Palavra do leitor
13 de janeiro de 2026- Visualizações: 22
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Hora de falar
Devemos falar de Jesus por amor ao próximo ou por temer as consequências de não o fazermos?
Não faz diferença pois o próximo será alcançado de um jeito ou de outro pela Palavra de Deus, mas muito melhor é que o façamos por amor ao próximo.
Disse o Senhor Jesus: "se eles [os discípulos] se calarem, as próprias pedras clamarão" (Lc 19. 40).
Karl Cameron Shafer, devocionário No Cenáculo, comentou: "Para um seguidor de Cristo, um dos maiores pesares na vida é perceber que nunca falamos a um amigo sobre Jesus".
"Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo [quer seja oportuno, quer não], admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino" (II Tm 4. 2).
"Não cesses de falar deste livro da lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido" (Js 1. 8).
Jesus nos comissionou para levarmos a sua Palavra, o evangelho, a toda criatura com o tão conhecido "ide" que não é "ide", mas "indo" no original, segundo os teólogos.
Na verdade, não importa a conjugação do verbo, o importante é que Ele nos deixou uma grande comissão, que é o de "ensinar/fazer discípulos" (Mt 28.19), "pregar o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15) e "testemunhar, de Jesus, até aos confins da terra" (At 1.8).
É nossa missão compartilhar a Palavra de Deus àqueles que não a conhecem; o objetivo único é de salvá-los da perdição eterna.
Não é nossa missão converter alguém ao Senhor Jesus, mas pregar a Palavra de Deus a todos; é tarefa do Espírito Santo de Deus convencer o mundo "do pecado, da justiça e do juízo" (Jo 16.8).
Há, entendo, dois enfoques para o "salvar":
• salvar do pecado para que a pessoa que era "criatura de Deus" se torne "filha de Deus" (Jo 1.12);
• salvar da grande tribulação que virá sobre todo o mundo, conforme o Senhor Jesus alertou (Mt 24.21), tribulação que ocorrerá depois que os convertidos a Ele tiverem sido arrebatados para o encontra-lo nos ares, entre nuvens (1Ts 4 16-17).
A afirmação acima é procedente pois é um dos maiores pesares na vida perceber que nunca falamos a um amigo sobre Jesus, assim como é importantíssimo o texto que orienta que devemos pregar seja oportuno ou não, a tempo e fora de tempo.
A preocupação do autor da referida frase deve ser a de todos nós, de que o amigo, com o qual não falamos de Cristo, não alcance a vida eterna na presença de Deus tendo em vista que não teve a oportunidade de receber Jesus como seu suficiente e único Senhor e Salvador, condição essa "sine-qua-non" para ingressar na família de Deus, ser salvo da morte eterna.
Temos uma advertência muito clara na Escritura Sagrada: "Quando eu disser ao perverso: Certamente morrerás; e tu não o avisares, e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei" (Ez 3.18).
Seremos os responsáveis, diante de Deus, pela morte, pelo sangue, pela perdição daquela alma se não a evangelizarmos; todavia, se pregarmos, se ensinarmos, se testemunharmos, parece-me clara a nossa situação, caso alguém, ainda assim, for achado sem ter recebido Jesus:
"Mas, se avisares o perverso, e ele não se converter da sua maldade e do seu caminho perverso, ele morrerá na sua iniquidade, mas tu salvaste a tua alma" (Ez 3.19).
Embora essa palavra tenha sido dirigida a Israel, é aplicável também à Igreja, tendo em vista que fomos comissionados pelo Senhor Jesus para este grande Ministério de evangelizar a toda a criatura.
Retornando à questão: Devemos evangelizar por medo das consequências contra nós, ou devemos evangelizar por amor ao próximo?
Não importa a diferença, pois, de um jeito ou de outro, o próximo será alcançado pela Palavra de Deus, mas muito melhor é que o façamos por amor ao próximo.
Não canso de relembrar que o amor é uma das características do "fruto" do Espírito Santo em nossas vidas (Gl 5.22-23).
Em que pese que haja uma corrente tentando convencer de que não se deve evangelizar [não fazer "proselitismo"], de que se deve "deixar cada um na sua", a postura do cristão deve ser a de obedecer aos ensinamentos bíblicos.
Não devemos nos esquecer do questionamento da Palavra de Deus: "Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão [seu próximo], é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê" (1Jo 4.20).
Não nos esqueçamos de que a internet é um excelente veículo para isso, pois alcança todos os continentes através de um só clique; as redes sociais nos viabilizam o "ide por todo o mundo", o que antes era inviável; temos que ir por amor ao próximo e por obediência à Palavra de Deus.
É hora de falar, de ensinar, de pregar, de testemunhar sim, hoje e sempre, inclusive pelas redes sociais.
Não faz diferença pois o próximo será alcançado de um jeito ou de outro pela Palavra de Deus, mas muito melhor é que o façamos por amor ao próximo.
Disse o Senhor Jesus: "se eles [os discípulos] se calarem, as próprias pedras clamarão" (Lc 19. 40).
Karl Cameron Shafer, devocionário No Cenáculo, comentou: "Para um seguidor de Cristo, um dos maiores pesares na vida é perceber que nunca falamos a um amigo sobre Jesus".
"Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo [quer seja oportuno, quer não], admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino" (II Tm 4. 2).
"Não cesses de falar deste livro da lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido" (Js 1. 8).
Jesus nos comissionou para levarmos a sua Palavra, o evangelho, a toda criatura com o tão conhecido "ide" que não é "ide", mas "indo" no original, segundo os teólogos.
Na verdade, não importa a conjugação do verbo, o importante é que Ele nos deixou uma grande comissão, que é o de "ensinar/fazer discípulos" (Mt 28.19), "pregar o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15) e "testemunhar, de Jesus, até aos confins da terra" (At 1.8).
É nossa missão compartilhar a Palavra de Deus àqueles que não a conhecem; o objetivo único é de salvá-los da perdição eterna.
Não é nossa missão converter alguém ao Senhor Jesus, mas pregar a Palavra de Deus a todos; é tarefa do Espírito Santo de Deus convencer o mundo "do pecado, da justiça e do juízo" (Jo 16.8).
Há, entendo, dois enfoques para o "salvar":
• salvar do pecado para que a pessoa que era "criatura de Deus" se torne "filha de Deus" (Jo 1.12);
• salvar da grande tribulação que virá sobre todo o mundo, conforme o Senhor Jesus alertou (Mt 24.21), tribulação que ocorrerá depois que os convertidos a Ele tiverem sido arrebatados para o encontra-lo nos ares, entre nuvens (1Ts 4 16-17).
A afirmação acima é procedente pois é um dos maiores pesares na vida perceber que nunca falamos a um amigo sobre Jesus, assim como é importantíssimo o texto que orienta que devemos pregar seja oportuno ou não, a tempo e fora de tempo.
A preocupação do autor da referida frase deve ser a de todos nós, de que o amigo, com o qual não falamos de Cristo, não alcance a vida eterna na presença de Deus tendo em vista que não teve a oportunidade de receber Jesus como seu suficiente e único Senhor e Salvador, condição essa "sine-qua-non" para ingressar na família de Deus, ser salvo da morte eterna.
Temos uma advertência muito clara na Escritura Sagrada: "Quando eu disser ao perverso: Certamente morrerás; e tu não o avisares, e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei" (Ez 3.18).
Seremos os responsáveis, diante de Deus, pela morte, pelo sangue, pela perdição daquela alma se não a evangelizarmos; todavia, se pregarmos, se ensinarmos, se testemunharmos, parece-me clara a nossa situação, caso alguém, ainda assim, for achado sem ter recebido Jesus:
"Mas, se avisares o perverso, e ele não se converter da sua maldade e do seu caminho perverso, ele morrerá na sua iniquidade, mas tu salvaste a tua alma" (Ez 3.19).
Embora essa palavra tenha sido dirigida a Israel, é aplicável também à Igreja, tendo em vista que fomos comissionados pelo Senhor Jesus para este grande Ministério de evangelizar a toda a criatura.
Retornando à questão: Devemos evangelizar por medo das consequências contra nós, ou devemos evangelizar por amor ao próximo?
Não importa a diferença, pois, de um jeito ou de outro, o próximo será alcançado pela Palavra de Deus, mas muito melhor é que o façamos por amor ao próximo.
Não canso de relembrar que o amor é uma das características do "fruto" do Espírito Santo em nossas vidas (Gl 5.22-23).
Em que pese que haja uma corrente tentando convencer de que não se deve evangelizar [não fazer "proselitismo"], de que se deve "deixar cada um na sua", a postura do cristão deve ser a de obedecer aos ensinamentos bíblicos.
Não devemos nos esquecer do questionamento da Palavra de Deus: "Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão [seu próximo], é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê" (1Jo 4.20).
Não nos esqueçamos de que a internet é um excelente veículo para isso, pois alcança todos os continentes através de um só clique; as redes sociais nos viabilizam o "ide por todo o mundo", o que antes era inviável; temos que ir por amor ao próximo e por obediência à Palavra de Deus.
É hora de falar, de ensinar, de pregar, de testemunhar sim, hoje e sempre, inclusive pelas redes sociais.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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