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31 de agosto de 2007- Visualizações: 3140
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Encontro discutiu fortalecimento da convivência familiar e comunitária
(Adital) Terminou dia 28, em Belo Horizonte (Minas Gerais), o I Encontro Estadual Pró-Convivência Familiar e Comunitária que teve o objetivo de disseminar a idéia de que o investimento na família é a melhor opção para proteger crianças e adolescentes em situação de risco e com direitos violados. A proposta central do evento foi promover a garantia da convivência entre crianças, adolescentes, família e comunidade, por meio de políticas públicas que fortaleçam o desenvolvimento de relações e estruturas familiares e comunitárias mais sólidas.
Claudia Cabral, diretora-executiva da Associação Brasileira Terra dos Homens (ABTH), lembra que, embora o Estatuto da Criança e do Adolescente preconize o investimento na integração familiar e considere o abrigamento como medida provisória, levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2003, nos abrigos que receberam verba federal, constatou que há aproximadamente 20 mil crianças e adolescentes que vivem em abrigos. A estimativa é que o universo pesquisado corresponda a apenas 25% dos abrigos existentes no país, o que levaria a uma estimativa de 80 mil crianças e adolescentes em medida de abrigo.
De acordo com a pesquisa do IPEA, a grande maioria dos abrigados tem família (86,7%), sendo que 58,2% mantêm vínculos familiares e apenas 5,8% estão impedidos judicialmente de contato com os familiares. Apenas uma minoria, 10,7%, estava judicialmente em condições de ser adotada. Dados do estudo apontam que pobreza é o principal fator para o abrigamento. "Fica claro que o custo econômico e social de investir na família, para que ela tenha condições de criar seus filhos, é inferior ao custo para manter abrigos e outras instituições de acolhimento ou para efetuar uma ação sistemática para retirar crianças e adolescentes das ruas", diz a diretora da ABTH. Segundo Claudia Cabral, reinserir crianças e adolescentes institucionalizados é a meta a ser perseguida pelo poder público e por todos os atores sociais envolvidos com os direitos de crianças e adolescentes. Leia mais em Adital
Claudia Cabral, diretora-executiva da Associação Brasileira Terra dos Homens (ABTH), lembra que, embora o Estatuto da Criança e do Adolescente preconize o investimento na integração familiar e considere o abrigamento como medida provisória, levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2003, nos abrigos que receberam verba federal, constatou que há aproximadamente 20 mil crianças e adolescentes que vivem em abrigos. A estimativa é que o universo pesquisado corresponda a apenas 25% dos abrigos existentes no país, o que levaria a uma estimativa de 80 mil crianças e adolescentes em medida de abrigo.
De acordo com a pesquisa do IPEA, a grande maioria dos abrigados tem família (86,7%), sendo que 58,2% mantêm vínculos familiares e apenas 5,8% estão impedidos judicialmente de contato com os familiares. Apenas uma minoria, 10,7%, estava judicialmente em condições de ser adotada. Dados do estudo apontam que pobreza é o principal fator para o abrigamento. "Fica claro que o custo econômico e social de investir na família, para que ela tenha condições de criar seus filhos, é inferior ao custo para manter abrigos e outras instituições de acolhimento ou para efetuar uma ação sistemática para retirar crianças e adolescentes das ruas", diz a diretora da ABTH. Segundo Claudia Cabral, reinserir crianças e adolescentes institucionalizados é a meta a ser perseguida pelo poder público e por todos os atores sociais envolvidos com os direitos de crianças e adolescentes. Leia mais em Adital
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