Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Palavra do leitor

O Pecado Original e a Salvação

Quando Jesus derramou o seu sangue e morreu, ele perdoou o ser humano e anulou os efeitos do pecado original (natureza pecaminosa) na vida de todas as pessoas no passado, no presente e no futuro. Como resultado, pelo pecado original ninguém será condenado por Deus.

A humanidade inteira, pessoas de todo o mundo e de todas as épocas tiveram a propiciação do pecado original (natureza pecaminosa) no sangue que Jesus derramou e na sua morte - 1 Jo 2.2.

As pessoas poderão sofrer a condenação eterna não por causa do pecado original (natureza pecaminosa) mas, pelos pecados que cometerem e dos quais não se arrependerem de verdade. Ninguém irá para o inferno por causa do pecado original.

Se alguém não se arrepender de seus pecados cometidos, ele torna nulo o sacrifício que Jesus fez por ele e por todos, quaisquer que sejam os motivos.

Se, pelo fato de não crer, não querer, por rebeldia ou por amar o pecado, etc., o ser humano não se apropriar da expiação e propiciação que o sangue de Jesus previamente lhe proporcionou, ele perde a oportunidade de ser salvo, por rejeitar o que lhe foi oferecido.

Por essa razão é que todas as crianças, enquanto estiverem na idade da inocência, são inocentes (ou justificadas, como podem preferir alguns) e não suscetíveis de condenação pelo pecado original. Elas não pecam conscientemente.

Isso ocorre exatamente por aquilo que o sangue de Jesus proporcionou. São inocentes porque não cometem pecado de maneira consciente. Não possuem consciência do pecado.

O fim da idade da inocência e o início da idade da consciência varia de criança para criança. Normalmente, não se dá de forma súbita, de uma hora para outra ou de um dia para o outro. Há um período de transição. Não acontece bruscamente.

A criança é salva automaticamente, enquanto permanecer na idade da inocência . Alcançando, porém, a idade da consciência, ela vai precisar se arrepender dos pecados que cometer porque, agora, já não é mais inocente. Tem consciência. Sabe discernir entre o certo e o errado; entre o bem e o mal, e é capaz de fazer escolhas.

A criança, filha de quem quer que seja, mesmo tendo sido oferecida aos demônios em rituais de magia e outros sacrifícios semelhantes, se morrer na idade da inocência, ela é salva.

Uma criança pode ter cometido vários atos que seriam pecaminosos, se praticados por adultos. Se quando ela cometeu estava na idade da inocência, é salva pela mesma razão: o sangue de Jesus Cristo derramado.

Volto a afirmar: O pecado original (natureza pecaminosa) não leva ninguém à perdição eterna. As pessoas vão para lá por não se arrependerem de pecados cometidos por elas mesmas.

Isso acontece porque o sangue de Jesus Cristo cancelou os efeitos do pecado original (natureza pecaminosa) nas vidas das pessoas inocentes.
Taguatinga - DF
Textos publicados: 46 [ver]
Site: http://Blogdoezio.blogspot.com
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.