tibério.
Dar a coroa da vida, é a promessa de Jesus para todos nós se permanecermos fiéis a Ele, fiéis à sua Palavra, fiéis à grande comissão que nos deixou:
- "fazer discípulos/ensinar" (Mateus 28. 19);
- "pregar o evangelho a toda criatura" (Marcos 16. 15);
- "testemunhar até os confins da terra" (Atos 1. 8).
Quem ainda não é um seguidor de Jesus, deve confiar/crer n’Ele, aceitá-lo no coração passando, assim, a ser contado na família de Deus; o seu prêmio será a coroa da vida, será ter um lugar no Céu com Jesus, que disse que iria nos preparar lugar (morada ou aposento em outras traduções).
"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (João 14. 2-3).
O tempo de fidelidade é hoje, eu tenho que ser fiel hoje e sempre.
"Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. Antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante e tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado; Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até o fim" (Hebreus 3. 12-14).
Reitero, o tempo de fidelidade é hoje, eu tenho que ser fiel hoje e sempre nos termos da Palavra do Senhor Jesus: "Sê fiel até a morte e te darei a coroa da vida".
(Informações históricas baseadas em textos devocionais de John Stott – Editora Ultimato).
A história mais antiga foi a de Jó que o Senhor permitiu que o diabo o provasse porque o referido "acusador", dos que são fiéis a Deus, entendia que Jó era fiel porque Deus não deixava que nada lhe faltasse.
Jó, então, perdeu tudo, todos os bens lhe foram destruídos, filhos e filhas foram mortos, a saúde lhe foi roubada, ocasionando-lhe um sofrimento muito grande.
Foi muito mais triste quando a esposa, quiçá o próprio diabo travestido de esposa, virou para o marido e sugeriu: "blasfema contra o seu Deus e morre"; ele, todavia, permaneceu na sua fidelidade; então, Deus lhe restituiu em dobro tudo o que havia perdido, quando orava por seus amigos.
No final da história, Jó confessou a Deus: "antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos te veem".
O diabo veio para "roubar, matar e destruir" disse o Senhor Jesus, e foi exatamente isso o que ocorreu com o homem de Deus, chamado Jó:
- Seus bens foram destruídos;
- Seus filhos foram mortos;
- Sua saúde foi roubada.
Queria o diabo, ainda, para completar o "trio da maldade" que ele se matasse.
Retornando ao início, é farta a história de discípulos, apóstolos, seguidores de Jesus que preferiram morrer a terem que negar seu Salvador e Senhor.
Como exemplo: Pedro que embora, em um momento, tenha cometido a fraqueza de negar Jesus, tornou-se depois um destemido e forte pregador do evangelho, tendo sido morto no final, como tantos outros.
Quanto mais eles morriam cantando, louvando a Deus, maior se tornava o número de seguidores do Senhor Jesus, pois o povo, que a isso observava, ficava maravilhado, querendo experimentar tamanha fé, tão grande regozijo.
Policarpo, bispo de Esmirna [hoje Izmir, terceira maior cidade da Turquia], cidade que fica aproximadamente a cinquenta quilômetros de Éfeso, proferiu a seguinte frase, quando em 156 d.C., diante do anfiteatro lotado, foi intimado pelo Proconsul a confessar o caráter divino de César e a insultar a Cristo:
"Por oitenta e seis anos eu o tenho servido, e ele nunca foi injusto comigo, como posso blasfemar contra meu Rei, aquele que me salvou?"
Apesar de ameaçado de ser jogado às feras selvagens ou no fogo ele não mudou de ideia, permanecendo fiel; quando o fogo foi aceso, Policarpo agradeceu a Deus por ele considerá-lo digno de compartilhar do cálice de Cristo e ser contado entre seus mártires.
Confirmou-se o que Jesus havia dito, mais de cinquenta anos antes, à igreja de Esmirna, quanto às ameaças de prisão e morte, dizendo: "Sê fiel até à morte e eu lhe darei a coroa da vida" (Ap 2. 10b).
Por certo, Policarpo recebeu a coroa da vida, pois permaneceu fiel, não negou a sua fé, não declarou submissão a um homem, o imperador Tibério.
Dar a coroa da vida, é a promessa de Jesus para todos nós se permanecermos fiéis a Ele, fiéis à sua Palavra, fiéis à grande comissão que nos deixou:
- "fazer discípulos/ensinar" (Mateus 28. 19);
- "pregar o evangelho a toda criatura" (Marcos 16. 15);
- "testemunhar até os confins da terra" (Atos 1. 8).
Quem ainda não é um seguidor de Jesus, deve confiar/crer n’Ele, aceitá-lo no coração passando, assim, a ser contado na família de Deus; o seu prêmio será a coroa da vida, será ter um lugar no Céu com Jesus, que disse que iria nos preparar lugar (morada ou aposento em outras traduções).
"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (João 14. 2-3).
O tempo de fidelidade é hoje, eu tenho que ser fiel hoje e sempre.
"Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. Antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante e tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado; Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até o fim" (Hebreus 3. 12-14).
Reitero, o tempo de fidelidade é hoje, eu tenho que ser fiel hoje e sempre nos termos da Palavra do Senhor Jesus: "Sê fiel até a morte e te darei a coroa da vida".
(Informações históricas baseadas em textos devocionais de John Stott – Editora Ultimato).
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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