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21 de julho de 2026- Visualizações: 2786
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A impressão da FEFICC e a amizade
Por Filipe Flexa
Entre os dias 16 e 19 de julho, o Memorial da América Latina, em São Paulo, recebeu mais uma edição da FEFICC (Feira de Ficção Cristã e Cultura). Sob o tema "Todos os mundos em que Ele habita", o evento idealizado pela escritora Sara Gusella reuniu autores, editoras, ilustradores e leitores em torno de um mesmo propósito: mostrar como a ficção pode ser expressão legítima da fé. A expectativa era de até 40 mil visitantes ao longo dos quatro dias. Já é, hoje, um dos movimentos mais disruptivos realizados por cristãos criativos na atualidade. E você deveria se envolver com isso, porque, de algum jeito, você já faz parte do que foi construído ali, mesmo sem saber.
Dá para dizer muita coisa sobre a influência que ela exerce sobre quem participa. Mas a explicação é simples: a FEFICC é uma enorme ponte para construção de amizades. Amizades criativas, se posso cunhar um termo. O termo pode ser novo, mas a ideia não. Os Inklings, grupo informal de artistas que se reuniam em torno de suas criações, deu origem a obras que impactam o mundo até hoje. E não é demais pensar que algumas novas obras estejam sendo cunhadas agora, ali, pelos que ali estiveram.
Que ninguém se engane: ali você encontrou novos autores, autores consagrados, admiradores, trabalhadores, artistas, cantores, escritores, fotógrafos, teatro, música, canção e ficção escorrendo pelos corredores. Editoras como Mundo Cristão, Editora Vida, Trinitas, Claritas Editora, Graça Editorial, Lion Editora, Grupo Editorial Coerência, Samaria Editorial, Quatro Ventos e Editora Ultimato estiveram ali, ao lado da Gráfica Viena e de outras tantas casas editoriais e empresas ligadas à produção do livro. O cheiro de livro novo, a paixão pela escrita, a efervescência capaz de inspirar alguém a mergulhar numa obra ou a escrever a próxima que vai inspirar outra pessoa.

E não se tratou de ambição egoísta sendo alimentada. Como voluntário, já presenciei o Paulo Debs dar dicas de criação dignas de serem publicadas oficialmente para todos os autores. O Yohke, grande ilustrador com influência enorme nos quadrinhos atuais, esteve presente. Já me alegrei em ver a Gabriella Campos deixar de ser escritora independente para se tornar autora publicada pela Mundo Cristão. O Israel Subira apresentou seu novo trabalho. Vi o Rodolfo Amorim, autor importantíssimo para a formação de novos e veteranos criadores, apresentar suas obras pessoalmente, sem distância nenhuma entre ele e quem o admira, e esteve lá mais uma vez. Vi a Ayne Mayume, do Grupo Ebenezer, parar para dar dicas a escritores iniciantes como se eles já fossem colegas de ofício. Tudo isso e muito mais. Essas e outras cenas não foram exceção: pelo contrário, a ponte de novas oportunidades e amizade construída ali parece ser a regra desse solo fértil que é a FEFICC.
Por muito tempo, a criatividade dos cristãos ficou limitada a gêneros específicos. O silêncio dos que poderiam influenciar criou um vácuo que está sendo preenchido agora por quem se dispõe a levantar a bandeira da criação. Ainda que sua criação seja embrionária, não vai faltar incentivo da Sara Gusella, idealizadora da feira, ou de dona Andrezza, mãe de Sara e presença tão acolhedora quanto a da filha, para você dar o seu “sim”. Assim como os fundadores da FEFICC hoje veem seu gesto amplificado e aprofundado, hoje é a hora de mais gente disposta se levantar e ajudar a construir uma literatura limpa e que permanece.
Participar do que está sendo feito ali, seja com contribuição, seja com presença, seja criando e habitando um dos mundos que Ele habita, é uma convocação para todos. O chamado já foi feito. Dessa vez, cada um de nós é escolhido para um papel importante.
REVISTA ULTIMATO – PERDOA-NOS, COMO NÓS PERDOAMOS
A mais comprometedora petição ensinada por Jesus é essa: Deus pede de nós aquilo que pedimos a ele.
O tema do perdão se espalha por toda a Escritura e rege a relação do ser humano com Deus. É provavelmente o conceito que mais realiza conexões com temas da teologia. Sem a menção ao perdão não se discursa sobre o acesso a Deus, a obra da salvação, o objetivo da graça divina nem sobre Jesus encarnado, o amor de Deus, o resgate, a restauração, a missão da igreja etc.
Este é o assunto da matéria de capa da edição 420. Clique aqui e saiba mais. Para assinar, clique aqui.
Saiba mais:
» O Cristão e a Arte em um Mundo em Desencanto, Rodolfo Amorim
» Surpreendido Pela Alegria, C. S. Lewis
Entre os dias 16 e 19 de julho, o Memorial da América Latina, em São Paulo, recebeu mais uma edição da FEFICC (Feira de Ficção Cristã e Cultura). Sob o tema "Todos os mundos em que Ele habita", o evento idealizado pela escritora Sara Gusella reuniu autores, editoras, ilustradores e leitores em torno de um mesmo propósito: mostrar como a ficção pode ser expressão legítima da fé. A expectativa era de até 40 mil visitantes ao longo dos quatro dias. Já é, hoje, um dos movimentos mais disruptivos realizados por cristãos criativos na atualidade. E você deveria se envolver com isso, porque, de algum jeito, você já faz parte do que foi construído ali, mesmo sem saber.Dá para dizer muita coisa sobre a influência que ela exerce sobre quem participa. Mas a explicação é simples: a FEFICC é uma enorme ponte para construção de amizades. Amizades criativas, se posso cunhar um termo. O termo pode ser novo, mas a ideia não. Os Inklings, grupo informal de artistas que se reuniam em torno de suas criações, deu origem a obras que impactam o mundo até hoje. E não é demais pensar que algumas novas obras estejam sendo cunhadas agora, ali, pelos que ali estiveram.
Que ninguém se engane: ali você encontrou novos autores, autores consagrados, admiradores, trabalhadores, artistas, cantores, escritores, fotógrafos, teatro, música, canção e ficção escorrendo pelos corredores. Editoras como Mundo Cristão, Editora Vida, Trinitas, Claritas Editora, Graça Editorial, Lion Editora, Grupo Editorial Coerência, Samaria Editorial, Quatro Ventos e Editora Ultimato estiveram ali, ao lado da Gráfica Viena e de outras tantas casas editoriais e empresas ligadas à produção do livro. O cheiro de livro novo, a paixão pela escrita, a efervescência capaz de inspirar alguém a mergulhar numa obra ou a escrever a próxima que vai inspirar outra pessoa.

E não se tratou de ambição egoísta sendo alimentada. Como voluntário, já presenciei o Paulo Debs dar dicas de criação dignas de serem publicadas oficialmente para todos os autores. O Yohke, grande ilustrador com influência enorme nos quadrinhos atuais, esteve presente. Já me alegrei em ver a Gabriella Campos deixar de ser escritora independente para se tornar autora publicada pela Mundo Cristão. O Israel Subira apresentou seu novo trabalho. Vi o Rodolfo Amorim, autor importantíssimo para a formação de novos e veteranos criadores, apresentar suas obras pessoalmente, sem distância nenhuma entre ele e quem o admira, e esteve lá mais uma vez. Vi a Ayne Mayume, do Grupo Ebenezer, parar para dar dicas a escritores iniciantes como se eles já fossem colegas de ofício. Tudo isso e muito mais. Essas e outras cenas não foram exceção: pelo contrário, a ponte de novas oportunidades e amizade construída ali parece ser a regra desse solo fértil que é a FEFICC.
Por muito tempo, a criatividade dos cristãos ficou limitada a gêneros específicos. O silêncio dos que poderiam influenciar criou um vácuo que está sendo preenchido agora por quem se dispõe a levantar a bandeira da criação. Ainda que sua criação seja embrionária, não vai faltar incentivo da Sara Gusella, idealizadora da feira, ou de dona Andrezza, mãe de Sara e presença tão acolhedora quanto a da filha, para você dar o seu “sim”. Assim como os fundadores da FEFICC hoje veem seu gesto amplificado e aprofundado, hoje é a hora de mais gente disposta se levantar e ajudar a construir uma literatura limpa e que permanece.
Participar do que está sendo feito ali, seja com contribuição, seja com presença, seja criando e habitando um dos mundos que Ele habita, é uma convocação para todos. O chamado já foi feito. Dessa vez, cada um de nós é escolhido para um papel importante.
- Filipe Flexa é compositor, editor e comunicador, apaixonado por criar conteúdos que inspiram e edificam. @filipefleixeira.
REVISTA ULTIMATO – PERDOA-NOS, COMO NÓS PERDOAMOSA mais comprometedora petição ensinada por Jesus é essa: Deus pede de nós aquilo que pedimos a ele.
O tema do perdão se espalha por toda a Escritura e rege a relação do ser humano com Deus. É provavelmente o conceito que mais realiza conexões com temas da teologia. Sem a menção ao perdão não se discursa sobre o acesso a Deus, a obra da salvação, o objetivo da graça divina nem sobre Jesus encarnado, o amor de Deus, o resgate, a restauração, a missão da igreja etc.
Este é o assunto da matéria de capa da edição 420. Clique aqui e saiba mais. Para assinar, clique aqui.
Saiba mais:
» O Cristão e a Arte em um Mundo em Desencanto, Rodolfo Amorim
» Surpreendido Pela Alegria, C. S. Lewis
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