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24 de março de 2026- Visualizações: 1492
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A páscoa, o chocolate e a história da carochinha
Por Ultimatoonline
Outro dia, um conhecido filósofo brasileiro referiu-se ao tratamento dado à fé cristã, especialmente pelos ateus, como a “metafísica dos pobres”. Ou seja, os crentes seriam inseguros, estão em busca de proteção e agarram-se a uma história da carochinha.
A Páscoa, ou pelo menos o que envolve a semana santa, mostra aquilo que poderíamos chamar de a “metafísica dos ricos”. O chocolate se torna o consolo, a redenção e a identidade daqueles que podem pagar pela indulgência que chamam de “coelho da páscoa”.
Mais. A ressurreição é, quase sempre, o alvo principal do deboche e até das dúvidas sinceras dos que não creem. Bem, Isaías antecipou tal reação: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53.1-3)

Para John Stott, afirmar a ressurreição “força a nossa credulidade ao limite”. Para N. T. Wright, a morte, o sepultamento e a ressurreição de resumem as declarações mais antigas da fé cristã.
Ultimato quer ajudar o leitor com algumas poucas e boas razões para celebrar a Páscoa:
• Para relembrar que “cada um de nós se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Is 53.6).
• Para relembrar que Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm. 5.8).
• Para celebrar o fato de que podemos nos aproximar “confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb. 4:15, 16).
• Para relembrar que “Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl. 2:20, 21).
• Para celebrar que aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm. 8:32).
• Para relembrar e celebrar que “ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, e pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” (Jo. 20:19).
• Para celebrar e reafirmar: JESUS RESSUSCITOU!
Imagem: Unsplash.
REVISTA ULTIMATO – GENEROSIDADE - "HÁ MAIOR FELICIDADE EM DAR DO QUE EM RECEBER! (ATOS 20.35)
A generosidade é paradoxal! Que dá recebe em troca. E é multifacetada, podendo apresentar-se de muitas formas, e não apenas na doação de recursos materiais e dinheiro.
Deus conta com a generosidade na relações humanas e nas relações dentro da igreja. Ela é um elemento previsto por ele para o bem comum e para o avanço de sua obra.
É disso que trata a edição 418. Para assinar, clique aqui.
Saiba mais:
» Os Últimos dias de Jesus – O que de fato aconteceu?, N. T. Wright; Craig A. Evans
» O Caminho do Coração - Meditações Diárias, Ricardo Barbosa
» Jesus - a Luz do mundo, edição 415 de Ultimato
Outro dia, um conhecido filósofo brasileiro referiu-se ao tratamento dado à fé cristã, especialmente pelos ateus, como a “metafísica dos pobres”. Ou seja, os crentes seriam inseguros, estão em busca de proteção e agarram-se a uma história da carochinha.A Páscoa, ou pelo menos o que envolve a semana santa, mostra aquilo que poderíamos chamar de a “metafísica dos ricos”. O chocolate se torna o consolo, a redenção e a identidade daqueles que podem pagar pela indulgência que chamam de “coelho da páscoa”.
Mais. A ressurreição é, quase sempre, o alvo principal do deboche e até das dúvidas sinceras dos que não creem. Bem, Isaías antecipou tal reação: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53.1-3)

Para John Stott, afirmar a ressurreição “força a nossa credulidade ao limite”. Para N. T. Wright, a morte, o sepultamento e a ressurreição de resumem as declarações mais antigas da fé cristã.
Ultimato quer ajudar o leitor com algumas poucas e boas razões para celebrar a Páscoa:
• Para relembrar que “cada um de nós se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Is 53.6).
• Para relembrar que Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm. 5.8).
• Para celebrar o fato de que podemos nos aproximar “confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb. 4:15, 16).
• Para relembrar que “Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl. 2:20, 21).
• Para celebrar que aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm. 8:32).
• Para relembrar e celebrar que “ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, e pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” (Jo. 20:19).
• Para celebrar e reafirmar: JESUS RESSUSCITOU!
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REVISTA ULTIMATO – GENEROSIDADE - "HÁ MAIOR FELICIDADE EM DAR DO QUE EM RECEBER! (ATOS 20.35)A generosidade é paradoxal! Que dá recebe em troca. E é multifacetada, podendo apresentar-se de muitas formas, e não apenas na doação de recursos materiais e dinheiro.
Deus conta com a generosidade na relações humanas e nas relações dentro da igreja. Ela é um elemento previsto por ele para o bem comum e para o avanço de sua obra.
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» Os Últimos dias de Jesus – O que de fato aconteceu?, N. T. Wright; Craig A. Evans
» O Caminho do Coração - Meditações Diárias, Ricardo Barbosa
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