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28 de agosto de 2007- Visualizações: 2621
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Talibãs prometem libertar os 19 sul-coreanos em breve
(Portas Abertas) Os talibãs anunciaram nesta terça-feira a libertação, nos próximos dias, dos 19 evangélicos sul-coreanos mantidos reféns há seis semanas no Afeganistão em troca da retirada dos 200 soldados de Seul antes do fim do ano, como estava previsto antes mesmo do seqüestro. No entanto, a Coréia do Sul prometeu que a partir de agora vai impedir o envio inúmeros missionários cristãos sul-coreanos ao país.
"Os reféns serão libertos em três ou quatro dias", confirmou à AFP Mohammad Zahir, um chefe tribal e mediador-chave das negociações entre enviados talibãs e diplomatas sul-coreanos.
As negociações diretas entre a delegação de Seul e os representantes talibãs foram retomadas hoje, depois de duas semanas de interrupção.
"O acordo prevê que a Coréia do Sul vai retirar suas tropas daqui até o fim do ano e impedirá a atividade dos missionários cristãos", confirmou em Seul o porta-voz da presidência, Cheon Ho-Seon.
A retirada do pequeno contingente sul-coreano da coalizão dirigida pelo exército americano foi anunciada bem antes do seqüestro dos missionários.
Os islamitas ainda devem decidir se eles libertarão os reféns todos juntos ou em pequenos grupos, detalhou o negociador talibã. Leia mais em Agência Portas Abertas
"Os reféns serão libertos em três ou quatro dias", confirmou à AFP Mohammad Zahir, um chefe tribal e mediador-chave das negociações entre enviados talibãs e diplomatas sul-coreanos.
As negociações diretas entre a delegação de Seul e os representantes talibãs foram retomadas hoje, depois de duas semanas de interrupção.
"O acordo prevê que a Coréia do Sul vai retirar suas tropas daqui até o fim do ano e impedirá a atividade dos missionários cristãos", confirmou em Seul o porta-voz da presidência, Cheon Ho-Seon.
A retirada do pequeno contingente sul-coreano da coalizão dirigida pelo exército americano foi anunciada bem antes do seqüestro dos missionários.
Os islamitas ainda devem decidir se eles libertarão os reféns todos juntos ou em pequenos grupos, detalhou o negociador talibã. Leia mais em Agência Portas Abertas
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