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Presos evangélicos agem como “portas corta-incêndio” durante motins em prisões argentinas

Nos recentes distúrbios nas prisões de Coronda e Las Flores, cinco presos morreram, pavilhões foram tomados e as farmácias saqueadas. Os reclusos cristãos trabalharam para ser pacificadores.

Em 23 de março, houve motins nas prisões argentinas de Coronda e Las Flores (província de Santa Fé). Pelo menos cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas. Os “pavilhões evangélicos”, como são conhecidos aqueles que possuem a maioria dos prisioneiros comprometidos com a fé em Jesus Cristo, foram os que impediram a propagação de uma espiral de violência por toda a unidade.

Superlotação e suspensão de visitas
A crescente tensão nas prisões de Santa Fé, e em outras prisões em todo o país, surgiu devido a uma combinação de fatores e à situação excepcional criada pela pandemia do coronavírus. Além da superlotação, a suspensão de visitas e os rumores de possíveis libertações construíram um terreno fértil para os protestos. Os detentos afirmaram que a suspensão das visitas causaria falta de comida. No tumulto do dia 23, os pavilhões foram tomados, os colchões queimados e as farmácias das unidades saqueadas. Fontes na prisão disseram que os prisioneiros evangélicos nesses pavilhões não participaram dos distúrbios, impedindo um dano maior.

Conversões na prisão
Na prisão de Coronda existem nove pavilhões “cristãos”, representando aproximadamente 30% dos detentos. Eles são assistidos por 2 pastores. Há cada vez mais conversões de presos, que escolhem o caminho da fé como um modo de vida para suportar o confinamento e modificar seus comportamentos prejudiciais. Mas o objetivo não é transformar prisões em igrejas, e sim poder trabalhar com prisioneiros que, mesmo não sendo evangélicos, adotam a boa conduta moral que existe nesses pavilhões. Isso ajuda a melhorar a convivência. Os evangélicos que trabalham nas prisões esperam que os presos cumpram os padrões de conduta baseados na prática, disciplina e ordem cristã, sempre respeitando as regras impostas pelo sistema prisional. Por causa do trabalho conjunto com as autoridades e os agentes penitenciários, os conflitos dos presos entre si e com os funcionários desapareceram em grande medida. Na prisão de Coronda, cujo prédio geralmente está em situação muito ruim, os “setores cristãos” conseguem manter uma condição de vida mais digna, devido ao cuidado e ao trabalho dos próprios presos.

“Igrejas fornecem ajuda e apoio”
O pastor evangélico e deputado provincial do partido “Somos Vida y Familia”, Walter Ghione, explica que “nas igrejas evangélicas são criadas redes de contenção. Esse processo de mudança continua do lado de fora e, quando saem da prisão, podem ter uma vida próspera, relacionamentos mais saudáveis, um sentimento de pertencimento e até entrada no mercado de trabalho”. “Cerca de 90% da população carcerária é pobre, proveniente dos setores mais vulneráveis e marginalizados da província. Trabalhamos lá, apoiando e ajudando a superar e lidar com doenças, e também com a recuperação de vícios”, acrescenta.

Mais "setores evangélicos" na prisão
Ghione pede mais "setores evangélicos" no sistema penitenciário da província de Santa Fé, devido à conduta exemplar e ao modelo cordial de convivência que eles desenvolvem. Ele também pede uma melhor comunicação com as autoridades penitenciárias. O cristianismo evangélico está crescendo nesta província argentina, especialmente nas cidades de Santa Fé e Rosário.

Traduzido por Reinaldo Percinoto Jr.

» Publicado originalmente no site Evangelical Focus. Reproduzido com permissão.
Reinaldo Percinoto Junior mora em Viçosa, MG, com sua esposa Maira e seus dois filhos, João Marcos e Daniel.
  • Textos publicados: 17 [ver]

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