Opinião
27 de agosto de 2024- Visualizações: 3828
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A oração gera esperança
A oração move o nosso coração para entendermos e aceitarmos a vontade de Deus em nós
Por Ronaldo Lidório
Oramos em nome de Jesus, pois apenas somos ouvidos pelo Pai por meio do Filho, no qual fomos justificados. Oramos em nome de Jesus, pois não desejamos que seja feita a nossa vontade, mas a vontade de Cristo. Oramos em nome de Jesus, pois Ele é a nossa esperança. Não há outro nome ou outro caminho.
Já ao fim da carta à Filemom, Paulo diz: “E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído” (Fm 1:22). O desejo de Paulo era voltar a Colossos, reencontrar-se com a igreja que ali estava, pousando na casa do amigo Filemom. Assim, ele tem esperança que aconteça “… por vossas orações”.
Somos encorajados pelo Senhor a orar, colocando perante Deus, em Cristo Jesus, todas as nossas súplicas, petições e sonhos. Ele, o Pai, deseja nos ouvir e nos encoraja a falar. O próprio apóstolo, escrevendo aos Filipenses, diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4:6). Falar com o Pai, crendo em Cristo, nos livra da ansiedade.
Somos encorajados pelo Senhor a orar, para que a vontade dele seja feita em nossas vidas. Nessa medida, a oração não é um ato que impõe os nossos desejos a Deus, como infelizmente se pensa em nossos dias. Ao contrário, a oração, em Cristo, move o nosso próprio coração para entendermos e aceitarmos a vontade de Deus em nós. Por isto, o próprio Jesus nos ensinou a orar, incluindo a parte mais difícil da oração: seja feita a tua vontade (Mt 6:10).
Somos encorajados a orar, porque Deus responde as orações. Assim, Ele mesmo nos diz que devemos orar com fé e insistência. Ore por uma pessoa, família, igreja, povo ou nação, até que Deus responda!
Artigo publicado originalmente no Instagram do autor. Reproduzido com permissão.
Saiba mais:
» A Grande História - Um Convite para Professores Cristãos, Rick Hove, Heather Holleman
» Oração de Petição – Uma investigação filosófica, Scott A. Davison
» Encorajamento que Vem do Alto – A vida nova que só Deus pode dar, Robert Liang Koo
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Oramos em nome de Jesus, pois apenas somos ouvidos pelo Pai por meio do Filho, no qual fomos justificados. Oramos em nome de Jesus, pois não desejamos que seja feita a nossa vontade, mas a vontade de Cristo. Oramos em nome de Jesus, pois Ele é a nossa esperança. Não há outro nome ou outro caminho.Já ao fim da carta à Filemom, Paulo diz: “E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído” (Fm 1:22). O desejo de Paulo era voltar a Colossos, reencontrar-se com a igreja que ali estava, pousando na casa do amigo Filemom. Assim, ele tem esperança que aconteça “… por vossas orações”.
Somos encorajados pelo Senhor a orar, colocando perante Deus, em Cristo Jesus, todas as nossas súplicas, petições e sonhos. Ele, o Pai, deseja nos ouvir e nos encoraja a falar. O próprio apóstolo, escrevendo aos Filipenses, diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4:6). Falar com o Pai, crendo em Cristo, nos livra da ansiedade.
Somos encorajados pelo Senhor a orar, para que a vontade dele seja feita em nossas vidas. Nessa medida, a oração não é um ato que impõe os nossos desejos a Deus, como infelizmente se pensa em nossos dias. Ao contrário, a oração, em Cristo, move o nosso próprio coração para entendermos e aceitarmos a vontade de Deus em nós. Por isto, o próprio Jesus nos ensinou a orar, incluindo a parte mais difícil da oração: seja feita a tua vontade (Mt 6:10).
Somos encorajados a orar, porque Deus responde as orações. Assim, Ele mesmo nos diz que devemos orar com fé e insistência. Ore por uma pessoa, família, igreja, povo ou nação, até que Deus responda!
Artigo publicado originalmente no Instagram do autor. Reproduzido com permissão.
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Ronaldo Lidório é teólogo e antropólogo, missionário (APMT e WEC) entre grupos pouco ou não evangelizados. É organizador de Indígenas do Brasil -- avaliando a missão da igreja e A Questão Indígena -- Uma Luta Desigual.
- Textos publicados: 58 [ver]
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