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24 de setembro de 2007- Visualizações: 2688
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ONU promove reunião em busca de novo pacto contra mudanças climáticas
(Adital) A Organização das Nações Unidas (ONU) sedia no dia 24 de setembro um ambicioso debate que pretende indicar o caminho para um novo pacto mundial de prevenção e combate às mudanças climáticas. A reunião de líderes mundiais foi convocada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e antecede a abertura da nova Assembléia Geral, na qual a mesma temática receberá atenção especial.
Delegações de 150 países devem participar do encontro. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, representará o Brasil no evento. De acordo com o Itamaraty, em seu discurso, ela citará as iniciativas adotadas no país para conter o desmatamento, investir em fontes renováveis de energia e limitar as emissões de gases apontados como causadores do efeito estufa.
A ONU espera que outros países façam o mesmo e apresentem propostas para conter um processo de degradação que altera a temperatura do planeta, ameaça a sobrevivência de populações costeiras e pode até mesmo transformar florestas em desertos.
O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, em inglês), divulgado em fevereiro, mostra que, se a emissão de gases poluentes seguir no mesmo ritmo, até o ano de 2100, a temperatura na Terra aumentará entre 1,8 e 4 graus, o que deve causar derretimento de geleiras, aumento do nível do mar e intensos furacões.
"As nações estão dando sinais de que desejam buscar soluções. Esse encontro expressa um entendimento da mensagem dos cientistas. E mostra um senso de urgência para as negociações que precisam, necessariamente, de estratégias que não podem depender de limites territoriais", destacou, em entrevista à Agência Brasil, o secretário-executivo da Convenção de Mudanças Climáticas da ONU (UNFCCC, sigla em inglês), Yvo de Boer.
"É importante que a gente pense em uma política de longo prazo e não fique restrito a antes de depois de Kyoto. Temos que reconhecer que Estados Unidos e Austrália, que não são parte do protocolo, fazem parte da convenção da ONU. De que forma esse novo pacto será feito, se em cima do protocolo ou de outra plataforma, é o que precisamos trabalhar para encontrar uma resposta até, no máximo, 2009."
Segundo Boer, as sugestões apresentadas esta semana serão levadas em dezembro para a Convenção de Mudanças Climáticas da ONU, em Bali, na Indonésia. Nessa convenção, devem ser definidas medidas sucessoras do Protocolo de Kyoto, que começa a vencer em 2012.
Atualmente, o protocolo obriga 35 países industrializados a reduzirem em 5% suas emissões de gases em relação aos níveis de 1990. A meta deve ser alcançada até 2012. Grandes poluidores, como China e Estados Unidos, não seguem as recomendações do tratado.
Fonte: www.agenciabrasil.gov.br
Delegações de 150 países devem participar do encontro. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, representará o Brasil no evento. De acordo com o Itamaraty, em seu discurso, ela citará as iniciativas adotadas no país para conter o desmatamento, investir em fontes renováveis de energia e limitar as emissões de gases apontados como causadores do efeito estufa.
A ONU espera que outros países façam o mesmo e apresentem propostas para conter um processo de degradação que altera a temperatura do planeta, ameaça a sobrevivência de populações costeiras e pode até mesmo transformar florestas em desertos.
O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, em inglês), divulgado em fevereiro, mostra que, se a emissão de gases poluentes seguir no mesmo ritmo, até o ano de 2100, a temperatura na Terra aumentará entre 1,8 e 4 graus, o que deve causar derretimento de geleiras, aumento do nível do mar e intensos furacões.
"As nações estão dando sinais de que desejam buscar soluções. Esse encontro expressa um entendimento da mensagem dos cientistas. E mostra um senso de urgência para as negociações que precisam, necessariamente, de estratégias que não podem depender de limites territoriais", destacou, em entrevista à Agência Brasil, o secretário-executivo da Convenção de Mudanças Climáticas da ONU (UNFCCC, sigla em inglês), Yvo de Boer.
"É importante que a gente pense em uma política de longo prazo e não fique restrito a antes de depois de Kyoto. Temos que reconhecer que Estados Unidos e Austrália, que não são parte do protocolo, fazem parte da convenção da ONU. De que forma esse novo pacto será feito, se em cima do protocolo ou de outra plataforma, é o que precisamos trabalhar para encontrar uma resposta até, no máximo, 2009."
Segundo Boer, as sugestões apresentadas esta semana serão levadas em dezembro para a Convenção de Mudanças Climáticas da ONU, em Bali, na Indonésia. Nessa convenção, devem ser definidas medidas sucessoras do Protocolo de Kyoto, que começa a vencer em 2012.
Atualmente, o protocolo obriga 35 países industrializados a reduzirem em 5% suas emissões de gases em relação aos níveis de 1990. A meta deve ser alcançada até 2012. Grandes poluidores, como China e Estados Unidos, não seguem as recomendações do tratado.
Fonte: www.agenciabrasil.gov.br
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